Ao contrário do stablishment midiático inteiro, inclusive daqueles blogueiros que se dizem de direita, não estou nem aí para as próximas eleições. Não vou perder meu tempo atacando a Dilma e muito menos defendendo o Serra. Já faz um bom tempo que eu descobri coisas que são elementares a qualquer indivíduo de inteligência mediana, mas que os bem-falantes da nossa mídia não podem ou não querem ver.
O que seriam essas coisas? Vou tentar explicá-las:
1) Ser direitista é muito mais do que apenas detestar o PT: todo direitista detesta o PT, mas nem todo aquele que detesta o PT é direitista. Nas próximas eleições, os (poucos) articulistas que não são esquerdistas cerrarão fileiras em torno do Serra, assim como a maior parte dos eleitores que se dizem “de direita”, alguns o farão por falta de opção melhor, outros já estão psicologicamente dominados pela “estratégia da tesoura” levada a cabo pela esquerda e realmente acreditam que a volta do PSDB ao poder significará a volta da direita ao poder. (curiosamente, é a mesma opinião do Emir Sader hehehe)
2) PT e PSDB são dois lados da mesma moeda: não entendo como os críticos dos programas assistencialistas, do aumento da carga tributária, do dinheiro público financiando o MST e da aplicação da agenda cultural esquerdista (esse último item passa despercebido por boa parte daqueles que estou falando, de tão intoxicada de economicismo que está à visão de alguns) se refiram com tanta lisonja a um candidato tucano, cujo partido, quando esteve no governo, foi responsável pela implementação de todos os programas que eles próprios criticam
(segue)
O que seriam essas coisas? Vou tentar explicá-las:
1) Ser direitista é muito mais do que apenas detestar o PT: todo direitista detesta o PT, mas nem todo aquele que detesta o PT é direitista. Nas próximas eleições, os (poucos) articulistas que não são esquerdistas cerrarão fileiras em torno do Serra, assim como a maior parte dos eleitores que se dizem “de direita”, alguns o farão por falta de opção melhor, outros já estão psicologicamente dominados pela “estratégia da tesoura” levada a cabo pela esquerda e realmente acreditam que a volta do PSDB ao poder significará a volta da direita ao poder. (curiosamente, é a mesma opinião do Emir Sader hehehe)
2) PT e PSDB são dois lados da mesma moeda: não entendo como os críticos dos programas assistencialistas, do aumento da carga tributária, do dinheiro público financiando o MST e da aplicação da agenda cultural esquerdista (esse último item passa despercebido por boa parte daqueles que estou falando, de tão intoxicada de economicismo que está à visão de alguns) se refiram com tanta lisonja a um candidato tucano, cujo partido, quando esteve no governo, foi responsável pela implementação de todos os programas que eles próprios criticam
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