Fórum Olavo de CarvalhoArquivo da comunidade do Orkut · 2004–2013

Conhecem esse game?

Iniciado por collector em 02/08/2009 · 26 mensagens

collector#1

O Game Red Faction Guerrilla é um jogo de tiro que dá continuidade a luta por liberdade dos mineradores insurgentes do Planeta Marte.

Meio século já se passou desde que Parker, um jovem mineiro deu início ao que seria conhecido como a revolução marciana. Agora, em Red Faction: Guerrilla você encarna mais um grande herói da revolução, lutando por seus companheiros em prol do respeito e liberdade perdido.
A nova edição da franquia traz algumas inovações a série, entre as principais estão à adição de um mundo aberto, com inúmeras possibilidades estratégicas e um cenário totalmente destrutíveis, além de uma engine física capas de trazer maior realismo a toda à destruição do título.
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Vídeo do YouTube
http://www.youtube.com/watch?v=EE5ecIpTEb4
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No submarino:
http://www.submarino.com.br/produto/12/21538806/game…lla+xbox+360
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O que vcs acham disso?
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luizphillip#2
Tem nego q quer ver conspiração em tudo tbm..... pqp.........
luizphillip#3
Charles, vou te dizer uma coisa, nunca vi um comediante conservador (ainda mais aqui nessa várzea chamada Brasil) mais acho que se eu visse um, não daria risada com ele.

Comedia tem que ser livre de lados, de ideologia, tem que tirar sarro de todos, pronto.
leonardo_15#4
Basta lembrar do "Jornal Opinião Popular" (tanto o blog quanto a comunidade cá do Orkut). Estamos em um ponto tal do absurdo que muito esquerdopata a esbarrar com a página a toma por séria (o mesmo se dá, é verdade, com alguns direitistas desavisados - eles entram estupefatos com o conteúdo, prestes a atirar nos membros; em geral, após algumas indiretas, percebem o engano e se integram à brincadeira).

A visita do CQC ao Congresso da UNE também vale como antologia do mau humor de esquerda.
collector#5
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..."em Red Faction: Guerrilla você encarna mais um grande herói da revolução, lutando por seus companheiros em prol do respeito e liberdade perdido"...
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parece?
luizphillip#6
Café Pensante pode até ser que o jogo tenha mesmo uma inspiração nessas merdas comunistas e etc, mais o fato é, ninguém compra jogo de tiro em primeira pessoa pela historia, e ninguém vai virar comunista por causa dele, nesses jogos a historia é o que menos importa, podem ser aliens, terroristas, velhinhas, pra quem joga isso o q vale é estar atirando em algo.

Mais em off aqui, pra mim ainda nenhum bate o bom e velho Counter-Strike ou Call of Duty. (matar terroristas ou nazis e o q liga xP)
leonardo_15#7
Há uma novíssima simulação militar chamada Arma II. O cenário é uma república soviética que se esfacela, e sua missão inicial, como um US Marine, é combater os terroristas separatistas e o exército soviético...
marcioneijr#8
Prefiro Age Of Empires( de preferência na centenária versão II).

Sim, jogo de megalomaníacos![:b]
ari_orkut#9
não é questão do cara ver conspiração em tudo, ele só se fez a pergunta "por que um machado em marte?"
gustavo_15#10
Alguém aqui joga Europa Universalis III??
gustavo_15#11
Se vcs querem matar comunistas, a dica é

http://www.gamespot.com/pc/action/sniperelite/index.html

É um ótimo metodo de catarse... 😉
priscila#12
QUALQUER coisa desse tipo me parece uma droga tão deletéria quanto qualquer outra - um sistema de adestramento compulsivo que me dá calafrios.

Lamento, mas o fato de haver "lados" pretensamente "bons" não invalida a coisa.
Eu fujo desses trecos como o diabo da cruz. E desmonto qualquer possível interesse ensinando todos os que consigo arrebanhar a jogar xadrez, damas, biriba ou alguma coisa menos OPRESSIVAMENTE BRUTAL do que video game. Mesmo os simplinhos.

Altamente perigosos. Não pelo que com toda a inocência "propõem": e sim pelo altíssimo grau de adestramento ao qual induzem, e que favorece um paradigma odiento, o da tal resposta automática.
priscila#13
Eu vou me ESTENDER, tanto quanto possível:

Dentro da estratégia da inversão, ou da mentira pura e simples, é no mínimo ingênuo e imbecil supor que alguma coisa vá ser apresentada "como o que é".

A indução ao "AGIR SEM PENSAR" é uma ferramenta valiosa para esse tipo de estratégia.
A utilitarização humana requer exatamente isto.
"Mate o lobo mau assim que ele aparecer" resulta num treinamento muito eficiente. Que consiste na prevalência da ação pura sobre o pensamento.

Não estou aconselhando o abandono de joguinhos de video game por adultos capazes de senso crítico - eu acho que considerar cada um como JÁ IMBECILIZADO é uma admissão de derrota meio covardinha e francamente antipática.

Mas cuidado com as CRIANÇAS, pelo amor de Deus.
Criancinha na frente de joguinho eletrônico é um perigo: INIBE a parte consciente do paradigma intelectivo. Privilegia o chamado ato reflexo. NÃO QUEIRAM ISSO! Lutem CONTRA!

Em nome das ditas crianças, eu agradeço antecipadamente.

Dar mole pra orango eu não vou dar NUNCA.
gustavo_15#14
Priscila,

Vc realmente acredita que essa sua afirmação vale para TODOS os tipos de jogos no mercado??

É que existe um abismo entre o modo de jogar Europa Universalis ( que é basicamente um jogo de tabuleiro animado) e um Counter Strike em que vc realmente tem que ter habilidade para façar o personagem combater.
priscila#15
Não deem vocês também.
brancaleone#16
GOSTO DESSE JOGO.

War Leaders - Clash of Nations

Vídeo do YouTube
http://www.youtube.com/watch?v=w55OQ_t9xAY&videos=tLBc27BIqYg
priscila#17
Eu não conheço "todos os tipos" de jogos que o mercado oferece, Gustavo.

Mas não se trata sequer de conhecê-los.

Mesmo que se trate de um jogo de XADREZ - considerando o xadrez como O MÁXIMO da oportunidade de realização de todas as capacidades intelectivas que POSSAM, tenham a possibilidade, de se fazer presentes num jogo - ainda assim o assunto requer atenção: porque você estará talvez admitindo um paradigma ERRADO, aquele que diz que a inteligência reside na razão.

Os jogos mais simplórios privilegiam a ação: os mais sofisticados, propondo como hipótese lógica que a máquina GANHE, obviamente induzem a pensar que a inteligência reside na razão. Quem ganha não é a máquina, já que ela foi apenas programada para assumir uma determinada sequência - mas esta idéia passa desapercebida. Um engano que parece irrelevante, mas cujas consequências são inimagináveis.

Meu paradigma é que a inteligência reside na interação entre a consciência e a razão - portanto, eu não posso admitir que seja utilizada NENHUMA estratégia que contradiga o meu paradigma, aquele que eu sei que é o verdadeiro.
gustavo_15#18
Priscila,

Pode me passar uma bibliografia a respeito? Vc acabou tornar esse assunto extremamente interessante para mim.

Grato.

PS: Para vc entender do que se trata do Europa Universalis, vai um resumo da versão basica do game ( que atualmente esta bem mais complexo que isso): http://www.gamespot.com/pc/strategy/europauniversali…;read-review
priscila#19
Me arriscando, como sempre, eu afirmo que até mesmo a idéia de que a luta final seria entre o Bem e o Mal está ERRADA. Gog e Magog não são, por NENHUMA INDICAÇÃO, o Bm e o Mal: mas apenas dois modelos igualmente errados.

Os partidários do bem NÃO LUTARÃO da mesma forma: e serão excluídos da luta pelo seu mérito como BONS, não pelo seu mérito como "lutadores", no estrito senso material da palavra.

Este mérito inclui unicamente a consciência do bem e do mal e a correspondente escolha do bem. A consciência, o sinal da vitória, infelizmente não é LEMBRADA e nem exercitada, como se o que interessasse fosse apenas a vitória material e física.

De modo que o joguinho, o aparentemente inocente joguinho, traz embutida a noção de que a vitória exige o agir sem pensar, porque se pensar você "perde". Eu tenho, entre uma verdadeira pletora de defeitos, a qualidade de pensar junto com o estrategista inimigo, a quem jamais subestimo. Eu posso prever, portanto, como ele vai agir - e entender porque ele faz isso e não aquilo, ou aquilo em vez disso. E SEI, portanto, que INTERESSA ao inimigo uma humanidade "reativa" e inconsciente. Acredite, interessa muito!

É VERDADE que o tempo necessário para a reflexão pode significar a morte: mas a vitória contra a morte NÃO É a VITÓRIA.

Um jogo dado a uma criancinha para que o jogue continuamente a INDUZ a desconhecer isto, a TREINA para desconhecer, a ADESTRA para desconhecer - e é portanto FUNDAMENTAL compreender a importância da coisa.
priscila#20
Obrigada, Gustavo! 🙂!

Mas não tenho nenhuma bibliografia, meu caro amigo.

Tudo isso aí que eu escrevi são idéias minhas.
Por uma questão de experiência, eu sempre suponho que mais alguém já pensou a mesma coisa que eu, mas pessoalmente nunca li nada a respeito, e nem sequer pesquisei - como deveria, talvez. Eu fico feliz quando encontro quem tenha a mesma idéia - mas, na verdade, se não encontrar eu também não dou muita bola: eu penso o que penso, assim Deus me ajude e conserve, amém.
leonardo_15#21
De fato toda a família de jogos da produtora "Paradox", qual seja a de Europa Universalis; Victoria: an empire under the sun; Crusader Kings: Deus vult!; Hearts of Iron etc. é de uma complexidade estratégica ímpar, desencorajadora para a grande maioria e inimaginável (pois inatingível) para quem pensa em Civilization e Age of Empires como ícones do gênero.

Tenho um imenso carinho para com esse específico nicho de softwares pois, não fossem eles, jamais teria o nível de proficiência em inglês que hoje me permite acessar um Eric Voegelin e companhia bela em suas edições originais. Foi abrindo o dicionário para saber onde construir uma "farm" e uma "iron mine" do ora simplório Age II que pavimentei o caminho para fora da barreira editorial continental.
gustavo_15#22
A série Total War só vai melhorar quando começarem a colocar mais gore nas batalhas...

Do que adianta ter tiros e explosões se não sai uma misera gota de sangue?? O jogo ganha em, digamos, fair play politicamente correto, mas perde, e de longe, em verossimilhança.
leonardo_15#23
Gosto muito dos Total War. Tenho Rome e Medieval II, e estou no aguardo do Empire, que encomdendei no exterior. A ambientação, os gráficos e a simulação militar são ótimos, mas a diplomacia (ao menos em Rome e Medieval) é incomparável aos jogos da Paradox. Um "Medieval II" com os recursos diplomáticos do Crusader Kings seria o sonho de qualquer medievalista, heheh.

Pelo que li sobre o Empire (cuja entrega está atrasada, espero que chegue ainda essa semana), os desenvolvedores aprofundaram a gerência da campanha aproximando-a de conceitos da série Civilization. Se assim for, tanto melhor - mas prosseguirá distante da liberdade dos grand strategy games mencionados.
nildo#24
http://eupodiatamatando.com/2008/01/20/eu-podia-ta-jogando/

ele confessa "virei traficante por que jogava muito CS*)

* É um jogo de tiro, pra quem naõ saiba
nildo#25
posso upar?
joo_orkut_6#26
Eu sugiro Freedom Fighters:
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http://midia-livre.blogspot.com/2006/09/review-freedom-fighters.html
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Este deveria ser distribuído nas escolas.

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