"O chanceler servil incorpora o Brasil à criadagem de Hugo Chávez
O chanceler Celso Amorim está à beira de um ataque de nervos com o comportamento dos Estados Unidos em relação à Colômbia. Anda insone com a história das bases militares. E repete de meia em meia hora que os ianques não deveriam interferir em assuntos internos de outros países.
O chanceler Celso Amorim está cada vez mais irritado com o comportamento dos Estados Unidos em relação a Honduras. Anda insone com a demora na aplicação de castigos severos ao novo governo. E repete de meia em meia hora que os ianques deveriam interferir em assuntos internos daquele país.
“Os Estados Unidos precisam reconhecer que o bloqueio econômico a Cuba, como ferramenta política, fracassou”, afirmou em abril. ”O bloqueio não provocou e não vai provocar a mudança política desejada pelos Estados Unidos em Cuba”. Mudou de ideia há semanas. Resolveu que o que não funcionou em Cuba vai dar certo em Honduras.
“Os Estados Unidos têm mais poder do que qualquer outro país para convencer o governo interino a aceitar uma solução que permita o restabelecimento da democracia”, descobriu. Em itamaratês, está propondo que o presidente Barack Obama asfixie com um bloqueio econômico a nação centro-americana que depende do comércio com os EUA para sobreviver..."
O chanceler Celso Amorim está à beira de um ataque de nervos com o comportamento dos Estados Unidos em relação à Colômbia. Anda insone com a história das bases militares. E repete de meia em meia hora que os ianques não deveriam interferir em assuntos internos de outros países.
O chanceler Celso Amorim está cada vez mais irritado com o comportamento dos Estados Unidos em relação a Honduras. Anda insone com a demora na aplicação de castigos severos ao novo governo. E repete de meia em meia hora que os ianques deveriam interferir em assuntos internos daquele país.
“Os Estados Unidos precisam reconhecer que o bloqueio econômico a Cuba, como ferramenta política, fracassou”, afirmou em abril. ”O bloqueio não provocou e não vai provocar a mudança política desejada pelos Estados Unidos em Cuba”. Mudou de ideia há semanas. Resolveu que o que não funcionou em Cuba vai dar certo em Honduras.
“Os Estados Unidos têm mais poder do que qualquer outro país para convencer o governo interino a aceitar uma solução que permita o restabelecimento da democracia”, descobriu. Em itamaratês, está propondo que o presidente Barack Obama asfixie com um bloqueio econômico a nação centro-americana que depende do comércio com os EUA para sobreviver..."
