No cerne das teorias de Icke está a visão de que o mundo é comandado por um grupo secreto chamado "Elite Global" ou "Illuminati", os quais relacionou com Os Protocolos dos Sábios de Sião, sem negar que estes são uma enganação anti-semita. [3][4] Em 1999, publicou The Biggest Secret, no qual disse que os Illuminati são uma raça de humanóides reptilianos conhecida como a Fraternidade babilônica, em que muitos elementos são reptilianos, incluindo George W. Bush, Rainha Elizabeth II, Kris Kristoffersoacordo com a Political Research Associates, o compromisso de Icke pode arrebatar um público bastante numeroso no Canadá, podendo chegar a 1000 pessoas em Vancouver.[6] Durante uma seção de palestras em outubro de 1999, foi ovacionado por estudantes após uma palestra de quatro horas na Universidade de Toronto,[7] enquanto seus livros foram retirados das prateleiras da Indigo Books, em Ontário, depois dos protestos do Congresso Judeu n e Boxcar Willie.[3][5]
escritor devid icke fala em conspiraçao
Michael Barkun, Professor de Ciência Política na Maxwell School of Citizenship and Public Affairs, Universidade de Syracuse, escreve que Icke mudou agressivamente com a intenção de aumentar seu público com o desenvolvimento de uma página bastante elaborada na Internet, organizando palestras na Inglaterra, América do Norte, Austrália, Nova Zelândia e África do Sul e com a venda de livros e videotapes.[25]
Barkun escreve que Icke "procurou claramente cultivar a extrema-direita" mencionando uma história do Evening Standard londrino de 1995, em que alegava que "paralelos incomuns estavam emergindo" entre o trabalho de Icke e os de pessoas mais experientes do movimento militar americano.[4] Barkun argumenta que a relação entre Icke, as milícias e o Movimento patriótico cristão é complexa e tensa por conta da experiência da Nova era que Icke traz consigo. Por outro lado, Icke acredita que o Movimento patriótico cristão seja o único a entender a verdade sobre a Nova Ordem Mundial, mas supostamente disse ao grupo: "não sei do que não gosto mais, se do mundo controlado pela Fraternidade ou aquele que você quer colocar em seu lugar
Barkun escreve que Icke "procurou claramente cultivar a extrema-direita" mencionando uma história do Evening Standard londrino de 1995, em que alegava que "paralelos incomuns estavam emergindo" entre o trabalho de Icke e os de pessoas mais experientes do movimento militar americano.[4] Barkun argumenta que a relação entre Icke, as milícias e o Movimento patriótico cristão é complexa e tensa por conta da experiência da Nova era que Icke traz consigo. Por outro lado, Icke acredita que o Movimento patriótico cristão seja o único a entender a verdade sobre a Nova Ordem Mundial, mas supostamente disse ao grupo: "não sei do que não gosto mais, se do mundo controlado pela Fraternidade ou aquele que você quer colocar em seu lugar
Estou convencido de que um pequeno grupo de judeus, que despreza a própria raça judia, trabalhou com não judeus a fim de provocar a Primeira Guerra Mundial, a Revolução Russa de 1917 e a Segunda Guerra Mundial. Essa elite judia/não judia usou a Primeira Guerra Mundial para assegurar a Declaração de Balfour e o princípio de O Estado Judeu. Depois, dominou a Conferência de Paz de Versailles e criou as circunstâncias que tornaram inevitável a Segunda Guerra Mundial. Além disso, financiou a ascensão de Hitler em 1933 e tonou o disponibilizou verba para seu rearmamento.[3]
Em 1995, Alick Bartholomew of Gateway, àquela época editor de Icke, disse
Em 1995, Alick Bartholomew of Gateway, àquela época editor de Icke, disse