A ministra da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Matilde Ribeiro, disse em entrevista a Paulo Henrique Amorim nesta segunda-feira, 20, que é a favor de cotas para negros no mercado de trabalho (aguarde o áudio. A ministra cobrou das empresas americanas o compromisso com as cotas para negros no Brasil.
Muitas dessas empresas, segundo a Matilde Ribeiro, têm ações afirmativas nos Estados Unidos, mas quando se estabelecem no Brasil não adoram esse sistema. “A ação afirmativa têm que ser ampla, não se resumem apenas à educação”, afirmou a ministra. Segundo ela, “a educação é um instrumento de promoção da igualdade e inclusão, sempre”.
A ministra Matilde Ribeiro lembrou que o Estatuto da Igualdade Racial completa dez anos sem aprovação no Congresso. Outro projeto que promove a igualdade racial é o que estabelece as cotas nas universidades federais, também parado no Congresso. Apesar disso, “mais de 30 universidades já aplicam as cotas”, afirmou a ministra.
Matilde Ribeiro disse também que “individualmente” o brasileiro não se vê como racista, mas “reconhece que as oportunidades para os negros não são iguais (às dos brancos)”.
http://conversa-afiada.ig.com.br/materias/401001-401…01056_1.html
Acho que essa história de cotas já deu, né?
Muitas dessas empresas, segundo a Matilde Ribeiro, têm ações afirmativas nos Estados Unidos, mas quando se estabelecem no Brasil não adoram esse sistema. “A ação afirmativa têm que ser ampla, não se resumem apenas à educação”, afirmou a ministra. Segundo ela, “a educação é um instrumento de promoção da igualdade e inclusão, sempre”.
A ministra Matilde Ribeiro lembrou que o Estatuto da Igualdade Racial completa dez anos sem aprovação no Congresso. Outro projeto que promove a igualdade racial é o que estabelece as cotas nas universidades federais, também parado no Congresso. Apesar disso, “mais de 30 universidades já aplicam as cotas”, afirmou a ministra.
Matilde Ribeiro disse também que “individualmente” o brasileiro não se vê como racista, mas “reconhece que as oportunidades para os negros não são iguais (às dos brancos)”.
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Acho que essa história de cotas já deu, né?

