Estou sem tempo, mas vou pelo menos transcrever um pedaço do artigo do Nivaldo Cordeiro, que a minha filha me mandou ontem. Tá no MSM.
"A persistência desse processo no tempo levará necessariamente à tirania. As pessoas que não assumirem em público o credo político dos governantes serão economicamente excluídas. Sem carteirinha do partido não tem emprego que preste.
A Folha de São Paulo de hoje (9) trouxe uma notícia que, se não é novidadeira, está conforme os piores temores dos genuínos democratas. Sabia-se que a ocupação dos cargos de confiança da administração direta e indireta está loteada politicamente pelo partido governante. Depois vimos a multiplicação dos concursos públicos para colocar dentro do Estado o maior número possível de "companheiros". A notícia da Folha dá conta de que até mesmo os executivos das empresas controladas pelos fundos de pensão, nominalmente a Companhia Vale do Rio Doce, deve ter sua diretoria substituída para pôr no lugar dos antigos diretores gente politicamente indicada pelo PT.
A notícia é importante vista de dois ângulos. De um lado, a explicitação da socialização dos meios de produção, agora pelo instrumento dos fundos de pensão controlados pelos sindicalistas do PT. Vimos esse fato acontecer no mundo inteiro. A crise da General Motors Corporation nos EUA deveu-se à má administração imposta à empresa pelos sindicalistas e seus fundos de pensão, que se tornaram os principais proprietários da empresa. O bailout para salvar a GM foi dos atos mais imorais e anticapitalistas que a administração de Barack Obama poderia fazer. Nos últimos anos fenômeno semelhante estamos vendo no Brasil, com os fundos de pensão controlando as principais empresas e indicando politicamente os seus dirigentes, quando não os administradores de nível intermediário."
"A persistência desse processo no tempo levará necessariamente à tirania. As pessoas que não assumirem em público o credo político dos governantes serão economicamente excluídas. Sem carteirinha do partido não tem emprego que preste.
A Folha de São Paulo de hoje (9) trouxe uma notícia que, se não é novidadeira, está conforme os piores temores dos genuínos democratas. Sabia-se que a ocupação dos cargos de confiança da administração direta e indireta está loteada politicamente pelo partido governante. Depois vimos a multiplicação dos concursos públicos para colocar dentro do Estado o maior número possível de "companheiros". A notícia da Folha dá conta de que até mesmo os executivos das empresas controladas pelos fundos de pensão, nominalmente a Companhia Vale do Rio Doce, deve ter sua diretoria substituída para pôr no lugar dos antigos diretores gente politicamente indicada pelo PT.
A notícia é importante vista de dois ângulos. De um lado, a explicitação da socialização dos meios de produção, agora pelo instrumento dos fundos de pensão controlados pelos sindicalistas do PT. Vimos esse fato acontecer no mundo inteiro. A crise da General Motors Corporation nos EUA deveu-se à má administração imposta à empresa pelos sindicalistas e seus fundos de pensão, que se tornaram os principais proprietários da empresa. O bailout para salvar a GM foi dos atos mais imorais e anticapitalistas que a administração de Barack Obama poderia fazer. Nos últimos anos fenômeno semelhante estamos vendo no Brasil, com os fundos de pensão controlando as principais empresas e indicando politicamente os seus dirigentes, quando não os administradores de nível intermediário."