gostaria de saber quem foi o primeiro povo/rleigião/grupo que denunciou o nazismo, as testemunahs de jeová dizem que elas foram as primeiras(e acho que as unicas,(não sei se dizem isso)) gostaria de saber se isso é verdade, obrigado desde já.
testemunhas de jeová denunciaram o nazismo sosinho
Sosinho??????
Alguém tem que denunciar sua ortografia e concordância!!
Alguém tem que denunciar sua ortografia e concordância!!
então, elas diceram que elas foram as primeiras e unicas a denunciarem o nazismo, os crimes do nazismo. e chegam a falar que a igreja católica não apenas não fazia isso, como as desmentiam...isso é verdade? eu sei que não, mas quero saber primeiro como refutar a primeira parte, para depois colocar as citaç~eos de judeus na era nazi, agradecendo a igreja católica por ter lutado contra o nazismo d ealguma forma.
🙁
OdeC no SF afirmou que quem primeiro alertou sobre os perigos do nazismo alemão foi Mussolini. Não foi uma denuncia pública, mas um alerta expresso aos chefes de Estado da Europa.
Isso bem antes dele se aliar a Hitler é evidente.
Coloca a fonte.
os campos de extermínio só foram descobertos no final da guerra.
denunciou o apoio de Stalin?
denunciou o apoio de Stalin?
ofereceu alternativa para a alemanha?
o mussolini era adversário do hitler...
depois se aliou a ele...
e a Igreja Católica?Os próprios judeus? os industriais?
depois se aliou a ele...
e a Igreja Católica?Os próprios judeus? os industriais?
o mussolini era adversário do hitler...
depois se aliou a ele...
É, e isso foi uma surpresa na época, porque Alemanha e Itália sempre tiveram relações azedas. Mussolini afirmou em certa ocasião, quando Alemanha e Itália ainda não eram aliadas: "Para onde Alemanha fosse a Itália iria junto". O importante é tentar saber o que aconteceu antes para ele tomar essa decisão. Aparentemente foi devido ao descaso da Europa com o nazismo. Mussolini não era o tipo de homem para ficar à margem da História e se aliou a Hitler, que ele considerava um louco, pela falta de outra opção.
depois se aliou a ele...
É, e isso foi uma surpresa na época, porque Alemanha e Itália sempre tiveram relações azedas. Mussolini afirmou em certa ocasião, quando Alemanha e Itália ainda não eram aliadas: "Para onde Alemanha fosse a Itália iria junto". O importante é tentar saber o que aconteceu antes para ele tomar essa decisão. Aparentemente foi devido ao descaso da Europa com o nazismo. Mussolini não era o tipo de homem para ficar à margem da História e se aliou a Hitler, que ele considerava um louco, pela falta de outra opção.
A dúvida do Nildo é cronológica e própria palavra "denúncia" é um tanto vaga. O crédito, pelo menos por enquanto, pretence a Mussolini segundo OdeC.
". Não foi uma denuncia pública, mas um alerta expresso aos chefes de Estado da Europa. "
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isso pode ser interprtado, ke, quem avisou estes chefes de alguma forma, foram eles?
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"Coloca a fonte. "
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ah não to com preguiça, mas acredite em min, eu seria phd em testemunha de jeová, modéstia a parte, oque eu falo sobre tjs é(ou deveria ser considerado ser) lei, não dou opniõa, dou parecer^^😄
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isso pode ser interprtado, ke, quem avisou estes chefes de alguma forma, foram eles?
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"Coloca a fonte. "
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ah não to com preguiça, mas acredite em min, eu seria phd em testemunha de jeová, modéstia a parte, oque eu falo sobre tjs é(ou deveria ser considerado ser) lei, não dou opniõa, dou parecer^^😄
Nada, ao que parece, consegue dissipar a crença de que Pio XII manteve um “vergonhoso silêncio” em torno da perseguição dos judeus durante a II Guerra Mundial. Mas Ralph McInerny, no seu livro The Defamation of Pius XII (“A Difamação de Pio XII”), cita o que judeus, famosos ou não, disseram naquele tempo.
“Só a Igreja Católica protestou contra o assalto hitlerista à liberdade”, disse Albert Einstein.
http://www.olavodecarvalho.org/convidados/sobran.htm
“Só a Igreja Católica protestou contra o assalto hitlerista à liberdade”, disse Albert Einstein.
http://www.olavodecarvalho.org/convidados/sobran.htm
Mas de qualquer modo Hitler tinha uma política relativamente próxima À de mussolini, Franco tembém era próximo à mussolini.
como pensei, a Igreja Católica...
a persreguição religiosa foi terrível.
a persreguição religiosa foi terrível.
e sobre a Igreja, que eu saiba não houve holocausto na itália...
eu sei, isso é fácil provar, mas keria saber se as tjs ´eke dedaram o hitler. a seegunda parte éaté facil refutar.
Mas, "Testemunhas de Jeová" é uma religião ou, no fundo, o nome fantasia do que veio a constituir-se uma iniciativa editorial que travestiu-se de religião (na verdade, seita) para auferir lucros com a venda de suas publicações e livros?
Não é provocação. É apenas um pedido de esclarecimento, a quem puder fazê-lo.
Não é provocação. É apenas um pedido de esclarecimento, a quem puder fazê-lo.
Indico a todos.
TESTEMUNHAS DE JEOVÁ FALSOS PROFETAS.
http://www.youtube.com/watch?v=Mr8fKUcuh74
...
http://www.youtube.com/watch?v=UNoX-EXU880&feature=related
...
http://www.youtube.com/watch?v=V75usw-MBus&feature=related
...
parece que eles se chamam de sociedade da torrre de vigília, mas de qualquer modo o nome testemunha de Jeová é um nome arrogante e falso!
Mesmo porque nem cristãos são!
Mesmo porque nem cristãos são!
seja como for, eu ja conheço os vídeos acima, mas eles ainda dizem que foram eles que denunciaram o nazismo, e que erros teológicos nõa são suficiente para invalida-los, eu gostaria de saber se há como provar que as tjs não foram os primeiros a denunciarem o nazismo.
Isso pode ser interpretado, que, quem avisou estes chefes de alguma forma, foram eles?
Nildo, isso (aviso de Mussolini) é História e está documentado de alguma forma. Eu já li alguma coisa sobre o período imediatamente anterior a IIG e pode crer que Mussolini privava com Hitler e era, muito possivelmente, a pessoa melhor informada sobre os planos dele, não os simplesmente já publicado no Mein Kampf, mas projetos em ação. Mussolini que não era bobo viu o perigo que isso representava para a segurança da Europa. Além disso a idéia de genocídio (que viria a se concretizar) e perseguição étnica de qualquer espécie o abominava. O fato é que ninguém lhe deu ouvidos e ele não podia ficar em cima do muro, nem combater sozinho o poderio do nazismo alemão. Ainda, Mussolini mandava triplicar por três suas necessidades de material bélico, que seriam fornecidas por Hitler, para atrasar ou até mesmo inviabilizar seus planos. De nada adiantou, mas que ele tentou, não podemos negar.
Nildo, isso (aviso de Mussolini) é História e está documentado de alguma forma. Eu já li alguma coisa sobre o período imediatamente anterior a IIG e pode crer que Mussolini privava com Hitler e era, muito possivelmente, a pessoa melhor informada sobre os planos dele, não os simplesmente já publicado no Mein Kampf, mas projetos em ação. Mussolini que não era bobo viu o perigo que isso representava para a segurança da Europa. Além disso a idéia de genocídio (que viria a se concretizar) e perseguição étnica de qualquer espécie o abominava. O fato é que ninguém lhe deu ouvidos e ele não podia ficar em cima do muro, nem combater sozinho o poderio do nazismo alemão. Ainda, Mussolini mandava triplicar por três suas necessidades de material bélico, que seriam fornecidas por Hitler, para atrasar ou até mesmo inviabilizar seus planos. De nada adiantou, mas que ele tentou, não podemos negar.
Eu coloco da seguinte forma, a denúncia dos TJs na época, se é que houve, tinha o peso equivalente de um peido junto a opinião pública mundial. Eles estão querendo ir além das chinelas.
a itália mudou de lado nas duas guerras mundiais, acho que na primeira guerra ela o e japão se sentiram prejudicados.
"Eu coloco da seguinte forma, a denúncia dos TJs na época, se é que houve, tinha o peso equivalente de um peido junto a opinião pública mundial. Eles estão querendo ir além das chinelas."
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elas disseram ke alem idsso, apesar de profetizarem 7 vezes, uma das profecias se cumpriu, eles disseram que previram a primeira guerra mundial antes de ela okorrer.
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elas disseram ke alem idsso, apesar de profetizarem 7 vezes, uma das profecias se cumpriu, eles disseram que previram a primeira guerra mundial antes de ela okorrer.
As Testemunhas de Jeová foram contra o nazismo da mesma forma que foram e são contra qualquer tipo de autoridade terrena.
Se recusavam e recusam a fazer juramento à bandeira e serviço militar, seja sob a ditadura nazista, seja sob a democracia ocidental.
Não era oposição limiar ao nazismo. O próprio líder da TJ à epoca, o juiz Rutherford, tinha ideias anti-semitas, como era comum na época e entre vários líderes religiosos do Estados Unidos de então.
Contudo, É FATO que o hitlerismo serviu-se dessa recusa de juramento para uma perseguição limiar às TJ, que perderam todos os direitos de cidadania.
Nas demais confissões, a atitude diante do nazismo variou entre a submissão formal à autoridade conquistada pelos nazistas até vozes isoladas e crescentes dentro das denominações.
Todos sabiam que o nazismo era anti-clerical, hostil ao cristianismo e que sua cúpula era inteiramente devotada ao ocultismo. As igrejas cristãs jamais simpatizaram com o nazismo, embora não tenham se oposto ostensivamente, porque estavam atreladas demais ao sistema de subvenção estatal, que ainda vigora até hoje na Alemanha.
Mas, e os antecessores de Hitler (socialistas ou católicos laicos) não eram também anti-clericais?
- Nas igrejas evangélicas alemãs (luteranas), onde o apoio eleitoral ao partido era maior, as lideranças assistiram mais ou menos passivamente a ascensão de Hitler e a votação maciça de seus membros no partido. Algumas vozes discordantes dos teólogos ecumênicos (Bonhofer, Barth), de esquerda, quase sempre aparecem para mostrar que só a ala liberal era contrária ao nazismo, o que não era verdadeiro.
Em 1913, apenas 10% da população alemã frequentava os cultos. Essas igrejas tinham influência mínima. Depois de 1945, aderiram abertamente ao marxismo.
Se recusavam e recusam a fazer juramento à bandeira e serviço militar, seja sob a ditadura nazista, seja sob a democracia ocidental.
Não era oposição limiar ao nazismo. O próprio líder da TJ à epoca, o juiz Rutherford, tinha ideias anti-semitas, como era comum na época e entre vários líderes religiosos do Estados Unidos de então.
Contudo, É FATO que o hitlerismo serviu-se dessa recusa de juramento para uma perseguição limiar às TJ, que perderam todos os direitos de cidadania.
Nas demais confissões, a atitude diante do nazismo variou entre a submissão formal à autoridade conquistada pelos nazistas até vozes isoladas e crescentes dentro das denominações.
Todos sabiam que o nazismo era anti-clerical, hostil ao cristianismo e que sua cúpula era inteiramente devotada ao ocultismo. As igrejas cristãs jamais simpatizaram com o nazismo, embora não tenham se oposto ostensivamente, porque estavam atreladas demais ao sistema de subvenção estatal, que ainda vigora até hoje na Alemanha.
Mas, e os antecessores de Hitler (socialistas ou católicos laicos) não eram também anti-clericais?
- Nas igrejas evangélicas alemãs (luteranas), onde o apoio eleitoral ao partido era maior, as lideranças assistiram mais ou menos passivamente a ascensão de Hitler e a votação maciça de seus membros no partido. Algumas vozes discordantes dos teólogos ecumênicos (Bonhofer, Barth), de esquerda, quase sempre aparecem para mostrar que só a ala liberal era contrária ao nazismo, o que não era verdadeiro.
Em 1913, apenas 10% da população alemã frequentava os cultos. Essas igrejas tinham influência mínima. Depois de 1945, aderiram abertamente ao marxismo.
- Entre os católicos, É FATO que clérigos e lideranças de países da Europa do leste (Lituânia, Polônia, Eslováquia, Croácia), onde o catolicismo tinha muito maior influência do que na Alemanha, esperavam a ascensão do nazismo como contra-ponto à opressão bolchevique (ou judaica, como se dizia), em regiões onde eles mesmo tinham sido vítimas da violência comunista.
Contudo, era uma preferência política. Jamais um apoio, ou adesão.
Os católicos simpatizavam mais com Dolfuss, Franco ou Salazar. Apenas toleravam Mussolini e, sinceramente, odiavam Hitler.
Franco aceitou de bom grado a ajuda de Hitler na guerra civil, mas ainda via na Alemanha um tentáculo protestante que devia ser cortado. Por isso, jamais retribuiu a ajuda. Aceitou apenas enviar uma divisão para combater os russos comunistas e não para ajudar a Alemanha, por exemplo, na França ou na Itália.
Mussolini, por sua vez, recebeu integralmente toda a ajuda prestada a Franco...
=
De qualquer forma, em 1939, houve o primeiro rompimento formal de qualquer frio colaboracionismo entre as igrejas cristãs e o nazismo (ao menos na Alemanha, porque Roma já havia condenado antes).
Quando foi denunciada a eliminação de doentes mentais, as igrejas se juntaram para condenar aquela bestialidade. Como Hitler estava enfrentando uma quebra de braço com o Exército nas vésperas de invadir a Polônia, teve que recuar e as execuções foram suspensas.
O clima sempre foi azedo entre o partido e as igrejas.
Em 1942, uma declaração secreta do partido finalmente declarou o cristianismo como uma ideologia anti-nazista.
Não se deixem enganar.
Por causa de seu caráter pagão e anti-clerical, a hostilidade ao nazismo dentro das igrejas cristãs (tanto católica quanto protestantes, e mais as seitas) era geral.
Contudo, era uma preferência política. Jamais um apoio, ou adesão.
Os católicos simpatizavam mais com Dolfuss, Franco ou Salazar. Apenas toleravam Mussolini e, sinceramente, odiavam Hitler.
Franco aceitou de bom grado a ajuda de Hitler na guerra civil, mas ainda via na Alemanha um tentáculo protestante que devia ser cortado. Por isso, jamais retribuiu a ajuda. Aceitou apenas enviar uma divisão para combater os russos comunistas e não para ajudar a Alemanha, por exemplo, na França ou na Itália.
Mussolini, por sua vez, recebeu integralmente toda a ajuda prestada a Franco...
=
De qualquer forma, em 1939, houve o primeiro rompimento formal de qualquer frio colaboracionismo entre as igrejas cristãs e o nazismo (ao menos na Alemanha, porque Roma já havia condenado antes).
Quando foi denunciada a eliminação de doentes mentais, as igrejas se juntaram para condenar aquela bestialidade. Como Hitler estava enfrentando uma quebra de braço com o Exército nas vésperas de invadir a Polônia, teve que recuar e as execuções foram suspensas.
O clima sempre foi azedo entre o partido e as igrejas.
Em 1942, uma declaração secreta do partido finalmente declarou o cristianismo como uma ideologia anti-nazista.
Não se deixem enganar.
Por causa de seu caráter pagão e anti-clerical, a hostilidade ao nazismo dentro das igrejas cristãs (tanto católica quanto protestantes, e mais as seitas) era geral.
"As Testemunhas de Jeová foram contra o nazismo da mesma forma que foram e são contra qualquer tipo de autoridade terrena.
Se recusavam e recusam a fazer juramento à bandeira e serviço militar, seja sob a ditadura nazista, seja sob a democracia ocidental."
Justamente por isso eles foram perseguidos e mortos pelos nazistas.
Se recusavam e recusam a fazer juramento à bandeira e serviço militar, seja sob a ditadura nazista, seja sob a democracia ocidental."
Justamente por isso eles foram perseguidos e mortos pelos nazistas.
NOVA YORK, quinta-feira, 1º de outubro de 2009 (http://zenit.org/).- Nada de "Papa de Hitler". Nada de colaboradores voluntários do nazismo. Alguns documentos encontrados na Alemanha pela Pave the Way Foundation (PTWF) provam que, desde setembro de 1930, os bispos católicos haviam excomungado o Partido Nazista de Hitler.
Nos documentos achados por Michael Hesemann, colaborador da PTWF, consta que, em setembro de 1930, três anos antes que Adolf Hitler subisse ao poder, a arquidiocese de Mogúncia condenou de forma pública o Partido Nazista.
Segundo as normas publicadas pelo Ordinário de Mogúncia, estava "proibido a qualquer católico inscrever-se nas filas do Partido Nacional-Socialista de Hitler".
"Aos membros do partido hitleriano não era permitido participar de funerais ou de outras celebrações católicas similares."
"Enquanto um católico estivesse inscrito no partido hitleriano, não podia ser admitido aos sacramentos."
A denúncia da arquidiocese de Mogúncia foi publicada em primeira página pelo L'Osservatore Romano, em um artigo de 11 de outubro de 1930.
O título do artigo é: "Partido de Hitler condenado pela autoridade eclesiástica". Nele se declarava a incompatibilidade da fé católica com o nacional-socialismo.
Nenhuma pessoa que se declarasse católica podia converter-se em membro do partido nazista, sob pena da exclusão dos sacramentos.
Em fevereiro de 1931, a diocese de Munique confirmou a incompatibilidade da fé católica com o Partido Nazista.
Em março de 1931, também a diocese de Colônia, Parderborn e as das províncias de Renânia denunciaram a ideologia nazista, proibindo de forma pública qualquer contato com os nazistas.
Nos documentos achados por Michael Hesemann, colaborador da PTWF, consta que, em setembro de 1930, três anos antes que Adolf Hitler subisse ao poder, a arquidiocese de Mogúncia condenou de forma pública o Partido Nazista.
Segundo as normas publicadas pelo Ordinário de Mogúncia, estava "proibido a qualquer católico inscrever-se nas filas do Partido Nacional-Socialista de Hitler".
"Aos membros do partido hitleriano não era permitido participar de funerais ou de outras celebrações católicas similares."
"Enquanto um católico estivesse inscrito no partido hitleriano, não podia ser admitido aos sacramentos."
A denúncia da arquidiocese de Mogúncia foi publicada em primeira página pelo L'Osservatore Romano, em um artigo de 11 de outubro de 1930.
O título do artigo é: "Partido de Hitler condenado pela autoridade eclesiástica". Nele se declarava a incompatibilidade da fé católica com o nacional-socialismo.
Nenhuma pessoa que se declarasse católica podia converter-se em membro do partido nazista, sob pena da exclusão dos sacramentos.
Em fevereiro de 1931, a diocese de Munique confirmou a incompatibilidade da fé católica com o Partido Nazista.
Em março de 1931, também a diocese de Colônia, Parderborn e as das províncias de Renânia denunciaram a ideologia nazista, proibindo de forma pública qualquer contato com os nazistas.
Indignados e furiosos pela excomunhão emitida pela Igreja Católica, os nazistas enviaram Hermann Göring a Roma com a petição de audiência com o secretário de Estado Eugenio Pacelli. No dia 30 de abril de 1931, o cardeal Pacelli rejeitou encontrar-se com Göring, que foi recebido pelo subsecretário, Dom Giuseppe Pizzardo, que tinha a tarefa de anotar tudo o que os nazistas pediam.
Em agosto de 1932, a Igreja Católica excomungou todos os dirigentes do Partido Nazista. Entre os princípios anticristãos denunciados como hereges, a Igreja mencionava explicitamente as teorias étnicas e o racismo.
Também em agosto de 1932, a Conferência Episcopal alemã publicou um documento detalhado no qual eram dadas instruções de como relacionar-se com o Partido Nazista. Nele, estava escrito que era absolutamente proibido aos católicos que fossem membros do Partido Nacional-Socialista. Quem desobedecesse, seria imediatamente excomungado.
Também estava escrito que "todos os Ordinários declararam ilícito pertencer ao Partido Nazista", porque "as manifestações de numerosos chefes e publicitários do partido têm um caráter hostil à fé" e "são contrárias às doutrinas fundamentais e às indicações da Igreja Católica".
Em janeiro de 1933, Adolf Hitler chegou ao poder e as associações católicas alemãs difundiram um folheto intitulado: "Um convite sério em um momento grave", no qual consideravam a vitória do Partido Nacional-Socialista como "um desastre" para o povo e para a nação.
No dia 10 de março de 1933, a Conferência Episcopal alemã, reunida em Fulda, enviou um apelo ao presidente da Alemanha, o general Paul L. von Beneckendorff und von Hindenburg, expressando "nossas preocupações mais graves, que são compartilhadas por amplos setores da população".
Os bispos alemães se dirigiram a von Hindenburg manifestando seu temor de que os nazistas não respeitassem "o santuário da Igreja e a posição da Igreja na vida pública". Por isso, pediram ao presidente uma "urgente proteção da Igreja e da vida eclesiástica".
Em agosto de 1932, a Igreja Católica excomungou todos os dirigentes do Partido Nazista. Entre os princípios anticristãos denunciados como hereges, a Igreja mencionava explicitamente as teorias étnicas e o racismo.
Também em agosto de 1932, a Conferência Episcopal alemã publicou um documento detalhado no qual eram dadas instruções de como relacionar-se com o Partido Nazista. Nele, estava escrito que era absolutamente proibido aos católicos que fossem membros do Partido Nacional-Socialista. Quem desobedecesse, seria imediatamente excomungado.
Também estava escrito que "todos os Ordinários declararam ilícito pertencer ao Partido Nazista", porque "as manifestações de numerosos chefes e publicitários do partido têm um caráter hostil à fé" e "são contrárias às doutrinas fundamentais e às indicações da Igreja Católica".
Em janeiro de 1933, Adolf Hitler chegou ao poder e as associações católicas alemãs difundiram um folheto intitulado: "Um convite sério em um momento grave", no qual consideravam a vitória do Partido Nacional-Socialista como "um desastre" para o povo e para a nação.
No dia 10 de março de 1933, a Conferência Episcopal alemã, reunida em Fulda, enviou um apelo ao presidente da Alemanha, o general Paul L. von Beneckendorff und von Hindenburg, expressando "nossas preocupações mais graves, que são compartilhadas por amplos setores da população".
Os bispos alemães se dirigiram a von Hindenburg manifestando seu temor de que os nazistas não respeitassem "o santuário da Igreja e a posição da Igreja na vida pública". Por isso, pediram ao presidente uma "urgente proteção da Igreja e da vida eclesiástica".
Os bispos católicos haviam previsto isso, mas não foram escutados.
Os documentos encontrados pela PTWF são de notável importância porque põem um fim às repetidas calúnias que pretenderam manchar a Igreja Católica como diligente colaboradora do nazismo, quando na verdade foi a primeira em denunciar sua periculosidade.
Fonte: http://www.zenit.org/article-22822?l=portuguese
Os documentos encontrados pela PTWF são de notável importância porque põem um fim às repetidas calúnias que pretenderam manchar a Igreja Católica como diligente colaboradora do nazismo, quando na verdade foi a primeira em denunciar sua periculosidade.
Fonte: http://www.zenit.org/article-22822?l=portuguese







