28/10/2004 - 20h12m
Deputado teria incorporado espírito enquanto presidia sessão da Câmara
Isabel Braga - O Globo
BRASÍLIA - Durante sessão solene da Câmara em homenagem ao bicentenário do nascimento de Allan kardec, fundador do Espiritismo, o deputado Luiz Bassuma (PT-BA) chamou a atenção de funcionários e pessoas de outras religiões que assistiam à sessão, que ele mesmo presidia. O deputado teria incorporado um espírito ao fazer a oração de encerramento. A voz, como se fosse de um ancião, tinha o timbre muito parecido com a do espírita mineiro Chico Xavier, segundo alguns dos presentes.
- Foi impressionante. Eu fiquei arrepiada. Meus pais, que assistiam à sessão pela TV Câmara me ligaram, perguntando se ele havia incorporado o Chico Xavier - conta a funcionária da Câmara, Maria Almeida.
- A voz era muito parecida com a de Chico Xavier - conta outro servidor da Casa, que, impressionado, foi rever a cena nos estúdios da TV Câmara que grava todas as sessões do plenário.
Médiuns e representantes da religião espírita que estavam presentes à sessão descartaram a possibilidade de o deputado ter incorporado o espírita Chico Xavier, que morreu em 30 de junho de 2002. Em uma roda, após a sessão, esses médiuns diziam que a voz era mais parecida com a do médico espírita Bezerra de Menezes. Argumentam que, durante a oração feita pelo deputado, o espírito cita os nomes de Allan Kardec e do próprio Chico Xavier.
Ao iniciar um oração, Bassuma falava com sua própria voz, mas aos poucos baixou a cabeça, fechou os olhos e o timbre de sua voz e a maneira de falar mudaram, dando lugar a uma voz arrastada e fraca, como a de um ancião. Os dedos da mão direita batiam de leve sobre a mão esquerda. Ao final da oração, a voz do deputado voltou ao normal e a sessão foi encerrada. Segundo seus assessores, Bassuma, que viajou nesta quinta-feira mesmo, não se lembra do que falou e não sabe dizer que espírito incorporou.
Deputado teria incorporado espírito enquanto presidia sessão da Câmara
Isabel Braga - O Globo
BRASÍLIA - Durante sessão solene da Câmara em homenagem ao bicentenário do nascimento de Allan kardec, fundador do Espiritismo, o deputado Luiz Bassuma (PT-BA) chamou a atenção de funcionários e pessoas de outras religiões que assistiam à sessão, que ele mesmo presidia. O deputado teria incorporado um espírito ao fazer a oração de encerramento. A voz, como se fosse de um ancião, tinha o timbre muito parecido com a do espírita mineiro Chico Xavier, segundo alguns dos presentes.
- Foi impressionante. Eu fiquei arrepiada. Meus pais, que assistiam à sessão pela TV Câmara me ligaram, perguntando se ele havia incorporado o Chico Xavier - conta a funcionária da Câmara, Maria Almeida.
- A voz era muito parecida com a de Chico Xavier - conta outro servidor da Casa, que, impressionado, foi rever a cena nos estúdios da TV Câmara que grava todas as sessões do plenário.
Médiuns e representantes da religião espírita que estavam presentes à sessão descartaram a possibilidade de o deputado ter incorporado o espírita Chico Xavier, que morreu em 30 de junho de 2002. Em uma roda, após a sessão, esses médiuns diziam que a voz era mais parecida com a do médico espírita Bezerra de Menezes. Argumentam que, durante a oração feita pelo deputado, o espírito cita os nomes de Allan Kardec e do próprio Chico Xavier.
Ao iniciar um oração, Bassuma falava com sua própria voz, mas aos poucos baixou a cabeça, fechou os olhos e o timbre de sua voz e a maneira de falar mudaram, dando lugar a uma voz arrastada e fraca, como a de um ancião. Os dedos da mão direita batiam de leve sobre a mão esquerda. Ao final da oração, a voz do deputado voltou ao normal e a sessão foi encerrada. Segundo seus assessores, Bassuma, que viajou nesta quinta-feira mesmo, não se lembra do que falou e não sabe dizer que espírito incorporou.