Um relatório elaborado pelo Southern Poverty Law Center (SPLC), um grupo de defesa dos direitos civis que luta contra a intolerância, revela que a eleição de Barack Obama ? o primeiro Presidente afro-americano da história do país ? e a crise económica ajudaram a que se tenha multiplicado o número de grupos paramilitares de extrema-direita.
“Este é o aumento mais significativo que se registou nos últimos dez ou 12 anos”, afirmou, no relatório do SPLC, Bart McEntire. De acordo com o documento, intitulado “A segunda vaga: o regresso das milícias”, o número de grupos de extrema-direita racistas, muitos deles armados, aumentou 54% nos últimos oito anos, passando de 602 para 926.
McEntire, um analista de segurança governamental, lança um alerta: “Apenas falta uma faísca. É uma questão de tempo para começarmos a ver ameaças e violência”.
A eleição de George W. Bush para a presidência, no final dos anos 90, terá ajudado a reduzir o número dos grupos em causa. Mas a crise económica e a eleição de Obama teve o efeito de ajudar ao ressurgir de uma extrema-direita violenta.
DN GLOBO
“Este é o aumento mais significativo que se registou nos últimos dez ou 12 anos”, afirmou, no relatório do SPLC, Bart McEntire. De acordo com o documento, intitulado “A segunda vaga: o regresso das milícias”, o número de grupos de extrema-direita racistas, muitos deles armados, aumentou 54% nos últimos oito anos, passando de 602 para 926.
McEntire, um analista de segurança governamental, lança um alerta: “Apenas falta uma faísca. É uma questão de tempo para começarmos a ver ameaças e violência”.
A eleição de George W. Bush para a presidência, no final dos anos 90, terá ajudado a reduzir o número dos grupos em causa. Mas a crise económica e a eleição de Obama teve o efeito de ajudar ao ressurgir de uma extrema-direita violenta.
DN GLOBO