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Há algum problema com a teologia da prosperidade??
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É possível afirmar que a teologia da prosperidade é a responsável pelo vigor da economia estadunidense??
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a teologia da prosperidade ao meu ver é absurda, cristo foi a prova maior disto, as igrejas passam a ser vistas como bancos, muitas igrejas atraem pessoas com promessa de riqueza material, não é espiritual.
Os eua são de tradição protestante, e majoritariasmente protestante, mas não chegam ao nível, de modo geral, das igrejas que pregam a teologia da prosperidade, o protestantismo tem uma visão do trabalho diferente do era era a visão mais comum.
Tirando o calvinismo que apesar de diferente das iurd e assemelhadas, associa riqueza a fé, de modo geral a coisa não é assim, ademais um país católico tem condições de se desenvolver, como já aconteceu
Teologia da Prosperidade é uma farsa para tirar dinheiro de otario , Deus não abençoa as pessoas dessa forma, ele da a chuva , o sol para quem é bom e para quem é mal, Deus não se preocupa com acidentes, mas apenas com a essência, ele quer o nosso bem maior , a salvação, não liga para os males menores a pobreza, ainda mais quando um mal menor favorece um bem maior.
A teologia da prosperidade é um retrocesso em relação aos avanços espirituais do cristianismo, em especial a sua divisão da ordem mundana e da ordem espiritual. Ou seja, é mais um sinal de decadência da sociedade ocidental.
Sim, eu entendi. A burrice foi minha. Eu achava que era um neologismo empregado por essa turma esquerdista aí. Mas não é. É uma palavra que existe empregada pelos esquerdistas.
degenerada são, mas onde não é?
em termos de moralidade a antiga cortina de ferro dá exêmplo, parece irônico mas é verdade.
mas a europa ocidental é degenerada, china comunista então...
Penso eu(não sou melhor que ninguém)que o termo correto disso que anda por ai,seria:-"Teologia da prosperidade material".Haja visto,que a verdadeira teologia cristã trás grandes prosperidades espirituais,objetivo principal.E muitas vezes até prospera o indivíduo materialmente mesmo,não sendo esse o seu fim.
A Teologia da Prosperidade não passa de uma grande sacada (mutreta) religiosa. O fiel mais próspero, dá mais grana para a igreja e aumenta a tentação de muita gente.
Não há nada de errado em acumular bens, afinal não haveria progresso sem propriedade privada... o problema é quando colocam o capital no lugar de Deus e ficam batendo insistentemente na tecla do materialismo, sendo que o que interessa de fato é a riqueza na vida eterna; tudo o que conseguirmos nesta vida, ficará nesta vida terrena. Só por aí já dá para perceber como é burrice as pessoas serem obcecadas tanto por prosperidade a ponto de idolatrar o dólar no altar.
Em geral chamamos essas pessoas de "americanos" ou "norte-americanos". Em espanhol existe o termo "estadunidense". Ele foi meio que importado para o português por alguns, mas, em geral, não é de uso comum.
Agora, se essa discussão é complicada em português, imagine como é em inglês.
"AMERICAN, UNITED STATIAN, USAMERICAN, OR GRINGO?
A little cultural war passed almost unnoticed in cyberspace at the end of March 2002. The first salvo of that war was fired by Thomas Holloway in an e-mail posted at the H-LatAm discussion list on March 26th. He asked for an alternative to the word “American” when referring to people from, or citizens of, the United States of America. The fact that the citizens of the United States call themselves “Americans” causes discomfort for many Latin Americans, who see the appropriation by the United States citizens of the collective identity of all peoples and countries of the continent as a clear act of cultural imperialism. In fact, the thirty-four other countries of the hemisphere can claim to be as "American" as the United States."
Em geral eu concordo com a discussão, mas é bom lembrar que eles, os americanos, formaram o primeiro país independente das Américas. Isso traz as suas vantagens…
Nos dicionários de português existem quadro sinônimos para o gentílico alusivo a quem é oriundo dos EUA: estadunidense, norte-americano, ianque e americano.
Dos quatro, três podem provocar problemas de ambiquidade.
“Americano” originalmente é o habitante da América (Novo Mundo) e depois é que passou-se a empregá-lo como sinônimo de estadunidense.
“Norte-americano é também todo aquele oriundo do subcontinente América do Norte.
Já o termo “ianque” também é referente aos oriundos da Nova Inglaterra (um estado dos EUA), porém isso é de pouco conhecimento e dificilmente trará ambiguidade.
O termo “estadunidense” só pode ser empregado nessa acepção e não causa nenhuma ambiguidade. Mesmo quem não conhece a palavra logo deduz seu significado devido a similaridade com Estados Unidos.
O termo “estadunidense” é anterior, no Brasil, ao termo “americano”. Este último se tornou popular por aqui devido a influência dos EUA a partir da primeira metade do século XX com o cinema e televisão, principalmente.
Também a expressão “As Américas (’the Americas’)” é influência dos EUA que, devido os estadunidenses, informalmente, chamarem os EUA de “America”, precisaram achar uma outra forma de denominar o continente evitando a ambiguidade.
Até o início do século XX não havia a classificação em América do Sul e do Norte era apenas América. Quando Monroe, no século XIX disse a famosa frase “A América para os americanos” queria dizer que o continente pertencia a seus habitantes e a Europa não tinha mais o direito de recolonizá-lo.
É frescura mesmo [a discussão sobre o termo], em todo caso os latino, centro e norte-americanos (Canada) tem que admitir que os estadunidenses, agora não tem outro jeito de usar essa palavra, tem um certo monopolio sobre o termo "americano". Quem está de frescura mesmo é o Thomas Holloway.
Não. A "teologia" da prosperidade foi criada depois do Crescimento economico da América. é uma balela para tirar dinehrio de incautos, pior com o Nome de Deus.