"Condenado em 2001 à prisão perpétua pelo atentado contra um avião de Pan Am em Lockerbie, na Escócia, no qual 270 pessoas morreram, o terrorista Abdelbaset Ali al-Megrahi foi recepcionado com festa ao chegar à Líbia, nesta quinta-feira (20).
Abdelbaset Ali al-Megrahi chegou ao país num voo acompanhado pelo filho do líder líbio Muamar Khadafi..."
Megrahi é o único condenado pelo ataque, em 1988, a um Boeing 747 que se dirigia aos Estados Unidos, que explodiu quando sobrevoava a localidade escocesa de Lockerbie, atentado no qual morreram os 259 ocupantes do aparelho, 189 deles americanos, e 11 moradores do município..."
No dia em que isso aconteceu, o William Waak, que é dos poucos, senão o único, que usa expressões tipo "ditador comunista" e "ditadura comunista", portanto um dos menos piores que há por aí, disse (algo do tipo) que esse gesto demonstrava a superioridade do sistema democrático e do estado de direito sobre as ditaduras.
Não é bem assim. Infelizmente a mentalidade da maioria dos muçulmanos, que foi pouco permeável aos valores democráticos ocidentais, que são hoje valores da humanidade assim como aspectos da cultura árabe o são também (embora nem todo muçulmano seja árabe e nem todo árabe muçulmano), enfim, a mentalidade deles faz com que considerem isso um gesto de fraqueza e não de altivez. Essa mentalidade não mudou muito, em séculos.
No século XVI, nas lutas encarniçadas contra muçulmanos que dominavam parte da costa ocidental da India, um comandante de um navio português viu uma outra embarcação com vários muçulmanos desarmados, inclusive mulheres e crianças. Foi persuadido por seus conselheiros a afundar o tal navio que estava a mercê. Ele relutou cometer tal ato de barbárie mas acabou assim procedendo porque, se não o fizesse, Portugal não se estabeleceria na India, porque era assim que os muçulmanos procederiam se a situação fosse a inversa, assim como até hoje escravizam sudaneses cristãos. Ou seja, era isso que esperavam que o comandante português fizesse e era isso que infundia respeito. E Portugal lá ficou até 1961.
Essa amizade do Lula com o ditador Líbio deve ser porque o Khadafi anda dando dicas de plástica à D. Marisa.
Agora, falando sério, não é só o Brasil que está adulando ditadores assassinos. Outro dia o Khadafi também foi recebido com tapete vermelho na Itália, berço, junto com a Grécia, da civilização ocidental.
É aquilo que a Priscila comentava em outro tópico, o ocidente está se auto destruindo.
E aqueles de fora, que querem essa destruição, estão "assistindo de camarote".
La represión del Día de la Ira en Libia deja al menos 24 muertos
Miles de personas protestan de madrugada en Bengasi, donde ha habido choques con el Ejército y fieles a Gadafi.- Hoy coincidirán los funerales por los muertos ayer con el día de rezo
Al menos 24 personas han muerto durante la represión de las manifestaciones convocadas por la oposición en el Día de la Ira, la jornada de protesta que echó ayer a la calle a miles de libios que reclamaron el fin del régimen de Muamar el Gadafi. El trágico balance ha sido ofrecido esta mañana por la televisión Al Yazira, cifra que ha confirmado poco después la organización Human Rights Watch (HRW).
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Líbia exige que UE pare de incentivar protestos no país
País ameaçou suspender cooperação na luta contra a imigração ilegal
A Líbia exigiu que a União Europeia (UE) pare de "incentivar" os protestos sociais que acontecem em várias cidades do país, ameaçando "suspender a cooperação" no combate à imigração ilegal caso o bloco não mude sua atitude, informou neste domingo a presidência húngara da UE.
— Na quinta-feira, o embaixador da Hungria (na Líbia) foi convocado em Tripoli e comunicado que, se a UE continuasse incentivando as manifestações, a Líbia suspenderia sua cooperação na luta contra a imigração ilegal — explicou o porta-voz da presidência rotativa europeia, que este semestre é ocupada pela Hungria.
Após a convocação do embaixador, "os outros representantes europeus em Trípoli receberam a mesma mensagem", disse o porta-voz, confirmando informações publicadas pelo jornal francês Le Monde.
As autoridades líbias expressaram seu "descontentamento" com declarações feitas na quarta-feira passada pela chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, que fez comentários sobre a liberdade de expressão no país, palco de protestos violentamente reprimidos contra o ditador Muamar Kadhafi.
Ashton pediu que Trípoli ouvisse os manifestantes e evitasse a todo custo a violência.
Más de 200 muertos tras una brutal represión de las protestas en Libia
Gadafi sofoca la revuelta con morteros y ametralladoras y paraliza la difusión de información.- Decenas de fallecidos tiroteados en Bengasi. -La revuelta se extiende a Trípoli
La brutal represión contra los manifestantes el domingo en la ciudad libia de Bengasi (con poco más de un millón de habitantes, en el noreste del país) ha elevado drásticamente la cifra de muertos en las revueltas contra Gadafi. En medio de un cerrojazo informativo, fuentes médicas independientes hablan de más de 200 muertos y casi un millar de heridos. Solo el domingo después de la una de la tarde se han registrado 50 muertes, según informa Reuters.
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Muamar Kadafi estava sumido das manchetes da mídia ocidental, desde que parou de apoiar (e financiar) o terrorismo internacional. Para o líder líbio, a conquista da Europa pelo Islã é mera questão de tempo, uma vez que a taxa de fecundidade de grupos cristãos em países como França e Reino Unido é cerca de sete vezes menor do que a de grupos muçulmanos, sendo assim, ações armadas ou violentas contra os ocidentais não seriam mais necessárias.
No que tange a democracia, considero que esse sistema é incompleto e falho, no entanto ainda não inventaram um melhor. O maiores problemas na maioria das democracias acontecem devido a distorções nesse sistema, tal como ocorre em países como a Venezuela (onde o fenômeno é mais perceptivel), por exemplo, onde o poder Executivo controla, inibe, ou sufoca totalmente os outros 3 poderes; Legislativo, Judiciário e imprensa (sim, considero a imprensa livre o quarto poder).
PS: não vou me aprofundar aqui, enumerando os atuais problemas com a mídia, os quais são semanalmente apontados pelo professor Olavo.
Ayrton, obrigado pelos esclarecimentos sobre o Kadhafi, eu nem me lembra mais dele, por isso minha "surpresa" da Libia estar de novo nas manchetes. Sobre a democracia, minhas implicâncias são outras, tem a ver com a moderna "democracia de massas". Não vejo como a "média" da população possa tratar de certos temas. Mas, em fim, é o que temos hoje, para o bem ou para o mal.
"Certos temas" não foi bem colocado, o certo seria escolher seus representantes, mas sem querer acertei. Hoje em dia existe consultas populares para tudo. A democracia (de massas) procura legitimar tudo democraticamente, até de forma temerária.
É verdade, como eu disse trata-se de um sistema falho e incompleto. O problema é que as únicas alternativas à democracia e sua divisão dos Poderes são os sitemas que podem facilmente perveter-se (o que sempre ocorre na prática) em tiranias.
Não gosto muito do filme e não li o livro, no entanto o tema central da séria "O Senhor dos Anéis" parece-me tratar justamente disso: como o poder (simbolizado pelo anel) pode corromper até mesmo a pessoa mais bondosa e justa.
O filho do Khadaffi disse que o país pode entrar numa guerra civil.
Li pela Fox que há casos de tiroteios com armas pesadas. Houve alguns casos onde havia funeral de gente morta pela polícia e o exército, e as pessoas estavam armadas. Depois vinha um ataque pesado do exército e o tiroteio começava para ambos os lados.
Do pouco que eu li a situação é extremamente grave. Ainda vamos ver notícias da Líbia. E notícia ruim.
Segundo o STRATFOR não há confirmação de que o bombardeio era contra os manifestantes, e sim contra posições do exército. E parece que a marinha também bombardeou posições na costa. Há violência contra os mafinestantes sim, o
Moammar-amigo-do-Lula-Ghadafi ordenou pena capital aos soldados que se recusem a disparar em manifestantes, mas a notícia de que estes são massacrados do ar pode ser boato vindo de gente querendo ver o circo pegar fogo.