Segundo o blog do Augusto Nunes, trata-se de um trecho do livro "Calendário do Poder", de autoria do Frei Betto (!):
Instalei-me no primeiro banco vazio, ao lado de um cidadão negro que nunca vira.
- Você é o Frei Betto? - indagou-me.
Confirmei. Apresentou-se: Joaquim Barbosa… Trocamos ideias e, ao me despedir, levei dele o cartão e a boa impressão.
Para concluir…
Em março, Márcio Thomaz Bastos indagou se eu conhecia um negro com perfil para ocupar vaga no STF. Lula pretendia nomear um para a suprema corte do país. Lembrei-me de Joaquim Barbosa”.
Joaquim Barbosa,Carmem Lúcia, Eros Grau,Molusco,Frei Beto,Tarso Genro são tudo farinha do mesmo saco e não existe nenhum argumento que possa tornar o falso verdadeiro nem o criminoso inocente.
Jaime ford, sorte seu que eu estou paciente hoje, e você é doutor em uma universidade melhor? e que fique claro não estou a defender o ministro joaquim barbosa, que fez muitas besteiras, mas o currículo dele é bom
Quase um ano depois de denunciados pelo procurador-geral Antônio Fernando Souza, dezenas de integrantes da grande quadrilha federal – uma “organização criminosa sofisticada”, na definição impecável do acusador – estão livres como táxis noturnos e, embora sem emprego fixo, cada vez mais ricos. O ministro Joaquim Barbosa, do STF, nem terminou de ler a papelada. Não seria má idéia enquadrá-los – todos – no Código das Contravenções Penais.
Por vadiagem.(Augusto Nunes, Jornal do Brasil de 15/04/07, pág. A14)
Ai, meu Deus!!! Ser indicado pelo "Frei" Betto à pedido do Thomaz Bastos, um dos fdp´s MAIS CÍNICOS do Sistema Solar (junto com outro fdp de carteirinha, o Tarso Genro) e sob a autoridade do Lula... SÓ PODE DAR MERDA, MEU DEUS DO CÉU!!!
Vejam os votos do Joaquim Barbosa e vocês verão se ele se alinha com a política esquerdista. Esse sujeito me parece o Obama do STF: quiseram fazer o Tribunal dar um exemplo politicamente correto nomeando um negro e colocam lá aquele que é mais o canhoto possível.
Será que o Curriculum tem os créditos iguais aos da Dilma?
Olha Thiago, tem dó....
Não se conhece um caráter pelo que ele escreve que é numa folha de papel, mas sim pelos seus atos!
Caramba!
Acreditar em currículum é o fim da picada.
O dia que eu conseguir ler um assim:
Sou picareta desde os 14 anos. Venci na vida usando tráfico de influências.
Comprei o gabarito da prova.
Negociei minha tese na net e um doutorado na França.
Comprei minha monografia.
Faço excelentes negócios!
De novo, vou passar a falar com o chefe do Thiaguinho..
Vem cá, seu cuzão: vc afirmou que ele tinha currículo.
Pelo que o Thiaguinho que non ecsiste nos disse, o maior feito no curriculo do ministro é seu doutorado, feito chiquerrimamente na França.
Pois eu conheço umas 2 dúzias de pessoas que tem isso como INICIO de seu currículo e não como FIM do seu currículo.
Continuamos no aguardo de um bom currículo... ainda mais porque, não demonstrando conhecer mais o cu-ri(di)culo do Minsitro, vc demonstra que falou da boca do Thiaguinho pra fora. Cuzinho do Thiaguinho: Me ensina esse segredo... como eu posso projetar do meu cu a merda pra que ela saia diretamente pela boca, ó sábio chefe cu?
Eu venho há anos dizendo que este STF é uma corja de meliantes.
É uma gente inclusive ignorante em inúmeros aspectos.
A pessoa para ter uma posição dessas teria que ser um estudioso daqueles exemplares, que está sempre aprofundando seu saber - não apenas seu saber jurídico, mas seu saber no máximo de âmbitos possíveis. E essa orangada mixa do Supremo obviamente não faz isso de forma alguma. NENHUMA daquelas pessoas, a julgar pelos seus pronunciamentos, pode ser chamada de "culta".
E um juiz do Supremo Tribunal TEM que ser culto, sim senhor.
Tem que ter um entendimento ao mesmo tempo amplo e acurado sobre inúmeros assuntos.
Estamos devendo o prêmio Imbecil Coletivo a eles há uns três anos... 😄!
Joaquim Barbosa nasceu em Paracatu, noroeste de Minas Gerais. É o primogênito de oito filhos. Pai pedreiro e mãe dona de casa, passou a ser arrimo de família quando estes se separaram. Aos 16 anos foi sozinho para Brasília, arranjou emprego na gráfica do Correio Braziliense e terminou o segundo grau, sempre estudando em colégio público. Obteve seu bacharelado em Direito na Universidade de Brasília, onde, em seguida, obteve seu mestrado em Direito do Estado.
Foi Oficial de Chancelaria do Ministério das Relações Exteriores (1976-1979), tendo servido na Embaixada do Brasil em Helsinki, Finlândia e, após, foi Advogado do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) (1979-84).[4]
Prestou concurso público para procurador da República, e foi aprovado. Licenciou-se do cargo e foi estudar na França, por quatro anos, tendo obtido seu mestrado em Direito Público pela Universidade de Paris-II (Panthéon-Assas) em 1990 e seu doutorado em Direito Público pela Universidade de Paris-II (Panthéon-Assas) em 1993. Retornou ao cargo de procurador no Rio de Janeiro e professor concursado da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Foi visiting scholar no Human Rights Institute da faculdade de direito da Universidade Columbia em Nova York (1999 a 2000) e na Universidade da Califórnia Los Angeles School of Law (2002 a 2003). Fez estudos complementares de idiomas estrangeiros no Brasil, na Inglaterra, nos Estados Unidos, na Áustria e na Alemanha. É fluente em francês, inglês, alemão e espanhol. Toca piano e violino desde os 16 anos de idade.
Embora se diga que ele é o primeiro negro a ser ministro do STF, ele foi, na verdade, o terceiro,[5] sendo precedido por Hermenegildo de Barros (de 1919 a 1937) e Pedro Lessa (de 1907 a 1921).
Esse STF tá mais sujo que sei lá o que, hein.
Se a corte máxima do Brasil é tudo sem credibilidade, sem isenção, que deveria ser o maior exemplo de desvínculo com qualquer lado... esse lixo de país devia fechar de uma vez.
Com alguém bem observou, Joaquim Babosa é aquele que aconselhou Gilmar Mendes a ignorar as leis e ouvir a "voz das ruas". Como um sujeito que pensa dessa forma pode fazer parte da Suprema Corte de um país democrático?
“É natural que ações afirmativas atraiam resistência”, diz Joaquim
Barbosa
Único sinistro afro-negão da Corte, Joaquim Barbosa, votou a favor das cocôtas. Ele
apontou que a contrariedade dos grupos que se beneficiam da discriminação às
cotas é natural, e disse que nações desenvolvidas devem ter políticas
inclusivas.
- Aos esforços de uns em prol da concretização da igualdade que contraponham
os interesses de outros na manutenção do status quo, é natural que as ações
afirmativas sofram o influxo dessas forças contrapostas e atraiam resistência da
parte daqueles que historicamente se beneficiam da discriminação de que são
vítimas os grupos minoritários.