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Michael Moore pede o fim do capitalismo em seu novo filme em Veneza
NEUSA BARBOSA
Especial para o UOL, de Veneza, Itália*
A passagem do documentário "Capitalism: A Love Story", de Michael Moore repercutiu com toda a força que se poderia esperar do engajado diretor de "Tiros em Columbine" e "Fahrenheit 11 de Setembro". Sua primeira sessão para a imprensa no Festival de Veneza, onde concorre ao Leão de Ouro, nesta noite de sábado (5), teve fila começando mais de meia hora antes de seu início, empurra-empurra e dezenas de jornalistas voltando para trás, assim que a lotação da Sala Perla (450 lugares) se esgotou.
Ao final, o filme foi bastante aplaudido. Em todo caso, o filme é polêmico e tem a marca marqueteira de Moore, embora não lhe falte contundência. Ao seu final, o diretor simplesmente faz uma profissão de fé contra o capitalismo -que, segundo ele, "não pode ser regulado, tem de ser simplesmente eliminado e substituído por um sistema mais justo."
O foco do filme é a grande crise econômica que abalou os mercados mundiais ao final de 2008, provocando a quebra de instituições financeiras e a falência não só de empresas, como de pessoas físicas -milhares delas perderam suas casas, nos EUA, por não poderem pagar suas hipotecas, que haviam sido refinanciadas para adquirir novas casas.
http://cinema.uol.com.br/veneza/ultnot/2009/09/05/ult6418u73.jhtm
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Michael Moore pede o fim do capitalismo em seu novo filme em Veneza
NEUSA BARBOSA
Especial para o UOL, de Veneza, Itália*
A passagem do documentário "Capitalism: A Love Story", de Michael Moore repercutiu com toda a força que se poderia esperar do engajado diretor de "Tiros em Columbine" e "Fahrenheit 11 de Setembro". Sua primeira sessão para a imprensa no Festival de Veneza, onde concorre ao Leão de Ouro, nesta noite de sábado (5), teve fila começando mais de meia hora antes de seu início, empurra-empurra e dezenas de jornalistas voltando para trás, assim que a lotação da Sala Perla (450 lugares) se esgotou.
Ao final, o filme foi bastante aplaudido. Em todo caso, o filme é polêmico e tem a marca marqueteira de Moore, embora não lhe falte contundência. Ao seu final, o diretor simplesmente faz uma profissão de fé contra o capitalismo -que, segundo ele, "não pode ser regulado, tem de ser simplesmente eliminado e substituído por um sistema mais justo."
O foco do filme é a grande crise econômica que abalou os mercados mundiais ao final de 2008, provocando a quebra de instituições financeiras e a falência não só de empresas, como de pessoas físicas -milhares delas perderam suas casas, nos EUA, por não poderem pagar suas hipotecas, que haviam sido refinanciadas para adquirir novas casas.
http://cinema.uol.com.br/veneza/ultnot/2009/09/05/ult6418u73.jhtm
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