Comecei esse semestre uma cadeira de "Ética", já imaginando as bobagens que viriam. Mas me surpreendi, era pior do que eu imaginava. Na primeira aula, conheci o professor. Chamar aquele sujeito de filósofo, ou mesmo de graduado, professor de filosofia, é uma ofensa à toda classe. O sujeito deveria ser chamado de palhaço. Aquilo não foi uma aula de ética, mas um circo, e um picadeiro de bobagens. O palhaço só fazia piadas, para um bando de anencéfalos que riam como uns condenados. Comentando a ética das prostitutas, dos cristãos, dos presidiários, toda hora o idiota justificava afirmando que "tudo depende", "tudo depende", "tudo depende". Parecia lavagem cerebral, e não tive a oportunidade de perguntar ao tapado se e própria afirmação "tudo depende", depende. Pior ainda foi comentando a opinião de uma aluna, quando disparou que "nada é verdadeiro"! Porra, e essa afirmação é verdadeira, o desgraçado?!?!?
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Nas outras aulas, à distância, ele passou 4 textos. Fui lê-los agora, pois deveria ser colocado um comentário sobre eles num ambiente virtual. Reparem na afirmação em negrito que transcrevi em meu comentário, pqp! Que bobagem!:
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"O texto de Clodovis Boff expôs de forma simplificada e muito bem o grande erro moral e filosófico dos "tempos modernos": O relativismo, em suas muitas faces e correntes, que normalmente tentam negar a existência da verdade, do certo e do errado, etc. Assim surgem nos dias de hoje verdadeiros mantras, totalmente incoerentes e falsos em si mesmos, como "não existe uma verdade" (ou: [é verdade]"que não existe uma verdade"), "tudo é relativo" (essa afirmação "tudo é relativo" é relativa?), "não existe certo e errado" (você está absolutamente certo disso?), "tudo depende" (essa afirmação depende??), etc."
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Nas outras aulas, à distância, ele passou 4 textos. Fui lê-los agora, pois deveria ser colocado um comentário sobre eles num ambiente virtual. Reparem na afirmação em negrito que transcrevi em meu comentário, pqp! Que bobagem!:
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"O texto de Clodovis Boff expôs de forma simplificada e muito bem o grande erro moral e filosófico dos "tempos modernos": O relativismo, em suas muitas faces e correntes, que normalmente tentam negar a existência da verdade, do certo e do errado, etc. Assim surgem nos dias de hoje verdadeiros mantras, totalmente incoerentes e falsos em si mesmos, como "não existe uma verdade" (ou: [é verdade]"que não existe uma verdade"), "tudo é relativo" (essa afirmação "tudo é relativo" é relativa?), "não existe certo e errado" (você está absolutamente certo disso?), "tudo depende" (essa afirmação depende??), etc."