Orar pela paz é o mínimo que se pode fazer depois de 70 anos do início da Segunda Guerra Mundial (1939-1945), para que tragédias como aquela não se repitam mais. Mas não basta orar, pois quando se trata de lidar com a capacidades humana para a guerra, não podemos ser passivos e esperar que tudo se resolva sem a nossa interferência, como acreditam os deterministas, para quem nossas ações e todas as coisas estão previamente determinadas. Para Martin Luther King (1929-1968) “Deus, que nos deu a inteligência para pensar e corpos para trabalhar, iria contra Seus próprios desígnios se nos permitisse obter pela prece aquilo que pode ser alcançado pelo trabalho e pela inteligência”
Fonte:
(Orar com Martin Luther King e os não-violentos. Loyola, São Paulo, 1991, p. 40).
Se considerarmos os fatos que deram início à Segunda Guerra, vamos perceber o quanto a humanidade negou-se ao trabalho e à inteligência, ainda que as pessoas orassem. No dia 1º de Setembro de 1939, às 16h45min., a cidade de Wielun, Polônia, foi atacada pelos aviões alemães, sob o argumento de que poloneses destruíram uma rádio numa cidade fronteiriça à Alemanha, o que depois foi comprovado ser um ardil nazista. Em Wielun não havia nenhuma base militar, 70% das residências e prédios foram arrasados, e dos 1.500 habitantes apenas 300 sobreviveram. No final da Guerra morreram mais de 55 milhões.
Hoje, como há 75 anos atrás, está faltando trabalho, inteligência e oração, pois atualmente existem ao menos 30 conflitos armados em andamento em todo o mundo. Segundo Alberto Dines, a guerra é a “capacidade de simplificar ideias através do ódio” (http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=553IMQ001). Onde há ódio é porque os indivíduos se negam a trabalhar, pensar e orar, na ilusão de simplificar o trabalho, a inteligência e a religião.
Fonte:
(Orar com Martin Luther King e os não-violentos. Loyola, São Paulo, 1991, p. 40).
Se considerarmos os fatos que deram início à Segunda Guerra, vamos perceber o quanto a humanidade negou-se ao trabalho e à inteligência, ainda que as pessoas orassem. No dia 1º de Setembro de 1939, às 16h45min., a cidade de Wielun, Polônia, foi atacada pelos aviões alemães, sob o argumento de que poloneses destruíram uma rádio numa cidade fronteiriça à Alemanha, o que depois foi comprovado ser um ardil nazista. Em Wielun não havia nenhuma base militar, 70% das residências e prédios foram arrasados, e dos 1.500 habitantes apenas 300 sobreviveram. No final da Guerra morreram mais de 55 milhões.
Hoje, como há 75 anos atrás, está faltando trabalho, inteligência e oração, pois atualmente existem ao menos 30 conflitos armados em andamento em todo o mundo. Segundo Alberto Dines, a guerra é a “capacidade de simplificar ideias através do ódio” (http://www.observatoriodaimprensa.com.br/artigos.asp?cod=553IMQ001). Onde há ódio é porque os indivíduos se negam a trabalhar, pensar e orar, na ilusão de simplificar o trabalho, a inteligência e a religião.