Relator Tasso Jereissati manifestou-se contra a entrada da Venezuela.
Líder do governo, Romero Jucá promete responder os questionamentos.
G1
O líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), pediu vistas nesta quinta-feira (1) do relatório do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) contrário à entrada da Venezuela no Mercosul. Jucá anunciou que apresentará um voto em separado defendendo a adesão da Venezuela ao bloco econômico. Por acordo, a votação do tema foi remarcada para o dia 29 de outubro.
O protocolo de adesão da Venezuela ao Mercosul foi assinado em julho de 2006, mas precisa ser ratificado pelos Congressos dos quatro países membros para ser formalizados. Caso um dos países rejeite, a adesão não será concluída. No Brasil, a Câmara já aprovou a adesão.
O principal argumento contrário à entrada da Venezuela diz respeito à cláusula democrática. Para Tasso, esta cláusula é um problema para a adesão porque mesmo sem haver uma “ruptura”, o presidente Hugo Chavez governa de forma “quase ditatorial”.
O presidente Hugo Chavez tem seguido uma estratégia bastante conhecida de destruição da democracia e implantação de um regime autoritário”, diz trecho do relatório.
O relator destaca o envolvimento de Chavez no retorno do presidente deposto Manuel Zelaya para Honduras como mais um fator para rejeitar a entrada da Venezuela no bloco econômico. Zelaya está abrigado na embaixada brasileira em Honduras.
Tasso destaca críticas feitas pela Organização dos Estados Americanos ao governo Chavez. Segundo o relatório, a OEA apontou que há na Venezuela impunidade para homicídios e execuções, intimidação contra setores da sociedade contrários ao governo, manifestações ameaçadoras de Chavez incitando violência contra candidatos de oposição, entre outros problemas.
“Inicialmente um fator de menor relevância em nosso espectro de análise, os argumentos sobre a natureza da solidez institucional na Venezuela e sobre a personalidade e forma de agir do presidente Hugo Chavez assumiram posição central na fundamentação deste voto”, afirmou Tasso
“A aprovação do Protocolo antes das negociações significará que a Venezuela se tornará um membro pleno do Mercosul sem que estejam definidas as condições em que serão cumpridos os compromissos aceitos no Protocolo. Isto faz com que o Senado Federal não se sinta à vontade em recomendar ou sugerir a sua aprovação”, disse o relator.
Tasso reconhece que a adesão da Venezuela tem vantagens econômicas devido à força daquele país, que tem Produto Interno Bruto de US$ 300 bilhões, mas mesmo nesta área ele questiona a “segurança jurídica” de um acordo. Como exemplo, o relator cita as restrições impostas pela Venezuela à importação de telefones celulares.
Os países integrantes do Mercosul terão que negociar com outros paíes sempre e obrigatoriamente e em bloco ou seja; nada de acordos bi-laterais, por exemplo.
Vamos ter que carreagar esse mala desse Chavez à tira colo! Um cara que daqui a pouco pode querer fazer enriquecimento de urânio ou até bomba atômica; apóia o programa nuclear de radicais islâmicos; é anti-americano etc.
Se Chavez sofrer um boicote econômico o Brasil se ferra.
À propósito, o Jornal Nacional de hoje foi milagroso: noticiou a posição do Tasso Jereissati e apontou as posições do senador, mostrando que não se podia ignorar o regima chavista.
Mundando de notícia em seguida, afirmou que a China estava comemorando os 60 anos da implantação da "ditadura comunista" (sic).
O JN também noticiou, sobre esse mesmo assunto, que o Uruguai e a Argentina já aprovaram a entrada da Venezuela no Mercosul e o Paraguai ainda não deu uma posição.
Agora não sei se a aprovação é por maioria ou por unanimidade.
Considerada a economia mais próspera da América Latina, o crescimento econômico do país superou os 6% nos anos de 2004 e 2005. Junto ao crescimento ocorre uma maior diversificação econômica, diminuindo a importância da mineração (principalmente o cobre no produto interno bruto do país - apesar de ainda representar 35% das exportações) - e aumentando a participação dos serviços.
A balança comercial chilena apresentou um superávit comercial de cerca de 9 bilhões de dólares em 2005, exportando principalmente minérios, celulose, metanol e agroindustriais - como o salmão e vinhos; importou principalmente máquinas, produtos de vestuário e derivados de petróleo. Seus principais parceiros comerciais são os Estados Unidos, Mercosul, União Européia, Japão e Austrália.
Chuquicamata, a maior mina a céu aberto do mundo.
A diversidade no mercado exportador e a firmação de tratados comerciais, principalmente com a União Européia e países do Pacífico, têm contribuído enormemente para o progresso industrial chileno.
O Chile é uma República Democrática (constituição aprovada por plebiscito em 1980). O Presidente é o chefe do poder executivo e é eleito por um período de 4 anos ou mais, sem reeleição. No momento, pela primeira vez, é uma mulher que está na presidência, Michelle Bachelet.
esse papinho de que Estado é diferente de governo não serve para a venezuela!
Chávez é o Estado!
aliás o maluf foi favorável à entrada da venezuela, ele declarou que chávez é um psicopata mas que a Venezuela é mais que o chávez.
claro que a venezuela não deve entrar no mercosul, se o brasil aprovar tomara que o paraguai não o faça.
´´Tasso destaca críticas feitas pela Organização dos Estados Americanos ao governo Chavez. Segundo o relatório, a OEA apontou que há na Venezuela impunidade para homicídios e execuções, intimidação contra setores da sociedade contrários ao governo...``
Se a OEA falou é porque a coisa está pior do que eu pensava.
A constiuição que ordenou que se fizesse aquele plebiscito para ver se o pinoche saia ou não?
A presidente do chile é uma socialista pior que o Serra, mas o país vai bem, pois na economia continua uma política boa.
07/01/2008 -
Chile obtém superávit comercial recorde de US$ 24,46 bilhões em 2007
Santiago do Chile, 7 jan (EFE).- A balança comercial do Chile registrou em 2007 um superávit recorde de US$ 24,456 bilhões, informou hoje o Banco Central.
As exportações totalizaram US$ 68,295 bilhões, um recorde para o país, e as importações foram de US$ 43,84 bilhões.
O valor das exportações subiu 17,5% em comparação com 2006, enquanto o das importações aumentou 22,1%.
Em dezembro a balança comercial registrou um superávit de US$ 982,4 milhões, resultado de exportações de US$ 4,87 bilhões e de importações de US$ 3,88 bilhões.
Em relação a dezembro de 2006, as exportações no mês passado cresceram 12,3%, enquanto as importações registraram alta de 29,7%.
O superávit do Chile em 2006 tinha sido de US$ 23,02 bilhões.
“A crise é séria no Chile, e abrange o mercado financeiro e a economia real”, afirma em entrevista a Terra Magazine, Hernán Frigolett, mestre em Ciências Econômicas da Universidade de Londres e Gerente Geral da consultora Aserta:
- Espera-se que os Estados Unidos tenham uma queda na ordem de 2 a 3% do seu Produto Interno Bruto (PIB), e a Europa prevê uma queda entre 2 e 3%, portanto é muito provável que no Chile também tenhamos recessão.
Economistas coinciden en inicio de reactivación económica
Tras las últimas cifras dadas a conocer y que muestran un incremento en el consumo interno y en la producción industrial, economistas concuerdan en que la contracción económica ha terminado, dando paso a un periodo de reactivación.
"Hay un punto de inflexión y ya estamos en proceso de recuperación que es paulatino. Hay muy buenas perspectivas y estamos optimistas", señaló Alvaro Merino, gerente de estudios de la Sonami.
La mejora en el escenario se da básicamente por el aumento en las ventas del comercio por cuarto mes consecutivo (9,2%) y por la disminución en la caída de la producción industrial que llegó a -3,8% en agosto, cifra bastante menos pronunciada que el -7,4% anotado en julio.
Con estos números en la mano, el economista de LarraínVial, Leonardo Suárez, adelanta que Chile crecería un 5% en 2010.
O Chile é o mais capitalista dos países da América Latina. A presidente Brachelet é a quarta governante seguida da "Concertação", frente que reúne os partidos Socialista e Democrata Cristão e outros menores. Apolítica econômica se baseia no ajuste permanente das contas públicas (superávits a anos), metas de inflação, câmbio flutuante, ampla privatização e enorme abertura ao comércio externo, com as mais baixas tarifas de importação da América Latina.
O Chile tem acordos bilatterais com EUA, UE, China, Índia e Mercosul. Globalizado, prepara-se para avançarr ainda mais. Por exemplo: é meta do governo que, dentro de 15 anos todos os chilenos sejam fluentes em inglês...
Brachelet não pretende mudar nada disso. Então, de onde viria o seu "socialismo"? Dos objetivos de ampliar os programas sociais, incluindom proteção ambiental. NÃO É SOCIALISMO, CLARO; é apenas isso mesmo, preocupação social.
Carlos alberto Sardenberg ("Neoliberal , não. LIBERAL")
ainda esperemos pelo paraguai, país que nos dá orgulho por ser o único sul-americano(e dos pouco no mundo) a recomhecer o verdadeiro governo chinês, refiguado em taipei.
que o congresso paraguaio tenha mais vergonha que o nosso, a votação aqui foi apertada.