Escravidão não é meramente o aprisionamento ou confinamento físico, o estado de submissão forçada. Escravidão é um estado em que o indivíduo não tem condições ou motivação para expressar sua individualidade ou sua identidade. Quem não sente o desejo de se auto-expressar - por ter o espírito alquebrado ou por não perceber sua singularidade ou seu próprio valor - não é um indivíduo livre, ainda que tenha liberdade de ir e vir, a seu bel prazer. Pelo contrário, tal pessoa é um escravo, distante fisicamente de seu amo, mas vivendo como que ainda estivesse acorrentado.
Este conceito é algo que Moisés, o protagonista da história de Pessach, entendeu muito bem. Pois, além de trazer dos Céus a Torá, Moisés dedicou sua vida ao exercício de duas importantes missões. Primeiro - e esta foi a mais fácil - a missão de tirar os judeus do Egito. E a segunda, com a qual se digladiou durante 40 anos no deserto - tirar o Egito de dentro dos judeus.
Da mesma forma que o povo judeu ficou 40 anos sofrendo no deserto e muitos prefiriram continuar escravos no Esgito do que se tornarem livres em sua própria terra, muitos brasileiros hoje preferem serem escravos do governo central do que serem pessoas livres.
Este conceito é algo que Moisés, o protagonista da história de Pessach, entendeu muito bem. Pois, além de trazer dos Céus a Torá, Moisés dedicou sua vida ao exercício de duas importantes missões. Primeiro - e esta foi a mais fácil - a missão de tirar os judeus do Egito. E a segunda, com a qual se digladiou durante 40 anos no deserto - tirar o Egito de dentro dos judeus.
Da mesma forma que o povo judeu ficou 40 anos sofrendo no deserto e muitos prefiriram continuar escravos no Esgito do que se tornarem livres em sua própria terra, muitos brasileiros hoje preferem serem escravos do governo central do que serem pessoas livres.