Eu Gostaria de saber por que o MST é considerado terrorista se um de seus pilares é a não violência? Existe necessidade de reforma agrária no Brasil?
MST, TERRORISTA?
Claro que é terrorista invasão, de propriedade é um meio de provocar o terror, e reforma agrária não é necessária coisa nenhuma qualquer economista sabe que no cenário atual o latifundio produtivo é muito mais útil que as pequenas agriculturas que o MST quer.
Um deles é o Governo Federal ?
Não forçe os argumentos, Luis. A sua pesquisa no google incluía no campo as palavras MST e terrorismo; obviamente só podia aparecer links para sites que conjuguem as duas palavras juntas. E advinhem qual foi o primeiro a aparecer? O do TERNUMA (terrorismo nunca mais), site de militares que enxergam comunas em todos os lugares.
Se quisesse provar que Fernando Henrique Cardoso é um filho-da-puta é só colocar estas palavras no google e terá a prova cabal que a mãe dele se vendia na rua, e a preços módicos!!
Que se ache ou acredite que o MST é terrorista, entendo. Mas é necessário refletir, argumentar; a pesquisa e os links não provam nada, primeiro por já estar viciada, e segundo porque apenas mostra que tem certas pessoas que acham!
Para se fazer tal afirmação é necessário dizer, em primeiro lugar, o que seria "terrorismo" e depois ver se o MST se encaixa na definição/conceituação de terrorismo.
Se quisesse provar que Fernando Henrique Cardoso é um filho-da-puta é só colocar estas palavras no google e terá a prova cabal que a mãe dele se vendia na rua, e a preços módicos!!
Que se ache ou acredite que o MST é terrorista, entendo. Mas é necessário refletir, argumentar; a pesquisa e os links não provam nada, primeiro por já estar viciada, e segundo porque apenas mostra que tem certas pessoas que acham!
Para se fazer tal afirmação é necessário dizer, em primeiro lugar, o que seria "terrorismo" e depois ver se o MST se encaixa na definição/conceituação de terrorismo.
Bolas, o MST ja' nao esta' comprometido com a reforma agraria ha' anos. O objetivo final do Sr. Joao Pedro Estabulo e' a implantacao de um regime totalitario maoista no Brasil. Por mais que eles nao botem bomba e coisa e tal, nao-violencia e MST sao palavras que nao cabem na mesma frase.
Não dá para entender. Qualquer coisa de que não se goste é terrorismo? Não existe diferença entre assalto, invasão, ocupação, roubo de carteira? É tudo terrorismo? As pessoas acham que o MST fala por si só, o lema "brasil sem latifundios" não passa de um recalque socialista. Eles não tem condições para isso muito menos se voltam para tal. Quais são as críticas reais ao movimento? usurpação da propriedade? Essa não é uma expressão muito vaga para exemplos conflitantes como eldorado dos carajas e a própria história da propriedade privada brasileira (grilagem etc?)
O MST não é terrorisa, mas é uma organização criminosa porque insufla a violência, viola várias leis e destrói, invade e usurpa propriedades privadas. Temos que cuidar com o termo terrorismo, porque logo associamos ele a atentados à bomba e matança indiscriminada de seres humanos, independente da cor, religião, idade, sexo, etc.
O MST tem um objetivo claro, muito claro, que é político. Me parece que o próprio MST é ambígüo quanto a querer tomar o poder, mas com certeza ele planeja estar lá (como já está, diga-se de passagem) e influenciar como uma das organizações que contribuam para um futuro socialista no Brasil. Como o socialismo jamais foi implantado sem repressão e ideologização da população (leia-se aí, totalitarismo), o MST agride uma série de liberdades civis, a começar pela propriedade, além de induzir crianças com suas medíocres "aulas" de lavagem cerebral em larga escala e com a celebração e comemorações da data da sangrenta Revolução Russa e de nascimentos de líderes comunistas.
O MST tem um objetivo claro, muito claro, que é político. Me parece que o próprio MST é ambígüo quanto a querer tomar o poder, mas com certeza ele planeja estar lá (como já está, diga-se de passagem) e influenciar como uma das organizações que contribuam para um futuro socialista no Brasil. Como o socialismo jamais foi implantado sem repressão e ideologização da população (leia-se aí, totalitarismo), o MST agride uma série de liberdades civis, a começar pela propriedade, além de induzir crianças com suas medíocres "aulas" de lavagem cerebral em larga escala e com a celebração e comemorações da data da sangrenta Revolução Russa e de nascimentos de líderes comunistas.
MST é criminoso mesmo.
Só pra constar. Na minha modesta opinião, propriedade privada é sagrado, é como a família. Se eu fosse dono de quilômetros de terra poderia criar gado, plantar feijão, ou expor minhas Ferraris. A terra é minha, comprei honestamente e sendo assim, faço o que quiser com ela. E se alguém invadir com facão na mão, leva bala. Patrimônio pessoal, também é riqueza para a sociedade, para o futuro de nossas famílias, para a prosperidade de nossos filhos e daqueles que serão beneficiados por ela. Se uma família tem riqueza, é mais fácil que seus descendentes prosperem e gerem até mesmo oportunidades para outros com seus negócios.
Só pra constar. Na minha modesta opinião, propriedade privada é sagrado, é como a família. Se eu fosse dono de quilômetros de terra poderia criar gado, plantar feijão, ou expor minhas Ferraris. A terra é minha, comprei honestamente e sendo assim, faço o que quiser com ela. E se alguém invadir com facão na mão, leva bala. Patrimônio pessoal, também é riqueza para a sociedade, para o futuro de nossas famílias, para a prosperidade de nossos filhos e daqueles que serão beneficiados por ela. Se uma família tem riqueza, é mais fácil que seus descendentes prosperem e gerem até mesmo oportunidades para outros com seus negócios.
O que falta no ponto de vista judiciario criar uma pena de 30 anos para quem invadir terra?
terrorismo
[De terror + -ismo.]
S. m.
1. Modo de coagir, ameaçar ou influenciar outras pessoas, ou de impor-lhes a vontade pelo uso sistemático do terror.
2. Forma de ação política que combate o poder estabelecido mediante o emprego da violência.
Se não são terroristas temos que mudar o dicionário.
[De terror + -ismo.]
S. m.
1. Modo de coagir, ameaçar ou influenciar outras pessoas, ou de impor-lhes a vontade pelo uso sistemático do terror.
2. Forma de ação política que combate o poder estabelecido mediante o emprego da violência.
Se não são terroristas temos que mudar o dicionário.
Tiago, não entendi a palavra "privada" entre aspas. Sugeres uma flexibilização do termo?
A tua análise é tipicamente pós-moderna e relativiza não só o termo "privada" como o uso da propriedade privada. Quem é dono de uma terra ou propriedade pode fazer o que bem entende dela, respeitando os limites da lei. A uso da propriedade não se opõe ao bom senso. Quem possui um pedaço de terra e destrói por completo o ambiente natural e utiliza para, por exemplo, depositar lixo tóxico ou outras coisas que prejudiquem a sociedade, então tal proprietário deve ser punido. A propriedade não quer dizer liberdade absoluta, já que a liberdade é pré-condição para o respeito alheio. Ela requer limites.
Outra coisa: teu texto dá a entender que os latifúndios não são tão benéficos para a sociedade. Se fores ver, países como os EUA, Canadá, Rússia e mesmo o Brasil são os maiores produtores de grãos do planeta graças a os grandes produtores e que são responsáveis por parte da geração de riquezas do nosso país. Por fazer essa defesa do uso da terra, isso não me faz inimigo da pequena propriedade. O que acho estranho é que pesem o caráter qualitativo da um pedaço de terra privado por seu tamanho, e não pelo bom ou mal uso que fazem dela.
A tua análise é tipicamente pós-moderna e relativiza não só o termo "privada" como o uso da propriedade privada. Quem é dono de uma terra ou propriedade pode fazer o que bem entende dela, respeitando os limites da lei. A uso da propriedade não se opõe ao bom senso. Quem possui um pedaço de terra e destrói por completo o ambiente natural e utiliza para, por exemplo, depositar lixo tóxico ou outras coisas que prejudiquem a sociedade, então tal proprietário deve ser punido. A propriedade não quer dizer liberdade absoluta, já que a liberdade é pré-condição para o respeito alheio. Ela requer limites.
Outra coisa: teu texto dá a entender que os latifúndios não são tão benéficos para a sociedade. Se fores ver, países como os EUA, Canadá, Rússia e mesmo o Brasil são os maiores produtores de grãos do planeta graças a os grandes produtores e que são responsáveis por parte da geração de riquezas do nosso país. Por fazer essa defesa do uso da terra, isso não me faz inimigo da pequena propriedade. O que acho estranho é que pesem o caráter qualitativo da um pedaço de terra privado por seu tamanho, e não pelo bom ou mal uso que fazem dela.
Eu não li o livro que citastes, Tiago, mas nos EUA o próprio governo vê com desconfiança as mega-corporações que citastes. A tradição republicana não casa muito bem com poderes paralelos que tendem a interferir no poder do governo. É só lembrar o caso da Microsoft, dividida em duas por imposição do Estado que a via como uma ameaça à livre concorrência. O livre-mercado é visto, numa sociedade livre, como opção do povo em gerir a própria vida, já que o mercado está ligado ao trabalho e o trabalho é uma escolha para a satisfação do indivíduo. Por isso a concorrência é saudável.
Há sempre uma briga entre o Estado e esse grupos privados gigantescos, mas esse mesmo grupos são responsáveis pelo bem-estar, o desenvolvimento, o enriquecimento e o progresso na vida de milhões de pessoas! A questão é em que esfera eles devem agir e em até que ponto eles interferem na liberdade alheia (diga-se a sociedade). Não interessa o quão grande é uma corporação, mas como ela age na sociedade em que vive. Em outras palavras, livre-mercado e monopólios (mesmo oligopólios) não casam.
Há sempre uma briga entre o Estado e esse grupos privados gigantescos, mas esse mesmo grupos são responsáveis pelo bem-estar, o desenvolvimento, o enriquecimento e o progresso na vida de milhões de pessoas! A questão é em que esfera eles devem agir e em até que ponto eles interferem na liberdade alheia (diga-se a sociedade). Não interessa o quão grande é uma corporação, mas como ela age na sociedade em que vive. Em outras palavras, livre-mercado e monopólios (mesmo oligopólios) não casam.
É, minha resposta tinha ficado um pouco fora, realmente. Teu enfoque não é uma crítica à propriedade em si, mas em como é tratada e vista a questão do campo, certo?
Acho muito interessante quando vê a questão rural como desqualificada. Não só vejo o mesmo como assino embaixo. Nesse sentido, no meio urbano as populações que migraram para as cidades e se instalaram em favelas aspiram um estilo de vida que está aquém do que conseguiram conquistar. Em outras palavras, grande parte da miséria urbana se deve às pessoas que estão nas cidades, porém estão com a cultura, a mentalidade, a visão do campo. É uma incompatibilidade entre, digamos, o "corpo" e o "espírito".
A sociedade de consumo não necessariamente tenha que ser urbana, ainda que isso seja uma tendência generalizada. A Irlanda, que se firma como país plenamente desenvolvido, tem 40% de sua população no campo!! O problema é que sociedades de consumo modernas têm sua força de trabalho grandemente no 3º setor, tendência acentuada com a chamada Terceira Onda, Era da Informação ou como queira dizer. Ou seja: o campo e a indústria se automatizam e grande parte da mão-de-obra utiliza-se de serviços como ocupação laboral. As máquinas produzem riqueza e elas se distribuem no setor de seviços.
Acredito que o "oásis de um país livre" se dê, ou quando a pobreza urbana consiga ser absorvida no setor de serviços, ou quando essas mesmas as pessoas decidirem voltar do meio em que saíram e construir a vida na qual se originaram. Portanto, não interessa como alcançar esse oásis. Quando colocas que a segunda opção seria a saída, estás também criando um ideal como referência. "Não, não temos que ir para a cidade, mas volta para o campo".
Fixar um ideal pode se tornar um enorme problema como "democracia", "riqueza", "modernidade" e etc, ainda mais quando eles dizem respeito a coisas não-espirituais. Às vezes nos auto-escravizamo e não sabemos!!
O oásis é um estado de espírito, seja num país como a Irlanda, seja num país super-povoado e urbano como o Japão.
Acho muito interessante quando vê a questão rural como desqualificada. Não só vejo o mesmo como assino embaixo. Nesse sentido, no meio urbano as populações que migraram para as cidades e se instalaram em favelas aspiram um estilo de vida que está aquém do que conseguiram conquistar. Em outras palavras, grande parte da miséria urbana se deve às pessoas que estão nas cidades, porém estão com a cultura, a mentalidade, a visão do campo. É uma incompatibilidade entre, digamos, o "corpo" e o "espírito".
A sociedade de consumo não necessariamente tenha que ser urbana, ainda que isso seja uma tendência generalizada. A Irlanda, que se firma como país plenamente desenvolvido, tem 40% de sua população no campo!! O problema é que sociedades de consumo modernas têm sua força de trabalho grandemente no 3º setor, tendência acentuada com a chamada Terceira Onda, Era da Informação ou como queira dizer. Ou seja: o campo e a indústria se automatizam e grande parte da mão-de-obra utiliza-se de serviços como ocupação laboral. As máquinas produzem riqueza e elas se distribuem no setor de seviços.
Acredito que o "oásis de um país livre" se dê, ou quando a pobreza urbana consiga ser absorvida no setor de serviços, ou quando essas mesmas as pessoas decidirem voltar do meio em que saíram e construir a vida na qual se originaram. Portanto, não interessa como alcançar esse oásis. Quando colocas que a segunda opção seria a saída, estás também criando um ideal como referência. "Não, não temos que ir para a cidade, mas volta para o campo".
Fixar um ideal pode se tornar um enorme problema como "democracia", "riqueza", "modernidade" e etc, ainda mais quando eles dizem respeito a coisas não-espirituais. Às vezes nos auto-escravizamo e não sabemos!!
O oásis é um estado de espírito, seja num país como a Irlanda, seja num país super-povoado e urbano como o Japão.
E, finalmente, toda e qualquer voz do campo é legítima. O problema é qual voz. O MST seria uma, por exemplo? Pra mim, com certeza não, o que faz o MST perder sua legitimidade. Também, muitas vezes as pessoas têm a necessidade de criar uma expressão que lhes parece representar sua identidade, por exemplo, quando falas de uma cultura do campo. Suponhamos que todas as questões do campo já estivessem resolvidas. Uma voz, seja qual for, seria não só legítima como também uma satisfação para expressar seu ser, sua cultura, sua identidade. Não há nada mais belo do que isso.
p.s.: legal teu blog. Não li tudo (até pq é enorme), mas pelo visto conheces bastante a história brasileira.
p.s.: legal teu blog. Não li tudo (até pq é enorme), mas pelo visto conheces bastante a história brasileira.
Vc é ignorante mesmo, ao usar palavras de baixo calão, as pequenas terras só funcionavam no passado atualmente com a modernização commpensa muito mais trabalhar em latifundio produtivo do que ser dono de um minifundio, qualquer economista sabe disso, vc como ignorante escreve não caga no meu ouvido, ora é tão ignorante que orkut não sonoro é visual!!!!