A ex-candidata republicana à Presidência dos Estados Unidos Sarah Palin afirma, em mensagem em sua página da rede de relacionamentos Facebook, que o plano de reforma do sistema de saúde proposto pela Casa Branca é "totalmente diabólico".
O plano de reforma do sistema de saúde, que busca garantir cobertura universal e reduzir os custos da prestação médica, tem que receber o sinal verde do Congresso.
Em sua mensagem no Facebook, Palin ataca o plano de cobertura médica "nacionalizada" que a atual Administração está tentando "acelerar" no Congresso.
"Quem vai sofrer mais quando eles racionarem os cuidados de saúde?" pergunta Sarah Palin na sua página do Facebook. "Os doentes, os idosos e os deficientes, com certeza."
"A América que eu conheço e amo não é aquela em que os meus pais ou o meu bebé com Síndroma de Down se têm de colocar diante do 'painel da morte' de Obama para que os seus burocratas possam decidir, com base num julgamento subjectivo do seu 'nível de produtividade na sociedade', se são merecedores de cuidados de saúde. Tal sistema é totalmente diabólico", escreveu Palin.
Palin se refere ao "painel da morte" de Obama, os burocratas que, segundo ela, decidiriam quem não recebe plena cobertura médica.
O jornal "The New York Times" indica que, pelo tom de suas críticas, a ex-governadora do Alasca, que poderia ter a intenção de disputar a Presidência em 2012, parece estar em plena campanha eleitoral.
Atualmente, existem cerca de 50 milhões de americanos que não têm cobertura médica.
A Casa Branca negou que vá haver um "racionamento" na cobertura de saúde se seu plano seguir adiante, mas essa ideia, incentivada pelos republicanos, parece ganhar crédito entre vários eleitores do país.
EFE/LUSA
O plano de reforma do sistema de saúde, que busca garantir cobertura universal e reduzir os custos da prestação médica, tem que receber o sinal verde do Congresso.
Em sua mensagem no Facebook, Palin ataca o plano de cobertura médica "nacionalizada" que a atual Administração está tentando "acelerar" no Congresso.
"Quem vai sofrer mais quando eles racionarem os cuidados de saúde?" pergunta Sarah Palin na sua página do Facebook. "Os doentes, os idosos e os deficientes, com certeza."
"A América que eu conheço e amo não é aquela em que os meus pais ou o meu bebé com Síndroma de Down se têm de colocar diante do 'painel da morte' de Obama para que os seus burocratas possam decidir, com base num julgamento subjectivo do seu 'nível de produtividade na sociedade', se são merecedores de cuidados de saúde. Tal sistema é totalmente diabólico", escreveu Palin.
Palin se refere ao "painel da morte" de Obama, os burocratas que, segundo ela, decidiriam quem não recebe plena cobertura médica.
O jornal "The New York Times" indica que, pelo tom de suas críticas, a ex-governadora do Alasca, que poderia ter a intenção de disputar a Presidência em 2012, parece estar em plena campanha eleitoral.
Atualmente, existem cerca de 50 milhões de americanos que não têm cobertura médica.
A Casa Branca negou que vá haver um "racionamento" na cobertura de saúde se seu plano seguir adiante, mas essa ideia, incentivada pelos republicanos, parece ganhar crédito entre vários eleitores do país.
EFE/LUSA