Estão vendo a entrevista ao Cabo Anselmo na Band??
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Está interessante!!! Ele afirmou que Brizola patrocinou a viagem dele à CUba para fazer treinamento de guerrilha.
E fez declarações que confirmam as denúncias do OdeC; como por exemplo, a URSS enviava dinheiro para cuba que redistribuía recursos para financiar a revolução comuna na américalatina
Foro de São Paulo, Fundação Ford, Diálogo inter-americano, KGB e etc.
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Só por falar disso em rede nacional, mesmo que de forma desordenada, eu já gostei desse cara.
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Essa entrevista tem que ir para o youtube.
Cabo Anselmo mostrou-se uma reserva de lucidez nesse país de idiotas. Os jornalistas comunistas tentanto enquandrá-lo. Foi revoltante e cômico ao mesmo tempo.
Falou o que muitos dessa comunidade gostariam de falar. Hoje dormirei um pouco mais satisfeito.
Entrevista surpreendente!!!
o cara meteu bronca! falou da decadência da educação e dos valores, da aliança com o capital financeiro, falou q o FHC foi socializante!!!
Qndo o cabo Anselmo começou a falar da política "socializante" de FHC (chocando Boris Casoy), da doutrinação revolucionária dentro do MST, Antonio Teles vem com uma: "vc veio numa camionete com um adesivo escrito 'Endireita Brasil', 'Armas não matam pessoas: pessoas matam pessoas', ...". Querendo ter dito: "nao levem este maluco a sério. Ele é conservador, direitista, reacionário"
Eu também reparei nisso. E teve uns lá na mesa que interrompiam o Cabo Anselmo toda hora, no melhor estilo Jô Soares.
Estava "zapeando" e vi um pedaço do programa. Achei que ele era o Leonardo Boff.
Tive a pachorra de procurar pelo mesmo no Google, vi uma foto dele e constatei: "Ah, não vou ver essa p* de Leonardo Boff. De jeito nenhum". O volume da TV estava baixo e nem prestei atenção na conversa.
O pedido de indenização de Cabo Anselmo, por ter sido torturado antes de virar a casaca, está parado na Comissão de Anisitia. A turma de lá sabe que ele preenche os requisitos legais objetivos para ser indenizado, mas não querem dividir o butim com ele, por que ele é um "traíra", um "X-9"
Ação de Anselmo é pré-64, diz policial
Diretor do Dops carioca à época do golpe afirma que antes agente duplo da ditadura já era informante
De acordo com Cecil Borer, Cabo Anselmo colaborava com o Dops, o Cenimar e "americanos'; ex-marujo nega delação antes de 1971
MÁRIO MAGALHÃES
A SUCURSAL DO RIO
Diretor do Dops carioca à época do golpe de Estado de 1964, o policial Cecil Borer (1913-2003) afirmou dois anos antes de morrer que o marinheiro de primeira classe José Anselmo dos Santos, mais célebre agente duplo a serviço da ditadura militar, já era informante da Marinha e da polícia política antes da deposição do presidente João Goulart.
O ex-marujo tornou-se conhecido -em erro sobre seu posto- como Cabo Anselmo. Ele sustenta que só no começo da década de 1970 passou a colaborar com o aparato estatal.
A atividade de Anselmo resultou na morte de muitos militantes da oposição armada ao regime militar (1964-85), inclusive de sua mulher, a paraguaia Soledad Barrett Viedma.
Hoje ele reivindica ser anistiado político, ser reintegrado à Marinha como suboficial, aposentadoria e indenização. Vive escondido, temendo vingança. No processo que tramita na Comissão de Anistia do Ministério da Justiça, o marinheiro expulso da Força em 1964 e cujos direitos políticos foram cassados por dez anos diz ter sido vítima de perseguição do Estado.
As entrevistas de Borer ao repórter da Folha foram concedidas em 2001 na apuração para um livro e uma reportagem. Ele autorizou a gravação. Suas declarações contradizem a versão de Anselmo. É a primeira vez que vem à tona relato de integrante de órgão de combate à "subversão" narrando história diferente da do antigo militar.
O policial, denunciado como torturador de presos durante três décadas, teve atuação destacada nas prisões após o golpe de 1964. Aposentou-se em 65.
Ao ser entrevistado pela Folha, ele tinha 87 anos. Narrou "pressões" físicas contra presos, negou a condição de torturador e falou de agentes infiltrados na esquerda.
Fonte "A"
No começo de 1964, Anselmo presidia a AMFNB (Associação dos Marinheiros e Fuzileiros Navais do Brasil). Borer contou que ele já era informante do Dops (Departamento de Ordem Política e Social) da Guanabara, do Cenimar (Centro de Informações da Marinha) e dos "americanos" -a CIA (Agência Central de Inteligência).
Foi categórico: "[Antes de abril de 1964, Anselmo] trabalhava, trabalhava". Para quem? "Para todo mundo." Detalhou: "Ele trabalhava para a Marinha, ele trabalhava para mim, trabalhava para americano". Não esclareceu a data em que o militar teria aderido.
Conforme Borer, Anselmo não foi um infiltrado escalado para se misturar aos marinheiros. O ex-diretor disse que ele foi recrutado pelo Cenimar quando já atuava na associação.
O policial afirmou que as informações transmitidas por Anselmo eram compartilhadas por Cenimar e Dops com classificação "A", exclusiva de fonte de alta confiança. Os organismos tratavam-no por nome em código. "Não havia segredo entre Dops e Marinha. (...) Esse trabalho, essa informação veio do Anselmo, então é classe A."
Borer não se referiu a manobras políticas de Anselmo ordenadas pelos serviços secretos. Seu trabalho consistiria em avisar sobre o que se passava com os marinheiros. A reconstituição das ações deles e de fuzileiros mostra que, embora presidisse a entidade, tinha influência limitada na sua orientação.
"Farsa"
Dias após a queda de Goulart, Anselmo se asilou na Embaixada do México no Rio. Em pouco tempo abandonou o local e se abrigou em um apartamento na zona sul. No dia seguinte, foi detido e levado para o Dops.
Ele disse que o esconderijo foi identificado por agentes seus infiltrados entre exilados no Uruguai. Informaram o endereço a um policial que ignorava a dupla militância de Anselmo, que acabou preso.
Sua condição de informante, diz Borer, era de conhecimento restrito, mesmo no Dops e no Cenimar: "Então Anselmo veio, tá preso, você não vai soltar, que não vai queimar".
Anselmo retomou a liberdade somente em 1966, quando Borer já estava aposentado, ao ir embora de uma delegacia no bairro do Alto da Boa Vista onde estava preso. Lá, ele circulava quase sem restrições.
A fuga foi uma farsa, disse Borer. O objetivo do que descreve como encenação de colegas seus foi infiltrar o agente na esquerda clandestina. Anselmo foi para o Uruguai, onde entrou no MNR (Movimento Nacionalista Revolucionário), grupo dirigido por Leonel Brizola.
A seguir, treinou guerrilha em Cuba. De volta ao Brasil, aderiu à VPR (Vanguarda Popular Revolucionária), organização armada depois dizimada por suas delações. Ex-militar e guerrilheiro, jamais teria participado de ação armada.
Documentos do Deops-SP (Departamento Estadual de Ordem Política e Social) registram Anselmo como agente a partir de 1971.
Em entrevista ao repórter Octávio Ribeiro, em 1984, Anselmo disse que se entregou por iniciativa própria ao Deops por volta de 1971 e nunca foi torturado. Em 1999, assegurou ao repórter Percival de Souza que foi surpreendido e preso pelo Deops e que o torturaram antes da mudança de lado.
Diretor do Cenimar em 1964, Roberto Ferreira Teixeira de Freitas nega que Anselmo tenha sido colaborador antes de 64. "Isso é mentira!"
Capitão-de-Mar-e-Guerra 45 anos atrás, ele lembrou: "Anselmo era um desconhecido. Apareceu no movimento lá dos marinheiros". Quando se tornou infiltrado? "Não sei. Eu o prendi, depois ele foi para o Dops. O que aconteceu por lá eu não sei", respondeu.
Delator nega colaboração antes de ser preso em 71
LUCAS FERRAZ
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
José Anselmo dos Santos, o Cabo Anselmo, afirmou à Folha que não há prova de que ele seria um colaborador da ditadura já em 1964. Em entrevista por telefone, ele conta que virou agente da repressão após ser preso, em 1971, para não morrer.
FOLHA - Por que o sr. pede reparação econômica ao governo se atuou como agente da ditadura?
JOSÉ ANSELMO DOS SANTOS - Porque eu era um prisioneiro, fiquei preso dois anos. Fui instado: ou vai agir assim ou morre. Preferi viver. Formou-se uma consciência totalmente diferente do que era o comunismo internacional e que aquilo tudo não ia dar em nada.
FOLHA - Arrepende-se da atuação que diz ter tido no pós-golpe de 64?
ANSELMO - Absolutamente. Eu era um otário.
FOLHA - Por quê?
ANSELMO - Olha, você está fazendo perguntas que...
FOLHA - Historiadores dizem, como levantou o ministro da Justiça, que você já era agente em 1964.
ANSELMO - Ele e os historiadores que provem isso. Se [naquele época] eu fosse um sujeito da repressão, da CIA ou do diabo a quatro, você acha que estaria nessa condição que estou hoje?
FOLHA - O sr. tinha noção de que suas informações levariam várias pessoas à morte e à tortura?
ANSELMO - Não. À tortura sim, porque eu mesmo fui torturado. Agora, morte não.
FOLHA - O sr. sente remorso?
ANSELMO - Eu não era da equipe policial. Era um prisioneiro.
FOLHA - O sr. sabia, em 1973, que suas informações levariam seis pessoas à morte, entre elas sua mulher?
ANSELMO - Não. Eu tinha um acordo [com o Dops de SP]. O grupo seria preso e Soledad seria liberada para voltar a Cuba.
Realmente foi surpreendente o que ele falou! O que eu mais gostei, além dele ter confirmado tudo o que o Olavo fala a tempos, foram dos cortes que ele deu no Mitre e no Teles!!! =]]] Esses comunistas devem ter ficado surpresos com a coragem do Cabo Anselmo de falar o que realmente aconteceu e o que acontece hoje em dia! Principalmente ter mencionado o Foro de São Paulo como realmente é e toda a estrategia dessa corja esquerdista!
Estava "zapeando" e vi um pedaço do programa. Achei que ele era o Leonardo Boff.
Tive a pachorra de procurar pelo mesmo no Google, vi uma foto dele e constatei: "Ah, não vou ver essa p* de Leonardo Boff. De jeito nenhum". O volume da TV estava baixo e nem prestei atenção na conversa.
Podem me esculhambar à vontade. Eu mereço.
Hehehe! Também pensei a mesma coisa... Achei que o cara era um esquerdista e nem olhei o programa.
Mandei email p/ o programa e me responderam o seguinte:
"Agradecemos a audiência e as observações. Se quiser obter uma cópia do programa em questão, favor entrar em contato com o telefone de nossa Central de Atendimento: (11) 3743-9647. O valor da cópia é de R$ 54,80."
Eu gostaria de comprar e colocar no Youtube.. Mas, infelizmente, é muito caro pra um estudante que ainda depende dos pais..
Ouvi o programa no rádio (estava no carro) e gostei, foi a primeira vez que ouvi falar do Foro de SP na grande mídia. O problema foi que o cabo Anselmo é um pouco confuso. Quem quer que fale sobre o Foro de SP tem que ser extremamente didático para não dar a impressão de que é uma coisa comum, normal, legalmente abalizada.
Pois é, Schmitt. Barbudo daquele jeito, tinha pinta de esquerdista.
Mas ainda bem que os vídeos estão na Internet. O programa foi ao vivo, se a Band editasse os vídeos que eles põe no site, ia pegar muito mal... não dá mais para negar o que foi dito ali.
O Foro é uma realidade, O MST é terrorista SIM e o Canal Livre de ontem só expõe ainda mais ao ridículo esta mídia podre que nós temos.
To olhando aqui, se for dado um full screen no vídeo, e rodar o programa FRAPS, dá para gravar o vídeo inteiro para editar/hospedar no youtube depois, Vou ver se faço isso, só tem que ser um Fraps completo, senão ele só grava alguns minutos, mas é uma idéia! Sempre uso ele para tirar fotos e fazer filmes de alguns jogos eheheh
É, da pra perceber que não está completo, mas não cortaram muito. O mais importante é o ultimo mesmo, que ele fala sobre o MST, Foro de São Paulo, etc.
Criei tópicos em umas 5 comunidades, postando os vídeos da entrevista do Cabo Anselmo na Band, todos foram excluidos. Será que são os comuna, ou é por que tem muitos links?
o único q merecia algum $$ é o Anselmo. como não é (mais) comuna, nem identidade tem: virou pária.
p/ piorar, é inquirido de forma como nenhum esquerdinha costuma ser qdo entrevistado.