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O ódio, a inveja e a ação do Min Público

Iniciado por marcos_11 em 07/08/2009 · 5 mensagens

marcos_11#1
Recentemente várias ações estão sendo feitas contra sonegadores de impostos e pessoas envolvidas com importações irregulares. Até aí, nada de mais, é a obrigação do judiciário.

Mas reparem contra quem, preferencialmente, são dirigidas essas ações e o destaque que elas recebem nos mass media.

Lembro do governo Collor, que já apresentava laivos de esquerdismo quando confiscou o dinheiro do povo. No comércio, parte da peãozada que atendia no balcão, perguntava com satisfação aos clientes de classe média se tinham (e quanto tinham) ficado com dinheiro retido. Havia uma certa satisfação no rosto dessa gente. Era uma vendeta.

Hoje a ação do judiciário, já aparelhado e ideologizado, o que aponta para um regime totalitário, é norteada exatamente por esse sentimento de ódio e inveja contra as classes mais abastadas. "Eles vão pagar caro por consumirem esses produtos", "isso é uma ofensa ao povo". O banditismo leninista tem essa característica, de resto mobil de quase toda esquerda, eles querem o que é de outrém. E estão dispostos a punir os que têm o que eles não puderam ter.

Tancresi, Tânia Bulhões e ontem a Franziska Hubner. A Trancresi pegou 94 anos! O Beira Mar está sendo mais bem tratado nos noticiários do que essas gente. Sintomático, não?

Talvez seja o caso de falarem com o Tralli para que aliviem um pouco o lado delas...
thiago_8#2
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Já ouviram falar numa tal de "seletividade do sistema penal"?

😎

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marcos_11#3
O próprio Hélio Bicudo, petista de primeira hora, já falou do absurdo que estão fazendo enquadrando todas essas situações como "formação de quadrilha".

O caso da Daslu, por exemplo, muito antes de ser uma investigação para coibir a sonegação, era uma ação para intimidar o Alkmin já que sua filha trabalhava lá.

Enfim, são ações políticas muito mais que fiscalizadoras.
adermir#4
A ideia que move os atuais "administradores públicos" é a de fazer ações exemplares para intimidar os demais. Agora mesmo, em são Paulo, com a implantação da nota fiscal eletrônica, os fiscais estão sendo orientados a autuar aqueles que não se enquadrarem com a desclassificação de suas notas fiscais e a pena por saída de mercadorias sem nota, o que equipara a irregularidade cadastral a um crime. um verdadeiro absurdo.
No caso da Daslu, ainda ignoraram uma noção elementar de direito penal segundo a qual um crime meio é absorvido pelo crime fim. Além disso, também trataram individualmente cada ato supostamente criminoso como se fosse autônomo, e não um só crime continuado. O que se busca com isso é um acovardamento da classe empresarial, no sentido de aplainar ainda mais os caminhos da revolução...
filipe_7#5
Qualquer um que trabalhe com COMEX sabe que as taxas de impostos que incidem sobre produtos importados, no Brazil, são abusivas e desproporcionais às praticadas em qualquer outro lugar no mundo. Isso pra não falar dos custos adicionais que o importador brasileiro tem que desembolsar com o transporte internacional, pequenas taxas alfandegárias e custos de despacho aduaneiro. Se for pra pagar tudo, o produto acaba por ficar inviável.

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