BRASÍLIA - O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou o julgamento sobre a última denúncia que pesa contra o deputado federal Antonio Palocci (PT-SP), acusado de ter participação na violação e divulgação dos dados bancários do caseiro Francenildo Costa, suspeito na época, de receber dinheiro da oposição para denunciar o então ministro da Fazenda. Palocci já se livrou de 20 dos 21 processos que respondia no Supremo. Acompanhe o julgamento abaixo.
Na chegada ao Supremo, a defesa de Pallocci afirmou que não há provas contra o seu cliente. “Em mais de 3.000 páginas dos autos, não há nenhuma prova de que o ex-ministro teve a ver com a quebra de sigilo. Nós estamos em uma situação maniqueísta, de um lado um trabalhador humilde contra um ministro de Estado, uma espécie de Davi contra Golias", afirmou advogado José Roberto Batochio.
A denúncia contra Palocci trata de um fato ocorrido em 2006, quando o caseiro Francenildo Costa afirmou que o petista frequentava uma mansão em Brasília, onde supostamente aconteciam atividades ilícitas.
O ex-presidente da Caixa Econômica Federal Jorge Mattoso e o jornalista Marcelo Netto, assessor de imprensa do Ministério da Fazenda na ocasião, também foram denunciados pelo Ministério Público Federal e serão julgados.
Uma decisão do STF concluindo pela inocência de Palocci ajudaria seus planos políticos. O deputado do PT é considerado uma espécie de “curinga” pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Atualmente, é cotado tanto para substituir o ministro das Relações Institucionais, José Múcio Monteiro - que assumirá uma cadeira no Tribunal de Contas da União (TCU) -, como para ser candidato ao governo de São Paulo.
http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/08/27/sup…8111091.html
Na chegada ao Supremo, a defesa de Pallocci afirmou que não há provas contra o seu cliente. “Em mais de 3.000 páginas dos autos, não há nenhuma prova de que o ex-ministro teve a ver com a quebra de sigilo. Nós estamos em uma situação maniqueísta, de um lado um trabalhador humilde contra um ministro de Estado, uma espécie de Davi contra Golias", afirmou advogado José Roberto Batochio.
A denúncia contra Palocci trata de um fato ocorrido em 2006, quando o caseiro Francenildo Costa afirmou que o petista frequentava uma mansão em Brasília, onde supostamente aconteciam atividades ilícitas.
O ex-presidente da Caixa Econômica Federal Jorge Mattoso e o jornalista Marcelo Netto, assessor de imprensa do Ministério da Fazenda na ocasião, também foram denunciados pelo Ministério Público Federal e serão julgados.
Uma decisão do STF concluindo pela inocência de Palocci ajudaria seus planos políticos. O deputado do PT é considerado uma espécie de “curinga” pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Atualmente, é cotado tanto para substituir o ministro das Relações Institucionais, José Múcio Monteiro - que assumirá uma cadeira no Tribunal de Contas da União (TCU) -, como para ser candidato ao governo de São Paulo.
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