Crack só existe nos grandes centros, e é justamente pra matar os pobres. Os traficantes não deixam ela ser vendida fora, há uma espécie de divisão do mercado. Por falar nisso, leiam a resenha do livro Red Cocaine, que tá no Midia Mais ou no Midiasemascara.
Eu, que não entendo de drogas, achava
que o Crack era usado só pelos mais pobres.
De fato era, diferentemente da cocaína que era no começo usada pelas classes mais altas só sendo consumida bem mais tarde pelos pobres, o crack fez o caminho inverso. O crack custa barato, mas como o barato sai caro, o efeito dura muitos menos tempo que cheirar coca ou fumar maconha. Tem usuários que cheiram de trinta a quarenta pedras no espaço de 24 horas, isso custa entre R$ 150 e 200.
O efeito do crack é devastador, um usuário pode viciar na primeira vez que fuma e os índices de cura do vício são baixíssimos. Tenho conhecimento de vários óbitos provocados pelo uso do crack aqui na minha cidade, quase sempre de jovens, alguns deles eu conhecia pessoalmente.
Sacanagem das sacanagens: os traficantes colocam crack na maconha e o maconheiro fica civiado em crack sem saber.
Crack = Colapso Social? Não tenham a menor dúvida, aqui no meu estado a poucos dias foi apreendido matéria prima que dava para produzir dois milhões de pedras.
A problemática do trafico e e consumo de crack está sob responsabilidade dos Estados, porque o Governo Federal não tem interesse nos problemas causados pelo vício, sendo inclusive uma das estratégias revolucionárias dopar o povo e além disso como todos nós bem sabemos, colocar o EB ou a PF, ambas instituições submissas ao Executivo, contra o trafico interferiria nos interesses financeiros das Farcs e isso o Mrs. da Silva não vai fazer.
Tenho que elogiar aqui a atuação da BM e das PCs do RS no combate ao trafico, mas sei que isso só acontece porque o comando, tanto da Brigada como da Civil não está submissa ao Governo Federal, senão sifu de vez. O descaso do Executivo Federal é revoltante e o Lula com aquele eterno sorriso cínico no rosto, sem falar da sinistra figura do Tarso Genro, xerife da PF e protetor de bandidos e terroristas.
Crack só existe nos grandes centros, e é justamente pra matar os pobres.
Você está enganado, eu moro em uma cidade pequena e não faz muito foram estourada várias bocas de fumo aqui e duas dezenas de pessoas foram presas. O interessante é que as bocas são um negócio de familia em muitos casos, estão os pais e filhos envolvidos no comércio, geralmente tem um botequinho como fachada.
Temos que levar em conta também que tem acontecido muitos assassinatos entre familiares, drogados em crack que matam o pai ou a mãe ou vice-versa. É muito raro isso acontecer com o consumo de outras drogas.
Como disse o Olavo, os "estudiosos", esses pretensos intelectuais, só se dão conta quando o fato está consumado. Em vez de analisar a situação e ver para onde a corrente pode ir, já analisam o fato consumado quando já não há mais nada a fazer.
Eu não conheço o crack, mas como se trata de uma "pedra" imagino que ela seja esfarelada e misturada a maconha que depois é prensada. Maconha adulterada com crack é conhecida como "pitico". Como o crack é queimado como a maconha para ser para ser ingerido não há incompatibilidade no consumo simultâneo. Isso é feito como uma armadilha para viciar os maconheiros na "pedra".
O crack é uma desgraça. Numa reportagem a anos atrás mostraram garotos de 10 ou 12 anos usando essa droga em São Paulo. O efeito começava em 10 segundos, sem contar a potência do vício.
Só falta o sujeito beber tequila pura e tomar ecstasy junto com o crack.
O poder de destruição e de viciar do crac é milhares de vezes maior do que o da maconha, por exemplo; além disso, o viciado maconheiro nunca terá uma overdose de cannabis sativa, ao passo que os viciados em crac além de viciarem-se já na primeira (ou no máximo na segunda vez que usam essa droga), correm sim um sério risco de morte por overdose.
O viciado em crac costuma morrer cedo, o que "obriga" os traficantes a promoverem bailes funks e "promoções" (ou "test drives") distribuindo gratuitamente crac e cocaína e incentivando assim novos e fiéis "clientes".
A fase da maconha não nescessariamente servirá de "primeiro degrau" para o adolescente adentrar o mundo das drogas, até porque esse papel de "primeiro degrau" geralmente é exercido pelo álcool: uma droga pesada, legalizada, socialmente aceita e facilmente comprada em qualquer esquina, até por menores.
Para quem tem amigos ou parentes adolescentes que estejam experimentando drogas (por curiosidade, aventura, auto-afirmação ou para ser aceito em um turma), a minha recomendação é que obriguem os jovens a LEREM sobre os danos causadios pelas drogas (legais e ou ilegais). Em casos mais graves, levem os garotos numa reunbião do AA ou do NA, onde poderão saber a opinião de quem foi ao Inferno e voltou (?).
PS: mostrem o vídeo do dorminhoco inútil do ZIna (acima).
Infelizmente, boa parte das pessoas é muito infantil para conviver com a liberdade. Elas precisam de um governo e de uma religião que lhes ensinem valores morais e de uma polícia forte que as impeçam de cometer suicídio.
Para finalizar, um dos casos mais graves, na minha opinião é a "Smirnoff Ice", verdadeira febre entre os adolescentes porque mistura o álcool (o que agrada a parte "adulta") com gostinho de refrigerante ( o que agrada a parte "criança" da personalidade do (da) jovem.
Também é importante notar que em festinhas o consumo de Smirnoff Ice e similares é altíssimo, ao passo que o consumo de crac, qiando feito é sempre às escondidas - o que sempre dificulta.
Também devemos ter em mente que a TOLERÂNCIA das mulheres e dos jovens ao álcool é MUITO MENOR do que num homem adulto; agora imaginem uma menina enchendo a cara com "refrigerante de vodca" como é que vai ficar o superego" (ou o "controlador moral") da garota e os garotos mais maquiavélicos sempre vão tentar tirar proveito disso e exenmplos disso não faltam: dezenas de vídeos de adolescentes bêbadas fazendo sexo com vários aparecem , volta e meia, na internet.
Infelizmente, boa parte das pessoas é muito infantil para conviver com a liberdade. Elas precisam de um governo e de uma religião que lhes ensinem valores morais e de uma polícia forte que as impeçam de cometer suicídio. [2]
Eu também gosto (muito raramente) de vodca, Luiz, mas eu tenho 44! A molecada tá enchendo a cara de S. I. e perdendo as estribeiras; o teor alcóolico da vodca (+ ou - 40%) é muito maior do que da cerveja (+ ou - 3%), por exemplo, mas os moleques NÃO SABEM DISSO porque NÃO LÊEM a rersdpeito do que estão consumindo.
Aliás, a burrice é imperante no meio da garotada ocidental e a situação talvez seja ainda pior num país com o permissivismo do Brasil; a prova disso foi a demonstração inequívoca de ESPÍRITO DE REBANHO no caso da estudante da Uniban "expulsa" pelos colegas - talvez por acharem que ser prostituta (e nós não sabemos nem se ela é) é pior do que ser um drogado e defensor de Hugo Chavez, Mao, Lenin etc
A molecada no Brasil, pelo menos nos grandes centros, "vai para a night" disputar espaço com adultos. Pior; tem mais adolescente do que adultos na maioria das baladas no Rio de Janeiro - todos bebendo e fazendo tudo que os adultos http://fazem.as/ minhas vizinhas não devem ter 18 anos e chegam sempre de manhã, quando estou saindo pro trabalho, no sábado.
Espero ter sido claro: não estou defendendo maconha, cerveja ou qualquer outra droga, mas apenas me atendo aos fatos, à verdade.
No caso dos adolescentes e a cultura de sua "cultura de permissividade" é assim q ue eu vejo: são altamente preconceituosos, com: direitistas, religiosos, pessoas mais velhas e , curiosamente, com prostitutas (talvez por ser a primeira geração da História que não "utiliza esse serviço" já que são altamente promíscuos). Também percebo que para eles próprios tudo é permitido (viadagem, mulher com mulher, "satanismo", bissexualismo, beijo triplo etc
Estamos falando de uma geração que não acredita em Deus (e nem teria como, uma vez que os pais não passam mais aos filhos, os bons e velhos conceitos religiosos) e que utiliza a maior ferramenta de pesquisa já criado (internet), apenas para bater papo inútilmente (por exemplo: haters) ou para namorar (os adolecentes brasileiros passam mais de 90% do tempo em sites de relacionamento para arrumar uma tranza).
Uma geração de bocós usando drogas pesadas (drogas sinbtéticas em raves, crac, vodca, maconha híbrida...) e altamente promíscua, preconceituosa e relativista.
Crack, o caminho de volta - Histórias de ex-usuários apontam para a saída da dependência da droga que mudou o tratamento do vício.
Terapia convencional não funciona
Uma análise do comportamento de usuários de crack, com base em estudos sobre o impacto da droga no corpo, traz uma dura constatação. “Terapias convencionais, remédios, centros de tratamento — nada disso mais está conseguindo curar a doença do vício”, alerta Jairo Werner.
Para o especialista, o tratamento mais adequado é bem mais caro e demorado. “É preciso um tratamento interligado, com internação, assistência psicológica, remédios mais potentes e, principalmente, um ambiente protegido, porque ele, mais do que um depende de cocaína, vai tentar fugir”.
De todos os entorpecentes ilícitos traficados no Brasil hoje, nenhum tem o poder de viciar tão rápido nem de causar os mesmos danos ao corpo e à mente. Em uma tragada, já vem a ‘fissura’ e a vontade de fumar mais. Em 15 dias de uso regular, a dependência. Nesse ritmo, em até um ano, o usuário pode estar morto.
Pior uma história que aconteceu numa escola aqui: um aluno (de 22 anos - EJA) estava traficando crack na escola, foi chamado pela direção, admitiu e foi expulso da escola. Poucos dias depois, uma juíza disse que o aluno teria direito de frequentar as aulas e que não poderia ser expulso. Está frequentando as aulas, e a direção desde então é impotente contra o tráfico de drogas na escola.
Outra: uma professora amiga minha tinha uma aluna (já com 2 filhos) no EJA e a garota insistia em perturbar suas aulas. A professora foi orientada pela direção a não tomar medidas contra essa garota porque ela era "irmã de traficante"...
O uso de drogas está banalizado. Quem não usa, hoje, é mal visto. As garotas, mesmo, não se atraem tanto por garotos "ortodoxos". Usar drogas, hoje, é ter "status". E quem não usa tambem tem status, só que de idiota.
E sobre o que o Ayrton disse acerca dos jovens aceitarem tudo, é verdade. Mas, paradoxalmente, em vez de serem menos discriminatórios, eles ficam cada vez mais preconceituosos. Eles aceitam o que eles gostam, mas quem estiver fora, eles execram. Não são tão permissivos e "liberais" assim. Os adultos do porvir, não são serão bons adultos, podem apostar (espero que morram antes da fase adulta).
É isso mesmo, Zero; é exatamente como o OdeC falou no Seminário de Filosofia: a revolução sexual só trouxe aids (etc), putaria, perdição, vazio interior etc. Eu lí quase tudo do Willelm Reich, há uns 20 anos, cheguei a fazer terapia reichiana e acreditava naquilo. Hoje vejo que a "Revolução Sexual" (nome de um de seus livros), ao invés de "curar o câncer e o homossexualismo" só trouxe desgraça e dor de cabeça.
PS: Curiosamente, e por outro lado, a terapia Rechiana é excelente no sentido de que trabalha o corpo e a mente, simultaneamente, com vários exercícios e alongamentos (algo + ou - como o moderno "pilates"). Eu recomendo.
O crack vai destruir nossa sociedade e disso tenho absoluta certeza.
Essa conclusão eu tirei há algum tempo quando vi uma reportagem sobre o poder altamente destrutivo da droga, além da sua capacidade de transformar qualquer viciado em um assassino potencial. Por esta droga, o sujeito faz qualquer coisa.
Se o problema do crack não for atacado IMEDIATAMENTE pela autoridades competentes deste país, não sei o que será do Brasil, principalmente em seus grandes centros, daqui há dez ou quinze anos...
Oswald Spengler já tinha previsto, lá pelos anos de 1920, que a partir do ano 2000, o Ocidente afundaria cada vez mais na barbárie, até chegar ao caos completo lá pelo ano 2200.
Combate da Brigada Militar e da Polícia Civil ao tráfico ajuda a baixar índices de assassinatos, assaltos e roubos de veículos
Os gaúchos estão matando e roubando menos. É o que indicam os últimos dados sobre a criminalidade no Estado, divulgados pela Secretaria da Segurança Pública. As reduções mais significativas ocorreram com homicídio, assalto e roubo de veículos – segundo a Brigada Militar, o combate ao tráfico vem ajudando a derrubar esses índices de violência no Estado.
As informações disponíveis no site da secretaria possibilitam dois tipos de comparação com igual período do ano passado: apenas outubro (até o dia 28) ou os 10 primeiros meses. Em ambas as hipóteses, há redução de crimes violentos.
Os assassinatos – parâmetro internacional para aferir a violência de uma sociedade – encolheram 16,2%, em outubro, se confrontados com o mesmo período de 2008. Se cotejados os 10 primeiros meses do ano, a diminuição é tímida, mas ainda assim expressiva: -2,8%. Algo semelhante acontece com o roubo de veículos, uma chaga que castiga em especial a classe média. De janeiro a outubro, desapareceram de ruas, avenidas e estradas do Rio Grande do Sul 10.454 veículos – 1.184 menos (-10%) que os 11.838 levados no ano passado. Restringindo a análise apenas a outubro, têm-se dados ainda mais satisfatórios: 1.150 ante 875 (-23,9%).
Para o coronel Jones Calixtrato Barreto dos Santos, subcomandante-geral da BM, os números indicam o acerto de uma política de combate à criminalidade traçada pela corporação.
– Para baixar homicídios tem que reduzir também o roubo e o furto de veículos e o tráfico, como temos feito. Estamos fazendo prisões de traficantes, apreendendo drogas, que superam em muito as apreensões de anos anteriores – interpreta Jones.
As operações da BM contra o tráfico indicam que, de fato, aumentou o cerco aos criminosos. De janeiro a outubro, as ocorrências aumentaram 30,2%, saltando dos 3.893 registros no ano passado para 5.069 em 2009.
Número 2 na hierarquia da corporação, o oficial revela uma meta é ambiciosa:
– Queremos reduzir em 40% homicídios e furto e roubo de veículos este ano.
Além do cerco ao tráfico, o titular da Delegacia de Homicídios, Bolívar Llantada, atribui a diminuição dos assassinatos à redução da sensação de impunidade:
– Graças a um mutirão, duplicamos a nossa produtividade. Em média, são remetidos 120 inquéritos para a Justiça. Muitos com autoria. Isso tem um impacto nos crimes.
Ao deparar com os números positivos, o delegado Juliano Ferreira, especializado em investigar quadrilhas de assaltantes, é cauteloso. Para ele, o fato de as polícias, a Justiça e o Ministério Público priorizarem o combate a crimes violentos pode fazer com que haja migração de delitos.
– Há outras delitos, como o tráfico, que são mais vantajosos porque os criminosos se expõem menos – pondera o delegado.
Integrante de uma família de policiais, o delegado acredita que o descrédito da população possa estar empurrando alguns índices para baixo:
– É preciso reconhecer que pequenos assaltos nem sempre são registrados.
É pessoal, mas sabemos que o que vai pautar as próximas eleições aqui no RS é a corrupção no atual governo. A (des)honestidade dos adversários é a bandeira do PT na falta de argumento melhor e isso costuma dar bons resultados. Se o Tarso ganhar as próximas eleições, coisa que não espero que aconteça, as políticas públicas efetivas de combate ao narcotrafico nos Estado (não essa frescura da RBS com a campanha "Crack nem pensar") vai declinar.
Eu posso estar enganado e o articulista que obteve informações junto com a polícia também, mas percebo que os Comando da BM e da PC, estão fazendo o que podem. Eu entendo um pouco de hierarquia militar e sei que se os Comandos tiverem carta branca e estímulo do Executivo para efetuar operações contra determinado tipo de crime, a coisa anda, como pode acontecer o contrário, o chefe do Executivo (Governador) ter outras prioridades nas políticas de segurança pública e passar panos quentes nos traficantes por exemplo.
Existe um descompasso evidente entre o Executivo Federal e os Executivos estaduais nas políticas de combate ao tráfico e isso sabemos bem o "porque" (FSP).