E vejam só, lendo o texto ele dá claramente a atender que já teve relações homossexuais. Vejam abaixo.
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PSICÓLOGA QUER CURAR
O QUE NÃO TEM CURA
Em meus dias de Folha de São Paulo, escrevi um artigo aventando a hipótese de Cristo ser homossexual. O que não me parece inviável. Se queria encarnar a condição humana, dela faz parte a homossexualidade. De qualquer forma, alguma sexualidade haveria de ter. Ou era hetero, ou era homo, ou era um grande masturbador. Ou quem sabe tudo isto ao mesmo tempo. Fora destas quatro hipóteses, seria um assexuado. Isto é, um anormal.
Na ocasião, um pastor perguntou-me: o senhor é homossexual? Respondi que minha vida sexual só a mim diz respeito e com ela ninguém tem nada a ver. Dela só têm conhecimento meus íntimos. Não sou vedete da mídia, não sou ídolo pop, não sou ícone do cinema. Não tenho razão alguma para exibir meu sexo ao público. O pastor voltou a insistir: porque se o senhor é homossexual, nós temos onde você pode curar-se.
Ora, pastor – respondi -. Eu conheço ex-deputado, ex-militar, ex-padre, ex-guerrilheiro, ex-comunista. Ex-homossexual eu nunca vi. Se alguém optou pela homossexualidade porque ser homossexual lhe é prazeroso, por quais razões no mundo iria abandonar o que lhe dá prazer? Só porque Jeová não gosta? Ora, lixe-se esse deus que sequer existe, senão na imaginação de sacerdotes sedentos de poder.
Pode-se curar homossexuais? Antes de responder a pergunta, cabe uma outra: curar por quê? A pretensão de curar homossexuais implica entender homossexualismo como doença. Ora, desde quando é doença ter esta ou aquela preferência sexual? Se não há coação nem violência, ninguém tem nada a ver com o que alguém gosta de fazer na cama. Nem com quem ou com qual sexo gosta de fazer.
No mundo helênico e romano, homossexualismo fazia parte da vida cotidiana. Os filósofos gregos tinham seus efebos e nem por isso deixaram de criar uma cultura poderosa. Alcibíades, o mais valoroso guerreiro da Hélade, grande general e tido como o homem mais belo de seu tempo, era o discípulo mais amado de Sócrates. Foi Safo, a poetisa de Lesbos, que pela primeira vez introduziu na literatura o que recebeu o nome da ilha em que vivia, o amor lésbico. Alexandre, o conquistador, não teve sua obra civilizadora afetada só porque preferia Heféstion a Roxana e Statira. Júlio César era conhecido como marido de todas as mulheres e mulher de todos os maridos.
Quem transforma o homossexualismo em doença é o judaísmo. “Não te deitarás com varão, como se fosse mulher; é abominação”, diz o Levítico. Antes disto, Jeová já havia arrasado Sodoma a ferro e fogo só porque os sodomitas eram chegados a prazeres outros que não os filhos de Israel.
O Conselho Federal de Psicologia julga, no fim deste mês, a cassação do registro profissional de Rozângela Alves Justino por oferecer terapia para que gays e lésbicas deixem a homossexualidade. Se perder a licença, será a primeira condenação desse tipo no Brasil. É o que leio na Folha de São Paulo. Resolução do próprio conselho proíbe há dez anos os psicólogos de lidarem a homossexualidade como doença e recrimina a indicação de qualquer tipo de tratamento ou cura.
Segundo dona Rozângela, que afirma ter "atendido e curado centenas" de pacientes gays em 21 anos, homossexualidade é doença e que algumas pessoas têm atração pelo mesmo sexo porque foram abusadas na infância e na adolescência e sentiram prazer nisso. Ora, o mundo está cheio de homossexuais que nunca sofreram abusos e são homossexuais porque gostam. E se os que sofreram abusos sentiram prazer na homossexualidade, por que proibir-lhes os prazeres da descoberta? Que tem dona Rozângela a ver com isso?
Tem muito a ver. É evangélica. "Tenho minha experiência religiosa que eu não nego. Tudo que faço fora do consultório é permeado pelo religioso. Sinto-me direcionada por Deus para ajudar as pessoas que estão homossexuais". Segundo a psicóloga – como também os redatores do Mídiasemmáscara - "o movimento pró-homossexualismo tem feito alianças com conselhos de psicologia e quer implantar a ditadura gay no país".
Pelo jeito, a psicóloga pertence à tribo do aiatolavo de Carvalho, o astrólogo que vê duas ameaças ao Ocidente, o Foro de São Paulo e a ditadura gay. A linguagem da psicóloga é significativa: “pessoas que estão homossexuais”. Pelo jeito, a doutora não admite que pessoas sejam homossexuais. “É uma doença – diz a psicóloga -. E uma doença que estão querendo implantar em toda sociedade. Há um grupo com finalidades políticas e econômicas que quer estabelecer a liberação sexual, inclusive o abuso sexual contra criança”.
Safadamente, dona Rozângela associa homossexualismo a pedofilia. Se pedofilia é condenável, homossexualismo também há de ser. Ora, uma coisa nada tem a ver com a outra. Pedofilia não é exclusividade de homos. Não há grupo algum com finalidades políticas e econômicas querendo estabelecer a liberação sexual. Há, isto sim, grupos explorando a liberação sexual. Da mesma forma que as igrejas exploram a credulidade de seus fiéis.
Que pessoas condenem o tabagismo ou alcoolismo, pode-se entender. São comportamentos que matam. Homossexualismo não mata ninguém. Nem fere. Doente, a meu ver, é o homossexual que renuncia a sua homossexualidade só porque uma crença supersticiosa condena a homossexualidade como doença.
Não acho que dona Rozângela deva ser cassada. A meu ver, deveria ser internada. Numa sauna. Para entender melhor o mundo em que vive.
“Levanto-me quando os cabelos brancos de V. Exa. passam diante de mim. Mas o travesso cérebro que está debaixo e as garridas e pequeninas coisas que saem dele, confesso, não me merecem nem admiração nem respeito, nem ainda estima. A futilidade num velho desgosta-me tanto como a gravidade numa criança. V.Exa. precisa menos cinqüenta anos de idade, ou então mais cinqüenta de reflexão.”
Caramba... a que grau chegamos... Em relação a opinião dele sobre pedofilia nós já debatemos aqui e ficou muito clara a dubialidade com que ele trata a questão evocando a imagem da Lolita. Enfim, a negação enfática de que não há grupo algum com finalidades políticas e econômicas querendo estabelecer a liberação sexual ou é picaretagem ou é ingenuidade. E eu ñ creio que Janer Cristaldo seja propriamente um ingênuo. Para mim, é uma pena que ele tenha afundado tanto. Eu tinha certa admiração por ele. Mas de uns anos para cá, eu realmente me desapontei. Eu ainda pretendo ler O paraíso sexual democrata que ele escreveu na década de 70. Mas, p/ mim, o Janer Cristaldo morreu.
Se tem algumas pessoas que não admitem que um homossexual tenha o direito de tentar virar hétero, tem outras que acham a virgindade uma aberração:
Castidade fashion week
Há 15 anos, publiquei minha primeira crônica em Zero Hora. Nem imaginava a possibilidade de ser uma colunista fixa. O convite foi para escrever uma vez e fim, mas não foi o fim, e sim o começo de uma carreira que se mantém até hoje. Lembro bem do texto. Foi inspirado numa reportagem de revista em que algumas atrizes diziam que pretendiam se casar virgens. Manchete da capa: “A virgindade na moda de novo”. Aquela matéria me pareceu um desserviço às mulheres: como assim, a virgindade na moda de novo? Castidade fashion week? E os rapazes iriam adotar essa moda também?
Mesmo sendo uma alienígena para os leitores, sem jamais ter escrito uma única linha para jornal, estreei atirando: condenei a papagaiada. Disse que se uma mulher quisesse se manter virgem até o casamento, era uma escolha pessoal, íntima e legítima, mas a imprensa alardear o fato como tendência de comportamento era menosprezar as conquistas de toda uma geração que lutou muito pelo nosso direito à independência e ao prazer. Como ficar quieta ao ver o sexo ameaçado de voltar a ser um dote nupcial?
Pois passados esses 15 anos, retomo o assunto, agora inspirada na pastora Carol, que vem a ser Caroline Celico, esposa do jogador Kaká, que anunciou que irá abrir uma igreja Renascer em Cristo em Madri, pelo visto atendendo a um desejo do Senhor, segundo recente depoimento. “Como pode no meio da crise alguém ter dinheiro? O dinheiro do mundo tem que estar em algum lugar. E Deus colocou esse dinheiro na mão de quem? Do Real Madrid, para contratar o Kaká. Foi uma grande bênção”. Pois essa inocência em pessoa também vem pregando a valorização da virgindade, fazendo inclusive revelações sobre os detalhes do dia em que declarou a Kaká que pretendia se casar virgem. Segundo ela, Kaká a ouviu e, depois de um prolongado silêncio, disse que esse era o sinal divino que esperava para ter certeza de que ela era a mulher da sua vida.
É a história particular de um casal e ninguém tem nada a ver com isso, mas assistir a essa linda moça quase em transe, ao lado da bispa e chave-de-cadeia Sonia Hernandes, perpetuando preconceitos já vencidos (o vídeo está circulando pela internet para quem quiser conferir), me faz bater nas mesmas teclas de outrora: devagar, pastora Carol. Você é esposa de um ídolo de massa, incluindo nessa massa muitas mulheres e homens mal informados. Assim como a gandaia em que vivem alguns jogadores não deve servir de exemplo para ninguém, a carolice (desculpe o trocadilho) também não. O período do namoro serve justamente para se conhecer melhor a pessoa com quem, a priori, desejamos passar o resto dos nossos dias. E a compatibilidade sexual é um dos fatores decisivos para o sucesso de uma união.
Deixar para testá-la depois de consumado o casamento pode ser romântico, mas é um risco. Sexo não é pecado, e sim um impulso natural, e dos bons. Quando reprimido, gera radicalismo, tara, violência e histeria. Depois de as mulheres terem vivido tanto tempo oprimidas na sua sexualidade, hoje elas finalmente administram seus desejos de uma forma adulta, responsável e livre. Retroceder, a essa altura, é que não tem perdão. (Martha Medeiros, ZH)
quanto às heresias graves acho que é obvio que são mentiras! e apartur do momento que se pode curar um homossexual existe ex-gay! ecurar por ser algo patológico e não ser natural,a oms até o início dos anos 90 considerava homossexualismo doença
Sim, Cristaldo escolheu o "escandalizar" como forma de conseguir atenção.
O que é extraordinário, em se tratando de um senhor culto, provavelmente bem-educado, que com certeza não come de boca aberta, não furta os talheres dos restaurantes, não faz xixi de porta aberta na casa dos outros e concorda o sujeito e o verbo. Já me disseram que se trata de um camarada afável, apreciador de bons vinhos e de boas conversas, viajado e até gentil. Desde que não SE FALE em religião!
É realmente ÉPATANT o brobró, a pinimba, a encrenca que ele tem com qualquer religião, a ponto de sistematicamente agredir o menor indício de religiosidade na base do achincalhe! Na verdade nem é necessário que haja uma manifestação: ele agride à toa, porque "lhe dá na telha", por azedume sistemático e quotidiano, como se a idéia do Transcendente lhe queimasse o fígado e lhe cozinhasse os miolos.
E lá vai ele, destilando esse travo pela vida afora, num ódio de dispéptico, que incessantemente tem a necessidade de agredir a causa imaginária de sua indigestão crônica! Mas só, apenas, unicamente - a respeito de religião! Quanto ao resto, Cristaldo continua o senhor educado, culto, de excelente trato, bebendo seu vinhozinho e trocando amabilidades com o mundo em geral!
Que coisa, né não?! O "sátiro de Dom Pedrito" é realmente enigmático! 😄!
Bender, deixa eu te dizer uma coisa, sem querer defender ou desdefender a vida sexual que cada um quer levar a partir de quando bem entender, como no caso lá da tal moça que quis se casar virgem.
Que é o seguinte: provavelmente você pode procurar na humanidade inteira que não vai encontrar um casal que de fato se ame, goste um do outro, tenha afindades emocionais, culturais, humanas e todas as outras - e que descubra que tem uma "incompatibilidade sexual" qualquer, como você diz. Isto significaria dar ao sexo um status separado, de coisa isolada - e tão poderosa e desgovernada que ela SOZINHA tem o poder de anular qualquer outra.
Eu acho meio demásssss, sinceramente. Acho que é um zilhão de vezes mais fácil acertar os ponteiros na área sexual do que acertá-los em OUTRAS áreas, muito mais complexas e significativas. Esta supervalorização do sexo como se ele fosse o fundamento completo de qualquer compatibilidade, de qualquer companheirismo, é meio muito, é excessiva, é exagerada, é um tanto frenética!
Se a moça referida gostava tanto de seu namorado e ele dela a ponto de resolverem se casar, não vejo COMO poderia sair, assim do NADA, uma "incompatibilidade sexual"! Eu sei lá. Eu não acho que seja essa complicação toda, não, sinceramente. Além do que, sexo, como qualquer prática interativa e física, é uma coisa que se APERFEIÇOA através da prática em comum e através do tempo, não? Até o chamado virtuosismo, quando possível. Perdão pela franqueza! 😄!
Eu também acho que é natural, é claro. Mas é justamente por causa disso que não é tão encrencado assim. Esse negócio de uma "compatibilidade sexual" descontrolada em referência a uma pessoa com quem não se tem nada em comum e com a qual não se compartilharia uma escova de dentes sempre me pareceu completamente absurda e francamente esquisitíssima. Mas vai ver que é porque eu sou mulher, sei lá.
De qualquer maneira, acho muito mais normal que as outras coisas venham primeiro, e que se essas outras coisas todas forem boas, o sexo também será - NATURALMENTE!
...e que descubra que tem uma "incompatibilidade sexual" qualquer, como você diz.
Concordo com você na íntegra, somente faço uma ressalva: eu não disse nada
Postei o artigo acima como exemplo do patrulhamento feminista, no caso da articulista Martha Medeiros, para com as jovens (e rapazes também, porquê não?), em manter a virgindade até o casamento. Ademais como alguém pode atestar "incompatibilidade sexual" sem ter experiência anterior? Eu parto do princípio que o sexo é uma extensão do relacionamento e não o princípio dele, mas é claro que o Movimento Feminista prefere inverter essa hierarquia natural. Deve ser por isso, que o que eu mais vejo hoje em dia, são mulheres carentes afetivamente, mas mesmo assim elas mantêm o discurso libertário a qual foram submetidas por gerações. Note você que MM escreve com ódio feminista contra a pastora.
E a compatibilidade sexual é um dos fatores decisivos para o sucesso de uma união.
Tenho certeza que 99% de homens e mulheres já relativamente experientes no casamento discordam disso, mas como afrontar a autoridade de uma representante do Movimento Feminista, seja Martha Medeiros ou Suplicy? :p
Pelo jeito, a psicóloga pertence à tribo do aiatolavo de Carvalho, o astrólogo que vê duas ameaças ao Ocidente, o Foro de São Paulo e a ditadura gay.
O Janer nem ao menos se dá conta que a [ suposta ] ditadura gay [ em marcha ], denunciada por OdeC e outros, colocou a psicológa no banco dos réus e pode perder o direito de trabalhar.
A representação contra a psicológa tem 71 assinaturas de psicológos de várias CRPs do Brasil. Muito raro um profissional fazer isso contra outro colega de classe.
Calma lá!
Homossexualismo dos filósofos, vírgula!!!!
Parece que o Janer só leu a orelha do Banquete.
Veja com melhores detalhes...
Platão fala abertamente do amor entre os homens, maior que a amizade, mais sublime que o amor entre homem e mulher.
Só que tinha um dos amigos de Sócrates (citado no próprio Banquete), que estava doido por conhecer mais intimamente o amor platônico, e o filósofo estava literalmente se escondendo dele.
O amor platônico foi um conceito totalmente assimilado pelos teólogos cristãos. Por séculos, sempre viram o verdadeiro amor como o que é desprovido de interesse sexual. Entre homens e homens, por singularidade, já que a filosofia existe entre homens, embora, em tese, possa existir um amor platônico entre um homem e uma mulher.
Heidegger e Anna Harendt não conseguiram.
O reinado do amor platônico só mudou quando os trovadores conseguiram provar que podia existir um amor verdadeiro entre homem e mulher (embora fosse mentira deles, eles queriam é se aproveitar das damas e fingir sinceridade).
Confundir o amor filosófico com homossexualismo é sumo da cretinice.
Há realmente, sim, uma similaridade entre o homossexualismo e a pedofilia.
Não digo que uma coisa "puxe" a outra, mas que existe uma relação.
Ambas são situações de "sexo proibido", no caso, o homossexualismo, proibido por algumas tradições, entre as quais a cristã, e a pedofilia, por enquanto ainda proibida, mais por questão do abuso (onde há sexo involuntário) do que pelo tipo de relação - tanto que existe um grupo de quer a liberação da pedofilia.
A questão é a seguinte: por que proibido?
É proibido porque foi necessário colocar um interdito moral sobre um tipo de relação (observe que nesse caso, analiso somente a consentida) que proporciona prazer físico, seja ela entre dois homens, ou entre um adulto e uma criança.
Então, se seguirmos na direção de que o prazer sexual é um instinto normal (e realmente é) e bom (não é), toda a forma que não viole o consentimento seria livre (e até vista pela imbecil da Martha Medeiros como "conquista"), podendo ser praticada sem problemas.
É claro que alguns defensores da liberação sexual não vão apoiar a pedofilia (imaginando sempre uma situação de abuso, embora eu esteja me referindo a uma situação de pedofilia em si, sem abuso), mas a verdade é que as premissas da liberação são as mesmas.
Se qualquer um destes se deparar com uma situação em que, por exemplo, uma menina de 13 anos é atraída e consente para uma relação com um adolescente de 18, sem qualquer abuso, verá que a aceitação da pedofilia será seu próximo passo.
Já li algumas histórias sobre militares gregos ou romanos que tinham iniciações homossexuais de caserna, desde os 300 de Esparta ("que se amavam, por isso combatiam um pelo outro") até a juventude de César, "o homem de todas as mulheres e mulher de todos os homens".
Primeiro, era comum, mas não tão normal. O próprio fato de se referirem a essas histórias mostra que não era considerado uma virtude geral. Apenas não era proibido.
Segundo, em todos as histórias que li, eram narrativas entre soldados muito jovens (como no séquito de Alexandre), ou entre um veterano mais velho e iniciantes jovens (como nas cortes helenísticas). Homem maduro com outro homem, não achei. Será que com a idade perdiam o interesse?
Terceiro, todos esses soldados homossexuais tinham suas esposas ou, quando não tinham, estupravam mulheres conquistadas ou escravas. Só Ulisses e Dido é que aconteceu o inverso (presume-se).
Mas aí já é uma regra do próprio homossexualismo: ele não é uma escolha, não é uma opção, não é uma genética. É uma fase. Alguns perpetuam essa fase, outros abandonam.
A propósito,
a psicologia não concebe o homossexualismo como doença, mas o chama (em alguns casos) de "síndrome de transtorno de gênero".
É a mesma coisa que chamar de doença. A diferença está na decisão de, por um lado, entender esse comportamento como algo que deve ser evitado (para diversos fins, bom casamento, moralidade, etc.), ou como algo que deve ser entendido como tendência individual e ser tolerado ou até incentivado.
Mas é certo que é uma situação transitória.
Em minha cidade, um conhecido cabelereiro assumido relatou que alguns jovens o procuraram para saber sobre a via homossexual, e ele é categórico em não recomendar, porque tem muito sofrimento, vida escondida, etc.
Eu não faço nenhum reparo. Existe sim um comportamento hostil às pessoas que estão em fase homossexual, e é claro que sofrem com isso. Não nego.
O que acontece que um próprio homossexual entende que o homossexualismo é algo evitável (por motivos negativos). Portanto, pode ser revertido.
Será que vão querer cassar o registro de cabelereiro dele???
(aliás, é o mais fashion e celebrado da cidade)
Portanto,
eu não diria que homossexualismo tem cura, e sim que todos nós somos, de alguma forma, somos ex-homossexuais.
Até o Cristaldo!