Ora bolas, num regime em que o "capital" é o centro da filosofia oficial do Estado, nada mais perfeito do que colocar sob esse mesmo Estado todo o controle do capital.
Afinal, que crime mais grave pode ocorrer num país comunista do que sonegar capital ao governo? Na URSS, assassinato dava 10 anos de cadeia; crime contra o Estado, inclusive financeiros, dava pena de morte.
Na China, tem gente que é condenada à morte por... passar cheque sem fundo.
E essa gentalha pró-Cuba ainda acha o nosso capitalismo um horror, vítima do pior de todos: o terrível capitalismo norte-americano.
Esse país é uma terra de esquizofrênicos. É impossível acreditar que exista gente pensando em viajar à uma ilha prisão como Cuba pensando em fazer turismo como se faz viajando para um país livre e democrático como os EUA.
Passa 5 minutos dentro de qualquer DA ou DCE e vc vai ver o que a maconha faz com o cérebro humano... Até acreditar que Cuba é o paraiso eles acreditam.
Observe então a justificativa de um comentarista que se diz de tendência política "neutra":
O governo cubano precisa ter algum controle da receita do turismo, para que possa aplicar essa receita em benefício do conjunto da sociedade, em saúde e educação, por exemplo, de forma planejada e democrática. Por isso existem leis que procuram estabelecer esse controle. Além disso, existe a necessidade de certa vigilância contra ações de sabotadores estrangeiros, pois há interesses muito poderosos buscando, a todo momento, sabotar a revolução, principalmente a partir de Miami. Portanto, entendendo que o constrangimento sofrido pelos amigos viajantes tenha sido perturbador, lembro que é preciso entender também o outro lado.
"Passa 5 minutos dentro de qualquer DA ou DCE e vc vai ver o que a maconha faz com o cérebro humano... Até acreditar que Cuba é o paraiso eles acreditam."
Discordo. Eles acredita que Cuba é o paraíso sem fumar maconha. Quando fumam, tornam a crença uma certeza alucinante!!
Não acreditávamos que isto poderia estar acontecendo em Cuba.
Imaginem, agora, se esses indivíduos passassem por um constrangimento infinitamente menor nos EUA. Aposto que eles escreveriam cinco páginas sobre como eles foram torturados psicologicamente durante horas e horas, e sobre como os estrangeiros sofrem maus tratos por lá. Como é em Cuba, eles ficaram só um pouquinho pasmos.
mil brasileiros... quase nada, e eles podem voltar se quiserem, eu suponho, mas na coréia só deve ter o pessoal da embaixada.
E quanto à matéria não tem nem o que falar, é inegável que a globo é esquerdista.
"Discordo. Eles acredita que Cuba é o paraíso sem fumar maconha. Quando fumam, tornam a crença uma certeza alucinante!!"
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eu acretito que ambos se atraem reciprocamente.
Todos os clichês pró-fidel reunidos em uma única "reportagem". Aposto que foi tudo feito com o recurso "copiar e colar" de outras matérias, só mudaram os personagens com seus respectivos depoimentos.
E ainda dizem que a Globo é direitista, reacionária e racista.
"06/11/2006 - PROBLEMAS COM A IMIGRAÇÃO
Cuba - 06/11/2006
Em Cuba é proibido estrangeiros se hospedarem em casas que não possuem autorização do governo, e para ter esta autorização paga-se aproximadamente 150,00 dólares por quarto disponíveis para alugar.Não sabíamos disso, eram nossos amigos, e por isso acreditávamos que poderiamos nos hopedar na casa do Fidel e da Maritza.A imigração estava às 8 horas da manhã batendo na nossa porta, pois tinham recebido uma denúncia de 4 brasileiros estarem cometendo um crime em território cubano, hospedarem-se sem autorização. Recebemos uma intimação para nos apresentarmos na imigração cubana às 14:00 para nos interrogarem.Fomos à Embaixada brasileira pedir ajuda neste problema. O Vice-Cônsul, José Leite de Assis Fonseca, nos atendeu muito bem. Conversamos, contamos nossa situação e não mediu esforços para tentar resolver o mais rápido possível o que estava acontecendo. Redigiu uma carta, explicando à imigração do nosso desconhecimento da questão de hospedagem, que não pagavamos para estarmos lá, que a família é nossa amiga, e que qualquer questão sobre os 4 brasileiros, deveria ser chamado o Consulado para serem tomadas as medidas necessárias...
...Agradecemos e fomos à imigração. Logo foram pedindo nossos passaportes, vistos e do porquê estávamos em Cuba. Apresentamos a carta do Consulado e a conversa amenizou. O soldado que fazia as perguntas iniciais ligou para seu chefe pois com a presença do Consulado brasileiro, qualquer atitude tomada contra nós poderia gera um problema internacional. Em 5 minutos, o comandante da imigração, Julio Cesar, aparece e passa a ser o inquisitor. Nos desqualificou de todas as maneiras possíveis, e nos tratou como criminosos e delinqüentes. Falou que deveríamos dormir numa casa autorizada e levar no dia seguinte o comprovante de pagamento. Discutimos muito, falávamos que não tínhamos dinheiro para hospedagem. Respondeu que se não tínhamos dinheiro era para voltarmos de onde tínhamos saído, nos chamando de loucos por estarmos viajando sem dinheiro. Argumentamos que Che e Fidel também eram dois loucos sem dinheiro. Somente riu. Não acreditávamos que isto poderia estar acontecendo em Cuba.Foi sem dúvida o pior dia da viagem.Começamos a questionar se a ilha era realmente socialista."