Enfermeira cristã obrigada a deixar enfermaria por carregar um crucifixo
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Processará o Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido
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Por Nieves San Martín
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LONDRES, quinta-feira, 24 de setembro de 2009 (http://zenit.org/).- Uma enfermeira cristã do Reino Unido foi objeto de uma ação disciplinar por carregar um pingente com uma cruz.
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Shirley Chaplin, de 54 anos, empreenderá uma ação no Tribunal Trabalhista por discriminação, já que a senhora Chaplin crê ser discriminada por causa de sua fé, informava nesta quarta-feira o Christian Post.
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Anteriormente foi dito à senhora Chaplin, por parte do Hospital Royal Devon and Exeter, que não podia levar a cruz de prata de 2,5 centímetros abertamente em seu pescoço porque viola sua política de uniforme e é um risco para os pacientes, segundo o jornal Telegraph.
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Também lhe disseram que ou aceitava o emprego em um posto não como enfermeira ou enfrentaria a demissão. O Serviço Nacional de Saúde (NHS) insistiu que o pingente poderia colocá-la em perigo ou algum paciente se fosse agarrado.
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A senhora Chaplin disse que levava a cruz desde que começou a trabalhar no hospital há trinta anos, e afirmou que está sendo perseguida por suas crenças cristãs.
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Contudo, o hospital se acomoda a outros símbolos de fé, tais como as enfermeiras muçulmanas que levam o chador, informou o Daily Express.
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(Cont.)
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Processará o Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido
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Por Nieves San Martín
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LONDRES, quinta-feira, 24 de setembro de 2009 (http://zenit.org/).- Uma enfermeira cristã do Reino Unido foi objeto de uma ação disciplinar por carregar um pingente com uma cruz.
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Shirley Chaplin, de 54 anos, empreenderá uma ação no Tribunal Trabalhista por discriminação, já que a senhora Chaplin crê ser discriminada por causa de sua fé, informava nesta quarta-feira o Christian Post.
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Anteriormente foi dito à senhora Chaplin, por parte do Hospital Royal Devon and Exeter, que não podia levar a cruz de prata de 2,5 centímetros abertamente em seu pescoço porque viola sua política de uniforme e é um risco para os pacientes, segundo o jornal Telegraph.
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Também lhe disseram que ou aceitava o emprego em um posto não como enfermeira ou enfrentaria a demissão. O Serviço Nacional de Saúde (NHS) insistiu que o pingente poderia colocá-la em perigo ou algum paciente se fosse agarrado.
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A senhora Chaplin disse que levava a cruz desde que começou a trabalhar no hospital há trinta anos, e afirmou que está sendo perseguida por suas crenças cristãs.
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Contudo, o hospital se acomoda a outros símbolos de fé, tais como as enfermeiras muçulmanas que levam o chador, informou o Daily Express.
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(Cont.)