Se isso não for provocação, nada mais é. Durante a festa do Círio de Nazaré em Belém do Pará, é realizada a Festa da Chiquita, “celebração de diversidade sexual que lota cada esquadro da grande praça da República”. (reportagem aqui:
http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2009/10/11/ult5772u5648.jhtm)
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A reportagem faz questão de acentuar o caráter provocativo da celebração gay. “Tanta devoção [ao Círio de Nazaré] precisava ter um antídoto, e tem”. O palco é armado em “um dos pontos-chave do trajeto feito pela santa”. A Chiquita defende “preceitos opostos aos da Igreja Católica”. A “festa [é] anticatólica”. Mesmo assim, canta-se “Ave Maria do morro”, há faixas de deboche onde se podem ler coisas como “Baratão das Calcinhas saúda a Virgem de Nazaré”, e o sr. Eloi Iglesias, “coordenador da Chiquita há 31 anos”, debocha do slogan do Governo “Pará de todas as Marias” com uma blasfêmia que não ouso reproduzir aqui. Onde está a “tolerância” dos (auto-intitulados) perseguidos? Por que ninguém se preocupa com a catolicofobia?
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E isso é somente o que saiu na mídia; não quero nem imaginar o resto das blasfêmias não divulgadas, já que a própria matéria diz que “[o] pique de escracho percorre toda a festa”! Chega a ser interessante constatar o prazer que têm os promotores do Gayzismo em ofender os que pensam diferente deles. Interessante, para não dizer hipócrita.
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FONTE:
http://www.deuslovult.org/2009/10/13/a-tolerancia-dos-perseguidos/
"O ponto de convergência é um palco de dois andares montado de frente para a avenida Presidente Vargas, um dos pontos-chave do trajeto feito pela santa antes e depois de lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros, simpatizantes e alguns antipatizantes chacoalharem a praça e a avenida."
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"Assim que a santa atravessa a Presidente Vargas, por volta das 21h de sábado, o batuque ritual pagão toma conta do palco de luzes instalado ao lado do Teatro da Paz. Quando os fiéis voltam às ruas para o Círio, na madrugada de domingo, a população LGBT ainda está festejando, numa desconcertante mistura musical que inclui sons eletrônicos de boate, o carimbó do grupo tradicional Borboletas do Mar, MPB e muito tecnobrega."
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"Mãe é mãe, e o resto é vaca", ele provoca, em relação ao slogan governamental-religioso "Pará de todas as Marias. Pelo palco se revezam, ao longo da madrugada, transformistas, DJs de tecnobrega, personalidades locais vencedoras do troféu Veado de Ouro, grupos folclóricos e a paraense honorária Fafá de Belém."
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"A cantora transformista Roberta Rocha investe numa vertente gay do tecnomelody e sacode a plateia cantando "eu quero dar, eu quero dar, eu quero dar, eu quero dar só pra você/ castanha do Pará"."
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Iglesias canta Cazuza e Roberto Carlos (este, de "Nossa Senhora" e "Jesus Cristo" a "Amor Perfeito" em versão profana, é onipresente no Círio). A transformista Magda Strass dubla Gal Costa em fase pop brega ("Sou Mais Eu") e uma versão de Claudia para "Ave Maria do Morro", sucesso ancestral de Dalva de Oliveira.
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Em contrapartida, desde 2004 a festa é reconhecida pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) como patrimônio imaterial da cultura brasileira. PQP!!!!!!!!!
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"Baratão das Calcinhas saúda a Virgem de Nazaré". Senhoras de saias comportadas cruzam com "infiéis" de cabelo moicano. Casais heterossexuais passeiam de mãos dadas entre travestis e beijos gays de rapazes musculosos.
Sr. postador, favor elaborar, afinal trouxe à baila ou baile mesmo.
Enquanto isso: Estive naquele Estado uma vez, e garanto que uma segunda não acontecerá. Mas tô no barbante, quero ler você.
Abraço
De acordo com notícia de O Estado de S. Paulo, em sua edição desta última segunda-feira, 12, a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, a candidata do presidente Lula na sucessão presidencial de 2010, presenciou, durante a procissão do Círio, no domingo, 11, um constrangedor protesto contra a governadora Ana Júlia Carepa (na foto, com Dilma Rousseff).
“Os manifestantes cobraram do governo do Estado ‘saúde’ e ‘segurança’ e chamaram a governadora de ‘safada’. Logo em seguida, o mesmo grupo gritou: ‘Dilma/pode esperar/a sua hora vai chegar’”, relata a jornalista Angela Lacerda, que assina a matéria sobre a passagem de Dilma Rousseff por Belém, onde a ministra-candidata assistiu o Círio.
O episódio também foi registrado por Reinaldo Azevedo, o implacável blogueiro, que pilota um dos blogs jornalísticos de maior audiência no Brasil.
http://novoblogdobarata.blogspot.com/2009/10/desgove…o-cirio.html
E nada de léro.. cadê as letrinhas ?Soltem os verbos e familiares que eu quero ler.
CTRL C + V num serve.
A foto prova que eles estão longe da corda, falta muito mais trenzinho pra isso. fato.
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A “festa da Chiquita” começa a partir do momento em que a Berlinda que leva a imagem de nossa Senhora de Nazaré passa pelo Bar do Parque, na avenida Presidente Vargas, onde centenas de pessoas se aglomeram na Praça da República na espera da tradicional festa, que acontece na véspera do Círio de Nazaré, em Belém.
Iniciada em 1976, como o nome de “Festa da Maria da Chiquita”, ela já reunia diversos grupos de intelectuais, artistas, jornalistas, fotógrafos e curiosos. Porém, com o passar dos anos, a festa se tornou um grandioso evento a fazer parte do calendário de comemorações religiosas, e no ano de 2004, foi registrada como parte da festa de Nazaré. A “festa da Chiquita” conta com a participação de muitos homossexuais, visto que para várias pessoas, esse evento foi à primeira parada gay do Brasil.
http://www.artigonal.com/relacionamentos-artigos/fes…-576729.html
Entre os vários momentos mais esperados da festa tem a coroação da “Rainha do Círio”, prêmio dedicado na maioria das vezes, a uma prostituta ou ao homossexual mais charmoso e alegre do ano. Outro prêmio é o “Veado de ouro”, que geralmente é dado a quem se destaca no meio artístico, e entre as personalidades paraenses que já receberam o prêmio, estar à jornalista Úrsula Vidal e o ex-prefeito de Belém, Edmilson Rodrigues.
Lamentável......
Eu já havia lido esta reportagem no Uol e fiquei imaginando: até quando o cinismo e a vigarice de nossa imprensa irão chegar?
Está claro no texto que a Festa da Chiquita é uma provocação ao tradicional Círio de Nazaré. Se esses gays são tão tolerantes quanto se prega por aí, porque eles não fazem sua festa em outro dia? Por que eles deixaram para festejar justamente em um dia de uma celebração religiosa? Mas a reportagem foi além e inverteu o valor dos fatos. Para ela, um grupo homossexual - cujos membros fazem questão de trocarem amassos em público e de exibirem seus corpos seminus - que escarnece do sentimento religioso de outrem, fazendo questão de provocar ao parodiar tradicionais músicas cristãs, é algo absolutamente normal e aceitável. O que não dá pra tolerar, para ela, é o fato da Igreja Católica não reconhecer a Festa da Chiquita como parte do Círio de Nazaré.
Este é o modus pensandi de nossos jornalistas e "intelectuais": a inversão total da realidade. Tenho tido nojo só de olhar pra capa de um jornal. Certo é o Maradona, que mandou essa corja imunda chupar e mamar.
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