Gostaria que os amigos, principalmente os do RG do Sul, pela proximidade com o tema, obviamente, opinassem sobre o caso em questão.
É porque percebo que muita coisa que deve ser veiculada no noticiário local desse Estado, certamente não vai em rede nacional.
Apesar de ela ser de esquerda, sempre tive uma boa impressão dela no sentido de que parecia uma pessoa correta.
Mesmo que ela tenha culpa nos episódios de corrupção, não parece haver um exagero do Ministério Público, em ações nitidamente ideologizadas, um empenho para defenestrá-la a qualquer preço em função da briga política?
Por incrível que pareça, aqui no RS, Yeda é considerada direita.
O que está acontecendo com ela, me parece, é o que aconteceu com o Collor, em menor escala.
1-havia um nicho de corrupção no Detran (só no do RS, em outros lugares isso non ecziste...) instalado já no gov. Olívio.
2-um grupo importante e bem articulado mamou firme nessas tetas, até cair via PF
3-a PF/RS tá sob comando de um amigão do Tarso (aí começa a complicar)
4-a Yeda desagradou (sabe-se lá p/q, mas deve ter a ver com verbas publicitárias diminuídas) o maior grupo de comunicação do RS, q se chama RBS (ligada a Globo)
4-o PT/Rs é o q de mais retrógado e carbonário pode haver. são duas alas: uma é radical, e a outra é mais ainda
5-a Yeda é profundamente antipática, centralizadora e arrogante
6-a Yeda tá se revelando uma boa administradora, e tá dando uma arrumada nas finanças do RS (se privatizasse um monte de merda _ chamadas estatais_ inúteis e perdulárias, fariz o maior bem possível para as furturas gerações, mas essa riga ela não quer e nãopode comprar)
7-embora toda essa confusão ela ainda é competitiva eleitoralmente
vc tem razão: o tal MP andou fazendo umas palhaçadas grosseiras com a Yeda.
se ela tem culpa ou não? tem muita coisa enrolada, mas não diretamente com ela.
conforme já foi dito acima, a impressão majoritária é q ela não meteu a mão, e nem foi conivente, mas a antipatia da moça ajuda a afundá-la
Duas observações a partir de escritos de OdeC: 1) Toda a militância política está poder das esquerdas, o impeachment de aqui Collor aqui mencionado, e bem lembrado, é conseqüência disso 2) Todos brasileiros, sejam políticos ou não, sem exceção, tem problemas com a Lei, desse modo o Estado persegue os adversários escolhidos, ninguém está à salvo. Yeda pode ser tão corrupta quanto qualquer político brasileiro, mas como Fernando Collor de Melo só lhe resta fazer o mesmo apelo patético ao vento: "Não me deixem só".
Pedro Simon, o ético, levou um puxão de orelhas do delegado Tarso Genro. Disse TG que ele [Simon] tinha duas éticas, uma que valia abaixo do [rio] Manpituba e outra para cima. Isso é bem feito para o turco, pois dias atrás andava a afagar o Tarso, agora está sentindo o taco da bota dele na cara. A ética brasileira, se um dia existiu, agora tem dono e está na mão dos maiores pilantras que esse país já conheceu.
Li com espanto, que no CPERS, o PSOL já está para ter maior número de filiados ou simpatizantes. O CPERS à exemplo de qualquer outro sindicato no Brasil era majoritariamente petista. Durma-se com um barulho desses.
Não há a menor sombra de dúvida de que querem derrubar a Yeda. Tem que apanhar quem nega isso.
A campanha contra ela é descarada e onipresente. Mesmo que haja corrupção do governo dela (e há, já que existem licitações de obras feitas por baixo dos panos), não justifica a tamanha barulheira, e que tem como alvo obvio a pessoa da Yeda Crusius. Estão fazendo o diabo para culpa-la diretamente de qualquer coisa.
Existe uma frente composta por PT, PSOL, CPERS (que NUNCA foi um sindicato em prol da educação, mas da politicagem comunista mais rasteira que existe no Sistema Solar, coisa de QI negativo), PCdoB e derivados. Só isso torna evidentemente suspetia a campanha contra a Yeda.
Mesmo que haja corrupção, a forma como ela está em depuração está totalmente viciada pela politicagem e hipocrisia mais vermelha possível!
Chega a ser grosseiro o que está acontecendo. A oposição ao governo do RS é simplesmente de vomitar. Cambada de cínicos, hipócritas e fdp´s até a última célula do corpo.
O pessoal cai de pau em cima dela porque ela não é de ideologia socialista, não porque ela é desonesta. Senão teriam vociferado também contra a enchente de escândalos do governo Lula. Mas não: pra isso eles ficam quietinhos.
Mérito da questão a parte, parece óbvio que há, sim, perseguição política.
O ponto levantado, acho que pelo Diego, sobre o PSDB ser considerado direita, é muito pertinente e tem a ver com a distorção do que seria um espectro político ideológico clássico.
Em Portugal houve um processo semelhante e o eixo foi deslocado de forma que não há partidos de direita ou conservadores e o que é chamado de direita por lá é o partido de centro esquerda e de extrema direita um de centro. Escrevi uma longa mensagem sobre isso num tópico da comunidade P-CON.
No Brasil a radicalizção é igual ou ainda maior e chamam também de direita o que é esquerda (no caso o PSDB) e até de extrema direita o que é de centro (no caso, o DEM).
É que tanto cá quanto lá, quem define essa terminologia é a esquerda que domina tanto os mass media quanto a direção das associações de professores ditando, a partir daí, o que bem pretende.
Esqueci de dizer que é uma pena que não surja uma corrente de opinião conservadora no RG do Sul, mesmo que seja dentro de um partido já existente.
O RG do Sul é talvez o estado mais politizado da federação. É dos poucos onde a aglutinação da direita e dos conservadores pode acontecer a partir do "pró" e não do "anti".
Ainda assim, muitas eleições foram definidas pelo voto anti PT ou pelo voto útil, como ocorreu em outros lugares do país. Até o Fogaça, que é de esquerda e concorreu pelo PPS (antigo PCB), conseguiu voto útil da direita para derrotar o PT. É bizarro mas aconteceu.
Mas há condições concretas de uma candidatura conservadora com chances de vitória tanto no RGS quanto em Santa Catarina. Mas um candidato do campo conservador teria que radicalizar o discurso ideológico, sem medo do politicamente correto. Afirmar, com todas as letras, que o MST é terrorista, que querem roubar as propriedades de quem trabalhou duro para tê-las e mantê-las, etc...
Num estado onde a terra foi, desde a chegada dos primeiros casais de açorianos, melhor dividida que no resto do país, esse tema, assim colocado, tem mais apelo.
Estado mais politizado, o cacete
Um estado politizado não permitiria em hipótese alguma o que hoje ocorre com a Yeda.
Esta campanha canhestra seria rechada em instantes por um povo politizado. O que se vê por aí? Pessoas replicando o discurso da RBS que baseada em gravações de conversas de boteco entre ex-membros do governo condenou a governadora.
Longe de mim elogiá-la, mas foi o que de menos pior ocorreu ao estado nos últimos 12 anos com certeza.
Chamar um estado que tem o Rigottossauro, o Olivio Punheiteiro e o "Dr. Alceu do Pretinho Básico" como ex-governadores e Tarso Beria (como eterno candidato com chances) de politizado chega a ser uma ofensa.
Mas o comentário é pela comparação com os outros estados. Veja o que se passa no resto do Brasil, é pior ainda em termos de consciência do eleitorado. No sul a direita pode ser organizada, porque ainda existe uma corrrente de opinião pública em torno de determinados valores conservadores. Na maioria dos estados brasileiros, não há contingente de pessoas considerável que comungue esses valores.
Então, coloquemos assim: o menos despolitizado.
De resto, concordo com você. E o que depreendi como síntese das opiniões aqui postadas confirmam a percepção que eu tinha e que você confirmou: ela "foi o que de menos pior ocorreu ao estado nos últimos 12 anos".
O problema dos meios de comunicação social é o do monopólio de fato. Parece que a RBS tem alguma coisa contra ela.
É como algum dos debatedores disse: olhando para os inimigos dela, é fácil escolher um lado nessa pendenga.
Quanto aos políticos que você citou, também concordo, mas os partidos do RGS devem ter, na média, gente muito mais capacitada do que os do resto do país. De qualquer forma, o panorama é árido!
o animal do Olívio não teria 45% dos votos no segundo turno.
politizado em comparação com o restante da Pátria Mãe gentil até pode ser, mas o nível geral é abaixo da crítica.
afirmação. é melhor q o resto, mas ainda assim um cocô.
e olha q tenho orgulho de ser gaúcho e das nossas tradições de sobriedade política, embora estejam se esvaindo.
qto a possível ocupação de um espaço conservador, o q está acontecendo com a Yeda, q tentou tudo menos ocupação de tal ideário político, mostra o grau de hidrofobia q algo asim despertaria.
Não tenho dúidas de que nossa fama de "politizados" disseminou-se no rasto da hegemonia petista sobre Porto Alegre, onde as experiências de engenharia político-social do Orçamento Participativo atingiram o estado de arte. A bem da verdade, o estado sempre foi solo incomumente fértil a toda sorte de ideologia, como prova sua história sangrenta desde as reduções jesuitas. Entendam ideologia por antonímia de conservadorismo.
Contudo, posso afirmar que movimentos de restauração conservadora (e o termo é próprio: conservadora, não liberal) existem, sim, dentro do espectro político estabelecido. É o caso do Partido Progressista local. Apesar da infeliz designação, possui um projeto de formação intelectual de certa inspiração cursilhista com resultados primorosos entre sua juventude. O problema é que essas pequenas conquistas ainda não conseguiram projetar-se como corrente de opinião perceptível ao cenário eleitoral, tampouco escaparam ao interior da máquina partidária em ato de coragem de alguma liderança.
Liberais de mercado, os "dinheiristas" de toda ordem, por sua vez, também sentem a necessidade de organizar-se frente ao bolchevismo da extrema-esquerda local, e o Fórum da Liberdade em Porto Alegre é o maior exemplo do que seriam capazes de produzir se largassem mão da pregação estúpida de uma resistência "apolítica".
Obrigado pelas informações. Não tinha conhecimento dessa agremiação "Partido Progressista".
A disseminação de que a população é politizada partiu, você tem razão, de meios esquerdistas, até para fortalecer, num determinado momento, a tradição política do Brizola. E essa talvez seja a percepção da maioria das pessoas.
Mas, tirante esse aspecto, o que muita gente, minoria que seja, percebe e que é o fato, independente da publicização que dele faz a esquerda, é que a politização é em relação a todas as posturas políticas, o que você, de certa forma, confirmou com suas preciosas informações.
Ao contrário do que dizem, Yeda faz ótimo governo no RS!
1. Como já se sabe, em 2008 o déficit das contas públicas, que estavam há mais de 40 anos deficitárias, foi zerado. Graças a isso, o governo gaúcho empenhou de janeiro a outubro deste ano mais de R$ 600 milhões em investimentos. Também graças a isso, o governo retomou o pagamento de precatórios, que estava paralizado há mais de 10 anos.
2. Em 2010, serão R$2,28 bilhões em novos investimentos.
3. Desde o acordo com o Banco Mundial, o Estado conseguiu economizar R$270 milhões com o pagamento da dívida e mais uma vez pagou o 13º salário dos servidores antecipadamente.
4. Mesmo com a crise financeira internacional, o estado conseguiu atrair investimentos de R$ 2 bilhões da indústria automobilística, que serão utilizados na ampliação da unidade da General Motors em Gravataí, o que gerará mais de mil empregos diretos e outros 7 mil indiretos.
5. O governo conseguiu dar reajustes aos seus servidores, que variaram de 1,8% e 10,9%. Além disso, houve 28 mil novas contratações e quase 8 mil servidores foram nomeados por concurso público.
6. Na gestão de Yeda Crusius, o Estado regularizou as dívidas com fornecedores, cujos pagamentos ficavam em atraso de até 13 meses. Em 2008, o governo quitou todas as suas dívidas. O governo também conseguiu fazer com que o preço dos produtos contratados tivesse uma redução de 30%, gerando uma economia acumulada de R$ 588 milhões.
7. Em 2009, a governadora assinou 59 convênios, prevendo a construção de 2.487 unidades habitacionais (casas e módulos sanitários), com recursos de R$ 6,3 milhões e contrapartidas dos municípios. Isso permitirá melhoria nas condições de moradia à população de baixa renda. Yeda também autorizou a doação de dez terrenos da extinta Companhia Estadual de Habitação (Cohab) para a construção de outras 5 mil unidades habitacionais.
Enfim, em 3 anos, o governo de Yeda Crusius fez mais do que o PT e PMDB em várias décadas de domínio neste estado. Creio que as únicas falhas deste governo são na questão da saúde e segurança pública que, diga-se de passagem, já foram herdados de administrações maléficas do PT e PMDB. Além disso, creio que o governo de Yeda Crusius não é do tipo de Serra, Aécio e petistas em geral, que gastam centenas de milhões em propaganda e, curiosamente, sempre recebem boas notícias da imprensa.
"Há pelo menos vinte anos venho advertindo aos próceres antipetistas que o voto, ainda que avassaladoramente majoritário, não garante ninguém no poder: o que garante é militância, é massa organizada, disposta a apoiar o eleito não só no breve instante do voto mas todos os dias e por todos os meios. Vejam a situação da governadora do Rio Grande do Sul e entenderão o que estou dizendo: quando a oposição se vangloriou de ter "varrido o PT do Estado gaúcho", não percebeu que o expulsara somente de um cargo público." OC. Diário do Comércio, 5 de janeiro de 2010.
A campanha contra a Yeda é evidentemente marcada pela estratégia petista de difamar, difamar, forjar "provas" e, mesmo tendo provas, tentar destruir a pessoa do acusado e fazê-lo parecer pior que um estuprador de criança só porque desviou uma verba pública.
Como com a Yeda não há provas contra a pessoa dela (até o que eu saiba), então mancham a imagem dela até a goela ao ponto de não fazer mais diferença se ela é corrupta ou não. Para os petistas, ela está tão podre que é melhor jogar todo o governo fora e começar do zero, ou seja, chamar o PT de volta e fazer valer que os crimes petistas são desvios do "partido da ética".
Mas o pior de tudo é ver as pessoas indignadas em bloco com a Yeda como se ela fosse muito pior do que o Olívio, o Tarso ou o Zé Dirceu. Vai ver se criticam os petistas em bloco como criticam a Yeda. Dificilmente.
A cultura política nacional é 100% esquerdista. Não encontro UMA pessoa que consiga fazer uma análise política que não seja esquerdista ou apenas economicista.
Yeda Crusius corre o risco de ser apagada da História, como aconteceu com o ex-governador Antônio Britto. A esquerda tinha tanto ódio dele (por ser privatista) que encerrou-lhe qualquer pretensão de continuar na carreira política. Em todo caso, Yeda e Britto caíram de para-quedas no governo do Estado, o primeiro com a agonia e morte de Tancredo Neves, que o tirou da insignificância, a segunda porque muita gente votou nela para afastar Tarso Genro do segundo turno, quem caiu foi o Rigotto.
Só tem uma coisa que me agrada na política do RS atualmente, Tarso Genro não é popular e suas chances de ganhara a eleição do Estado são quase nulas. Quem gosta dele é a militância petista e, mesmo os que não gostam, tem que votar no marxista (voto à cabresto). O próximo governador vai ser José Fogaça, me cobrem.
A ida da Ford para a Bahia foi uma das melhores coisas que o PT fez para o Estado do RS. Até hoje continua a choradeira. Dos males o menor, fica bom lembrar disso à cada eleição e culpar o PT pelo afastamento da montadora e seus milhões de investimento, que toda hora aparece na mídia, para o "desespero" dos gaúchos e "vergonha" dos petistas.
Ou eu to louco ou no segundo turno vai dar Yeda x Fogaça... (se nao houver coligacao de cara)
Me cobrem! Com uma campanha bem feita, yeda recupera espaço durante a campanha
Além disso, ela é boa de debate e creio que aprendeu a dar coice de volta.. e vai usar isso em 2010.
A "Dama de Ferro" vai malhar e nao apenas ser malhada.. E aí ela escanteia o Tarso e polariza com o Fogaca.
Veremos.
>> E aí depois disso, acho q dá Fogaça, mas nao sei.
Yeda se reeleger seria uma quebra de paradigma. Isso ela já fez uma vez, quando se tornou a primeira mulher a governar o Estado, agora seria o primeiro governador a emplacar dois mandatos. Do ponto de vista administrativo, até que merece.
"A ida da Ford para a Bahia foi uma das melhores coisas que o PT fez para o Estado do RS." Heheheh! Análise perfeita!De fato, é bem isso mesmo.
Alguns detalhes, pra ajudar a compor o quadro eleitoral do RS, da maneira como eu o percebo: tenho a impressão de que a morte política do Britto se deva, em parte, pelo menos, à decisão de sair do PMDB. O interior não vê essas coisas com bons olhos. Até porque o Britto era endeusado por muita gente, tido como o supra-sumo do anti-petismo. E, por sinal, parte da não-reeleição do Rigotto, tenho impressão, se deve ao discurso murista e conciliador. Se a Yeda sair batendo pra todo o lado, não duvido que ela chegue ao segundo turno, ainda mais por causa do Serra, que deve sar uma surra na Dilma aqui. E outra coisa: o Tarso entala na garganta até de muito petista por aqui. Ainda é, provavelmente, o candidato mais viável do PT, mas está longe de ser apetecível àquele terço do eleitorado que define a eleição (porque um terço vota no diabo, mas não no PT, e outro terço votaria até no Olavo, se o PT mandasse).
"...
Há pelo menos vinte anos venho advertindo aos próceres antipetistas que o voto, ainda que avassaladoramente majoritário, não garante ninguém no poder: o que garante é militância, é massa organizada, disposta a apoiar o eleito não só no breve instante do voto mas todos os dias e por todos os meios. Vejam a situação da governadora do Rio Grande do Sul e entenderão o que estou dizendo: quando a oposição se vangloriou de ter "varrido o PT do Estado gaúcho", não percebeu que o expulsara somente de um cargo público.
Não desprezo as vitórias eleitorais, mas sei que, por si, elas nada decidem a longo prazo. E não vejo que, até agora, as forças de oposição tenham tomado consciência disso."
...tenho a impressão de que a morte política do Britto se deva, em parte, pelo menos, à decisão de sair do PMDB. O interior não vê essas coisas com bons olhos.
Bem lembrado, Jair Soares ao ameaçar sair do PDS e ir para o PFL também pegou mal na época e ele desistiu. Troca de partidos, de um modo geral, não são bem vistas pelo eleitor mais conservador, ademais isso (troca de sigla), funciona perfeitamente bem apenas para políticos com ampla base eleitoral (um Brizola, por exemplo) e o ex-governador não tinha. Antonio Britto fora do PMDB ficou orfão. Pensando bem, ele pode ter pensado que era maior do que realmente era e isso pode ter sido fatal para a carreira política dele.
"e outro terço votaria até no Olavo, se o PT mandasse. "
hehehe
é fato.
esse é o nosso" estado mais politizado do Brasil"
(expressão usada pelos analistas da midia chic de POA só enquanto o PT ganhava eleições aqui) De 2004 pra frente o RS virou do avesso na cabeca deles e está pior que Alagoas.
"Pensando bem, ele pode ter pensado que era maior do que realmente era e isso pode ter sido fatal para a carreira política dele"
´
Concordo com apeans uma ressalva: ele pode ter pensado que era ELEITORALMENTE maior do que era ELEITORALMENTE de fato e isso pode ter sido fatal.
Porque como pessoa, administrador, etc ele tinha real noção de seu tamanho, grandeza e pequeneza. Posso estar enganado, mas pelo que lembro dele era isso mesmo.
...ele pode ter pensado que era ELEITORALMENTE maior do que era ELEITORALMENTE
Mas é isso que conta e estava implícito no meu post. Na política não é só a boa administração que conta, é preciso entre outras coisas ter carisma, e isso ele não tinha, assim como Tarso Genro também não tem. Ao contrário de Olívio Dutra que queimou o filme com o episódio da Ford.
Nessa briga de "carismáticos" Serra x Dilma é carreira dura
Mesmo na crise, RS fecha o segundo ano seguido com superávit
Mesmo com a arrecadação bem menor que a prevista no Orçamento de 2009, o governo gaúcho conseguiu fechar mais um ano com superávit: o governo gastou R$ 10 milhões a menos que arrecadou. O governo estimou que a crise econômica poderia gerar um rombo de cerca de R$690 milhões, de acordo com o secretário da Fazenda, Ricardo Englert. Assim sendo, o governo reduziu os gastos em todas as secretarias e adiou as obras de infra-estrutura a fim de não fechar o ano com dívidas. Mesmo assim, os investimentos em 2009 foram praticamente iguais aos de 2008, sem descontar a inflação: R$662 milhões.
"Até ontem (domingo, no caso), não sabia se teria de dar uma notícia ruim. Mas tenho duas boas notícias. A primeira é que mantivemos o déficit zero. A segunda é que nós, gaúchos, superamos a crise", disse a governadora do estado, Yeda Crusius.