A notícia de que um seguidor de Zelaya teria morrido na fronteira da Nicarágua c/ Honduras lembrou-me alguns episódios em que a morte de pessoas, na maioria das vezes "inocentes (ou nem tanto) úteis" (massa de manobra), foi aproveitada de forma inescrupulosa pela esquerda.
De fato eles sempre procuram provocar episódios assim para atingir melhor seus objetivos em cima da comoção que u`a morte gera.
Em 1968, por exemplo, a morte do estudante Edson Luís durante uma passeata foi a maneira que a esquerda encontrou para ganhar a simpatia da classe média, de forma mais orgânica, contra o regime.
Na década de 80 também tivemos u`a manipulação desse jaez em Volta Redonda. Na véspera das eleições os sindicalistas ligados ao PT fizeram uma provocação investindo contra a CSN que estava guardada pelo exército por ser área de segurança nacional. Tanto fizeram que conseguiram um ou dois mortos. A conseqüência política foi um aumento expressivo da votação no PT.
Nos anos 90 outra grande manipulação foi o caso de Eldorado dos Carajás onde terroristas do MST provocaram, de caso pensado, uma PM despreparada sabendo (e desejando) o que poderia resultar.
De fato eles sempre procuram provocar episódios assim para atingir melhor seus objetivos em cima da comoção que u`a morte gera.
Em 1968, por exemplo, a morte do estudante Edson Luís durante uma passeata foi a maneira que a esquerda encontrou para ganhar a simpatia da classe média, de forma mais orgânica, contra o regime.
Na década de 80 também tivemos u`a manipulação desse jaez em Volta Redonda. Na véspera das eleições os sindicalistas ligados ao PT fizeram uma provocação investindo contra a CSN que estava guardada pelo exército por ser área de segurança nacional. Tanto fizeram que conseguiram um ou dois mortos. A conseqüência política foi um aumento expressivo da votação no PT.
Nos anos 90 outra grande manipulação foi o caso de Eldorado dos Carajás onde terroristas do MST provocaram, de caso pensado, uma PM despreparada sabendo (e desejando) o que poderia resultar.