Reforma de Obama reacende “guerra cultural” nos EUA
Horas depois do anúncio da morte de Ted Kennedy, na quarta, os democratas passaram a capitalizar. A aprovação pelo Congresso do empacado plano de reforma de saúde pública, disse o partido de Barack Obama, seria a melhor homenagem ao veterano senador.
De fato, o caçula dos irmãos do clã Kennedy foi o autor do esboço do projeto principal da lei que Obama quer que seja o marco de seu primeiro ano. Ele dizia que a reforma era a causa de sua vida. Poucas horas depois, também, o influente site conservador Drudge Report colocou no ar a manchete: “Lei de saúde da cova: Democratas promovem “Kennedycare’”.
Passados quase oito meses da posse do presidente que foi eleito se dizendo bipartidário e pós-racial, os EUA se encontram tão divididos quanto no auge da era Bush. Três índices dão a dimensão do cisma:
1-Em levantamento do Gallup de quinta-feira, Obama caiu para 50% de aprovação nas pesquisas de popularidade, ante um pico de 69%. Já é menos que o resultado nas urnas, quando teve 52,9% dos votos, o que indica que o democrata não só torrou todo seu capital político como entrou no vermelho.
Se continuar nesse ritmo, de quase unanimidade, Obama passará a ser minoria no país a partir da semana que vem -o terceiro presidente a fazer isso tão rapidamente desde a Segunda Guerra. Bush pai e filho levaram três anos para cruzar aquela marca negativa.
2-Desde que Obama tomou posse, o número de ameaças ao ocupante da Casa Branca disparou 400%, segundo o estudioso Ronald Kessler, que acaba de lançar o livro “In The President’s Secret Service” (Dentro do Serviço Secreto do Presidente, em tradução livre).
3-As audiências das partidárias emissoras de notícias Fox News (conservadora) e MSNBC (progressista) tiveram saltos recordes, a primeira com um ganho de 24% em relação ao período anterior, a segunda com aumento de 10%, segundo o Nielsen. Pela primeira vez, a CNN, mais imparcial, ficou em terceiro, com queda de 22%.
Horas depois do anúncio da morte de Ted Kennedy, na quarta, os democratas passaram a capitalizar. A aprovação pelo Congresso do empacado plano de reforma de saúde pública, disse o partido de Barack Obama, seria a melhor homenagem ao veterano senador.
De fato, o caçula dos irmãos do clã Kennedy foi o autor do esboço do projeto principal da lei que Obama quer que seja o marco de seu primeiro ano. Ele dizia que a reforma era a causa de sua vida. Poucas horas depois, também, o influente site conservador Drudge Report colocou no ar a manchete: “Lei de saúde da cova: Democratas promovem “Kennedycare’”.
Passados quase oito meses da posse do presidente que foi eleito se dizendo bipartidário e pós-racial, os EUA se encontram tão divididos quanto no auge da era Bush. Três índices dão a dimensão do cisma:
1-Em levantamento do Gallup de quinta-feira, Obama caiu para 50% de aprovação nas pesquisas de popularidade, ante um pico de 69%. Já é menos que o resultado nas urnas, quando teve 52,9% dos votos, o que indica que o democrata não só torrou todo seu capital político como entrou no vermelho.
Se continuar nesse ritmo, de quase unanimidade, Obama passará a ser minoria no país a partir da semana que vem -o terceiro presidente a fazer isso tão rapidamente desde a Segunda Guerra. Bush pai e filho levaram três anos para cruzar aquela marca negativa.
2-Desde que Obama tomou posse, o número de ameaças ao ocupante da Casa Branca disparou 400%, segundo o estudioso Ronald Kessler, que acaba de lançar o livro “In The President’s Secret Service” (Dentro do Serviço Secreto do Presidente, em tradução livre).
3-As audiências das partidárias emissoras de notícias Fox News (conservadora) e MSNBC (progressista) tiveram saltos recordes, a primeira com um ganho de 24% em relação ao período anterior, a segunda com aumento de 10%, segundo o Nielsen. Pela primeira vez, a CNN, mais imparcial, ficou em terceiro, com queda de 22%.