Aquele absurdo vergonhoso não pode ser "aceito" por ninguém mentalmente SÃO! Nem se trata de "aprovar" o tal Zé Laia e a escumalha forista OU NÃO, se trata de que é reverter à mais absoluta BARBÁRIE aceitar uma interferência como a feita pelo governo do bugre Luifináfio e da lastimável "dipromassia" de Amorim e Marcorelho.
Aquilo foi uma MERDA descomunal, sem precedentes, unheard of.
E o bugre ainda vai pedir "providências" à ONU, cacete! 😄! Os caras da ONU são canalhas, mas não são LESADOS, já viram que a ação forista não pode ser "apoiada", pelo menos publicamente, POR NINGUÉM - seria um atestado de suicídio diplomático!
Se isso for para o Conselho de Segurança, é rezar para a Inglaterra e os EUA se posicionarem contra. Garanto que o Brasil esta contando com o apoio da China, Russia e França.
"El diplomático responsabilizó a los países que apoyaron el ingreso de Zelaya al país para refugiarse en la embajada de Brasil
El retorno clandestino del presidente hondureño Manuel Zelaya a su país fue "irresponsable" y no sirve a los intereses de su pueblo, declaró este lunes el representante alterno estadounidense ante la Organización de Estados Americanos, Lewis Amselem.
"El retorno del presidente Zelaya a Honduras es irresponsable y no sirve ni a los intereses de su pueblo ni a aquellos que buscan el reestablecimiento pacífico del orden democrático en Honduras", dijo Amselem durante un Consejo Permanente de la OEA, reunido en sesión extraordinaria.
Amselem dijo que el regreso de Zelaya a Honduras "no ha servido" a los esfuerzos diplomáticos para resolver la crisis hondureña, que lleva casi tres meses, tras la sustitución constitucional de Manuel Zelaya el 28 de Junio.
"El regreso fue irresponsable" dijo Amselem, quien hizo extensiva tal actitud a los países que permitieron el lunes pasado el retorno de Zelaya a Honduras, refugiado en la Embajada de Brasil en Tegucigalpa.
"Los que facilitaron el retorno del presidente Zelaya tienen una especial responsabilidad para prevenir la violencia y el bienestar del pueblo hondureño", explicó el diplomático, sin dar más detalles.
La declaración del diplomático supuso un cambio de nuevo en la política estadounidense ante la crisis hondureña...
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El presidente Zelaya debería ejercer liderazgo y pedir a sus seguidores que expresen sus puntos de vista pacíficamente", sugirió el representante alterno ante la OEA.
"El pueblo de Honduras está sufriendo", denunció Amselem, quien se mostró igualmente crítico con el gobierno de Roberto Micheletti.
La expulsión de cuatro diplomáticos de la OEA el domingo, que motivó la reunión extraordinaria del Consejo Permanente este lunes, "constituye un insulto a la comunidad internacional y a esta organización", dijo Amselem.
El secretario de la OEA, Miguel Insulza, explicó este lunes que los embajadores fueron trasladados por autoridades hondureñas a un hotel capitalino y “no permitieron que los llevaran los autos diplomáticos”.
Insulza dijo que el gobierno de Honduras tuvo “una actitud verbal más dura, pero sin maltratos físicos, porque no los hubo, no nos podemos quejar de eso”, afirmó.
La situación de Honduras se agravó luego de que Zelaya ingresara el lunes al país y se refugiara en la Embajada de Brasil, desde donde ha realizado llamados a la insurrección.
El gobierno del presidente Roberto Micheletti suspendió por 45 días al menos cinco garantías constitucionales ante los llamados públicos a la insurrección que ha hecho el depuesto mandatario Manuel Zelaya Rosales, dejando al país en un estado de sitio.
“El estado de sitio fue probablemente apresurado por el hecho que hoy (lunes) se espera una manifestación importante convocada por el presidente Zelaya”, confirmó Insulza...
La comunidad internacional ha hecho constantes llamados a Micheletti y a Zelaya evitar acciones que atenten contra la embajada brasileña.
Ante rumores de presencia militar brasileña en Honduras, el ministro brasileño de Defensa, Nelson Jobim, descartó enviar tropas para proteger la embajada en Tegucigalpa."
Agora o governo provisório hondurenho, muito acertadamente, deu prazo para o Brasil definir a situação de Zelaya. Ou dá ou desce. Eu não vi, mas um amigo meu contou que Lula, me parece que em matéria do Fantástico, não aceita a pressão de Honduras. Vai ter que ceder, ou dá asilo político ao Zelaya no Brasil ou entrega ele para as autoridades daquele país. Ao que tudo indica vai haver uma retirada humilhante do Zelaya, humilhante para ele e para toda a quadrilha forista que o apóia.
É o governo dos EUA, não acho que os norte-americanos assistirão quietos ao carnaval chavista ... ou o presidente Hussein deles chuta a bunda dos inimigos da América ou chutam a dele ... e ele já percebeu isso ...
E aliás como a América chuta bem (rs) vide o cabo austríaco roncoio (monotesticulo) que teve de se matar para não ser colocado em uma jaula ... e ir fuçar merda com o resto dos nazistas ...
Aliás no final da II Guerra só faltou mesmo Hitler enfeitando a ponta de uma corda no cadafalso ...
Ai Carlos Alberto de Nóbrega ... cria um personagem com bigode, colete, bota de vaqueiro, com bosta na cabeça, ... um personagem que tem visões e que vive morrendo de medo ... um personagem mentiroso e que não enxerga o obvio ...
Não sei qual é a dos eua, se é para acalmar os conservadores, parece-me que é algo de faxada!
Eles estão apoiando o Zelaya, mas como os comunistas culpam os eua por tudo os eua não podem apoiar totalmente!
Ou talvez os eua estejam com medo do que acontecerá, ainda que os democratas sejam de esquerda do jeito que a coisa anda vai sobrar até para eles.
Não sei o que os americanos discutiram internamente (vá saber, talvez saibamos em breve), mas qualquer pessoa alfabetizada com um domínio básico de raciocínio lógico e que leia a constituição hondurenha na internet verá que várias leis foram violadas pelo governo de Zelaya.
Não creio que o governo americano, o Foro de SP e a NOM vão dar a cara TÃO à tapa assim para apoiar um governo obivamente bandido aos olhos do mundo inteiro. Teriam de praticar o cinismo em escala global e de forma homogênea. A pneumopatologia globalista (ainda) não chegou à esse nível de absurdidade.