A Assembleia Nacional da Venezuela aprovou, terça-feira, um projecto de lei que proíbe a fabricação, importação, distribuição, venda e aluguer de videojogos e brinquedos bélicos no país.
O projecto de lei será ainda submetido a mais um debate parlamentar e depois à votação dos parlamentares.
A iniciativa partiu do deputado José Albornoz, do partido Pátria Para Todos (PPT), uma das organizações que apoiam o projecto de instalação no país de um regime de "socialismo do século XXI", liderado pelo presidente Hugo Chávez.
Durante a exposição de motivos os parlamentares defenderam uma "cultura da não violência" e que os jogos devem ser entendidos como uma actividade recreativa que desenvolva capacidades nas futuras actuações das crianças.
Outros motivos apresentados destacaram "a influência que os brinquedos têm sobre o desenvolvimento numa das etapas mais importantes da vida como é a infância" pelo que "a maneira de jogar e o vínculo das crianças através do jogos são severamente afectados pelos brinquedos bélicos".
Segundo José Albornoz, o Estado venezuelano não controla as armas de brinquedo e as mesmas podem inclusive ser usadas por delinquentes pela similitude de características.
A nova lei prevê que o Instituto de Defesa das Pessoas no Acesso a Bens e Serviços fiscalize quem fabrique, importe, distribua, venda ou alugue videojogos.
O projecto de lei será ainda submetido a mais um debate parlamentar e depois à votação dos parlamentares.
A iniciativa partiu do deputado José Albornoz, do partido Pátria Para Todos (PPT), uma das organizações que apoiam o projecto de instalação no país de um regime de "socialismo do século XXI", liderado pelo presidente Hugo Chávez.
Durante a exposição de motivos os parlamentares defenderam uma "cultura da não violência" e que os jogos devem ser entendidos como uma actividade recreativa que desenvolva capacidades nas futuras actuações das crianças.
Outros motivos apresentados destacaram "a influência que os brinquedos têm sobre o desenvolvimento numa das etapas mais importantes da vida como é a infância" pelo que "a maneira de jogar e o vínculo das crianças através do jogos são severamente afectados pelos brinquedos bélicos".
Segundo José Albornoz, o Estado venezuelano não controla as armas de brinquedo e as mesmas podem inclusive ser usadas por delinquentes pela similitude de características.
A nova lei prevê que o Instituto de Defesa das Pessoas no Acesso a Bens e Serviços fiscalize quem fabrique, importe, distribua, venda ou alugue videojogos.