Esmagar ateus em seus raciocínios de baratas histéricas não é privilégio de oradores brilhantes, como Dinseh D'Souza. Até eruditos reservados podem se sair maravilhosamente bem ao expor a absurdidade nas pretensões atéias. Esses vídeos execelente têm uma disputa (na rádio BBC) entre Frederik Copleston, padre jesuíta, e o famigerado Bertrand Russell.
É meio difícil, para quem não está familiarizado com Tomás de Aquino e Leibniz, assimilar algumas partes. Mesmo assim, é interessante assistir a um debate filosófico sério, coisa raríssima hoje em dia.
http://www.youtube.com/watch?v=-BWFpBTqSN0http://www.youtube.com/watch?v=r7kJOOENaNo&feature=related
Há uma versão impressa deste debate, para quem quiser acompanhá-lo com mais calma.
Há em portuguÊs essa versão impressa????
O debate se encontra na coleção Os Pensadores, volume do Bertrand Russell.
Pedro
Há dois tipos de ateus: os ateus e os militantes ateus. Os primeiros simplesmente resistem em não acreditam que haja alguma coisa além da experiência; já os segundos buscam forçar a população inteira a acreditar no que eles acreditam, ou seja, que além da experiência nada existe... Inclusive, tentam criminalizar qualquer manifestação de fé religiosa. Portanto, há ateus honestos e conservadores como o Heitor de Paola e ateus desonestos e cretinos como Karl Marx.
A divisão é perfeita, e a devemos (acredito eu) ao grande Pe. Leonel Franca. Talvez alguém tenha pensado nisso antes, mas não vem ao caso. O fato é que tanto os inofensivos ateus "privados" quanto os militantes, ao serem solicitados a dar a razão de sua falta de fé, caem nos mesmos esquemas primários, quase indignos de um ser humano. Isso vale para Stalin ou Lenin, que cobriam de brilho expressivo uma filosofia absurda em toda linha; mas também vale para Paulo Francis, que mudava de presssuposto científico, ao gosto da moda, para justificar sua descrença.
Russell pode ser considerado em certa medida um ateu militante, e gostava de se manifestar publicamente para manifestar sua desconformidade com o Cristianismo. O que ele faz nessa disputa, sobretudo no final, é uma apologia niilista da falta de explicação do universo. Pode ser que essas defesas capengas, tomadas apenas como idéias, não tenham tanto efeito quanto o agitprop. Mas é também Leonel franca quem ensina que no fundo, a atuação política é mera articulação das idéias.
Ateus em seus raciocínios de baratas histéricas.
A mãe vai bem, né?
Carraro,
Não sei se há. Mas há em inglês, disponível na net. Procure no google, caro.