Aliados admitem deixar Adail na prisão
Às vésperas de iniciar mais uma temporada eleitoral, o ex-prefeito de Coari, acusado de mega-corrupção e pedofilia, Adail Pinheiro, deverá permanecer na cadeia, embora tenha sido preso não pela gravidade de suas traquinagens, mas porque deixou de avisar à justiça sua mudança de endereço estando em processo de investigação judicial. Vá entender a juíza Ana Paula Braga e a Lei! A movimentação é discreta, silenciosa e já tem um tempo e dizem ter sido tomada em definitivo no núcleo intimo do poder em Brasília pelo próprio presidente Lula, que não gostaria de ver a campanha de sua candidata Dilma Roussef, comprometida pelo fato de chamar de “companheiro’ um cidadão que é suspeito de ser um dos maiores corruptos da história recente da República, corrupto e pedófilo, que usava verbas da SUS para transportar cafetinas, cafetões e vítimas de suas perversões sexuais em jatinho particular, segundo dados da Operação Vorax da Polícia Federal. Em outras palavras, a ordem é jogar n’água o patrimônio imoral deste agora incômodo parceiro.
Armação ou degola?
Sua prisão foi decretada por Ana Paula Braga, a mesma juíza que foi flagrada pela Operação Vorax, em situações constrangedoras de visível e audível intimidade com o esquema. Há controvérsias segundo o competente advogado Alberto Simonetti Neto sobre a lisura do rito jurídico para a detenção do ex-prefeito. E aí estaria uma brecha para sua iminente liberação, pois foi preso por ter se mudado para Manaus sem ter comunicado a Justiça Estadual em Coari, onde responde a processos por exploração da prostituição infantil. O fato levantou suspeitas de armação, por um lado, para influir positivamente no pleito extraordinário que vai escolher o novo prefeito de Coari na próxima semana... E por outro, a confirmação eloqüente de que a ordem é deixar Adail na masmorra. Ana Paula Braga é filha do poderoso e influente Robério Braga, secretário de Cultura, e a família está envolvida até o pescoço para livrar a barra da magistrada e por decor
Às vésperas de iniciar mais uma temporada eleitoral, o ex-prefeito de Coari, acusado de mega-corrupção e pedofilia, Adail Pinheiro, deverá permanecer na cadeia, embora tenha sido preso não pela gravidade de suas traquinagens, mas porque deixou de avisar à justiça sua mudança de endereço estando em processo de investigação judicial. Vá entender a juíza Ana Paula Braga e a Lei! A movimentação é discreta, silenciosa e já tem um tempo e dizem ter sido tomada em definitivo no núcleo intimo do poder em Brasília pelo próprio presidente Lula, que não gostaria de ver a campanha de sua candidata Dilma Roussef, comprometida pelo fato de chamar de “companheiro’ um cidadão que é suspeito de ser um dos maiores corruptos da história recente da República, corrupto e pedófilo, que usava verbas da SUS para transportar cafetinas, cafetões e vítimas de suas perversões sexuais em jatinho particular, segundo dados da Operação Vorax da Polícia Federal. Em outras palavras, a ordem é jogar n’água o patrimônio imoral deste agora incômodo parceiro.
Armação ou degola?
Sua prisão foi decretada por Ana Paula Braga, a mesma juíza que foi flagrada pela Operação Vorax, em situações constrangedoras de visível e audível intimidade com o esquema. Há controvérsias segundo o competente advogado Alberto Simonetti Neto sobre a lisura do rito jurídico para a detenção do ex-prefeito. E aí estaria uma brecha para sua iminente liberação, pois foi preso por ter se mudado para Manaus sem ter comunicado a Justiça Estadual em Coari, onde responde a processos por exploração da prostituição infantil. O fato levantou suspeitas de armação, por um lado, para influir positivamente no pleito extraordinário que vai escolher o novo prefeito de Coari na próxima semana... E por outro, a confirmação eloqüente de que a ordem é deixar Adail na masmorra. Ana Paula Braga é filha do poderoso e influente Robério Braga, secretário de Cultura, e a família está envolvida até o pescoço para livrar a barra da magistrada e por decor