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Fracasso do Feminismo - Artigo

Iniciado por hiranclair em 19/10/2009 · 22 mensagens

hiranclair#1
Artigo dessa semana da revista Época mostra o que considero a demonstração do fracasso da ideologia feminista. Gostei muito do artigo e o transcrevo a seguir:

Por que as mulheres são tão tristes?

Um estudo americano de 37 anos ilumina um terrível paradoxo:
objetivamente, a vida das mulheres jamais foi tão boa. Subjetivamente,
nunca foi pior.

Martha Mendonça. Colaborou Fernanda Colavitti

O ano em que a redatora de televisão carioca Claudia Valli nasceu,
1963, foi marcado pelo lançamento de A mística feminina. O livro
históricor de Betty Friedan alardeava a frustração feminina por ter
apenas os papéis de esposa e mãe e foi um marco no movimento pela
emancipação das mulheres. Hoje, prestes a completar 46 anos, Claudia
olha sua própria vida e questiona essas conquistas. Ela trabalha oito
horas por dia e administra a casa onde mora com os três filhos – um
casal de adolescentes, de seu primeiro casamento, e um menino de 9
anos, do segundo. Tem empregada apenas duas vezes por semana e uma
ajuda “relativa” dos ex-maridos. Raramente dorme mais que quatro horas
por noite, já que muitas vezes precisa adiantar trabalho de madrugada,
além de monitorar o caçula, que é diabético. Na mesa de cabeceira da
cama, uma pilha de livros comprados e não lidos. Na mente, a
preocupação com os quilos a mais e a falta de tempo para fazer
qualquer tipo de exercício. Claudia está sozinha desde a última
separação, há cinco anos, e diz que um namorado, agora, seria mais um
motivo de estresse. “A emancipação feminina é como um contrato que foi
assinado sem ter sido lido direito e que agora precisa ser
renegociado”, diz ela. “A vida tornou-se um show que não pode parar.”
Antes de dar entrevista a ÉPOCA, Claudia passou no supermercado para
comprar pão, leite e banana. Depois de feitas as fotografias,
preocupou-se em não parecer mais velha do que é: “Dá para melhorar com
Photoshop?”.
hiranclair#2
Longe de ser uma anomalia, a insatisfação de Claudia com a própria
vida é a mesma de milhões de outras mulheres mundo afora. Um estudo de
Betsey Stevenson e Justin Wolfers, pesquisadores da Universidade da
Pensilvânia, nos Estados Unidos, mostra um surpreendente e acentuado
declínio da satisfação feminina nas últimas três décadas – período
durante o qual cresceram de forma exponencial as oportunidades de
trabalho, as possibilidades de educação e, sobretudo, a liberdade da
mulher de decidir sobre a própria existência, prática e afetiva. É
possível afirmar, sem nenhum traço de dúvida, que as condições
objetivas nunca foram tão favoráveis às mulheres desde o início da
história humana. Entretanto, entrevistas anuais realizadas com 1.500
pessoas, homens e mulheres, desde 1972, nos Estados Unidos, mostram um
cenário de crescente insatisfação subjetiva. A cada ano que passa,
menos mulheres se dizem felizes com a própria vida, enquanto um
porcentual cada vez maior de homens afirma estar contente. Isso
acontece com mulheres casadas e solteiras, com e sem filhos, bem ou
mal empregadas, brancas ou negras, pobres e ricas. A insatisfação
atinge todos os grupos e se torna pior à medida que as mulheres
envelhecem. Quando jovens, elas se dizem mais realizadas que os
homens. Pouco depois dos 40, isso já se inverteu. “A tendência é
clara, se manifesta em pesquisas realizadas no mundo inteiro, e vai na
direção contrária à que nós poderíamos imaginar”, afirma Marcus
Buckingham, especialista em pesquisas e autor de diversos livros sobre
macrotendências sociais.
hiranclair#3
As razões dessa melancolia de gênero são difíceis de apontar com
precisão. O estudo, assim como Claudia, tende a enxergar no acúmulo de
velhas tarefas e novas responsabilidades a causa dos dissabores
femininos. “A vida das mulheres ficou mais complexa e sua infelicidade
atual reflete a necessidade de realização em mais aspectos da vida, se
comparados aos das gerações anteriores”, dizem Stevenson e Wolfers.
“As mulheres foram para a rua, mas mantiveram a responsabilidade
emocional pela casa e pela família.” É o pesadelo da dupla jornada,
física e emocional, que exaure as mulheres e destrói casamentos.

O problema com essa explicação, bastante óbvia, é que ela ignora a
realidade estatística: nos países desenvolvidos, homens e mulheres
trabalham o mesmo número total de horas diárias, cerca de 7,9. Os
homens fazem 5,2 horas de trabalho pago e 2,7 horas de trabalho
doméstico, em média. As mulheres fazem 3,4 horas de trabalho externo e
4,5 horas de trabalho doméstico. Uma pesquisa realizada em 25 países
sugere que apenas em locais como Benin e África do Sul as mulheres
trabalham muito mais horas por dia.

Outro fator que não ajuda a tese da sobrecarga é que a divisão das
tarefas domésticas melhorou sensivelmente nas últimas décadas. Entre
1975 e 2008, o número de horas dedicadas ao trabalho doméstico pelas
mulheres caiu de 21 para 17 por semana, enquanto a participação
masculina cresceu de seis horas para 13 horas semanais. A mesma
tendência se revela nas horas que pais e mães passam com as crianças.
Logo, se a divisão de tarefas não é perfeita, ela vem melhorando ano a
ano, ao contrário do estado de espírito das mulheres, que só piora.
Diz Buckingham: “A infelicidade não parece ser uma questão de horas de
trabalho ou de atitude. E a desigualdade em relação ao trabalho
doméstico está desaparecendo. Onde está a explicação?”.
hiranclair#4
Na tentativa de entender, o estudo americano ressalta a extrema
valorização da beleza e da juventude em nosso tempo, que afeta mais as
mulheres que os homens. Enquanto elas aumentam seu nível de estresse
com cosméticos e tratamentos estéticos e cirúrgicos, os homens muitas
vezes ficam atraentes com a maturidade. Aos 50, quando as mulheres já
deixaram para trás a possibilidade de reprodução, homens grisalhos
começam novas famílias e viram pais. Eles podem ser charmosos à
maneira de Sean Connery ou bonitos ao estilo José Mayer. Mas das
mulheres se espera que continuem depois dos 40 com a aparência que
tinham aos 20 anos. “Não adianta mostrar fotos de Sofia Loren
maravilhosa aos 75 anos. O fato é que as mulheres envelhecem mais
rápido que os homens, e a maioria de nós se incomoda com isso”,
escreveu a articulista Penny Vincenzi, do jornal britânico Daily Mail,
comentando as angústias femininas captadas pelo estudo. “Eu sou uma
mulher abençoada com uma família grande e feliz, mas, ainda assim, me
preocupo diariamente com as pelancas do braço e as rugas do rosto, que
se multiplicam à velocidade da luz.”

O publicitário paulistano Jaime Troiano faz pesquisas periódicas sobre
a mulher brasileira e diz não se surpreender com o crescimento da
insatisfação. A multiplicação dos papéis que elas encarnam, ele
afirma, pode ser vista claramente na propaganda. “Ao longo do tempo, a
mulher tem se tornado alvo de mais mercados. Isso quer dizer que ocupa
cada vez mais espaços na sociedade”, diz. Um estudo recente de sua
empresa de consultoria mostrou o abismo entre a forma como ela se vê e
a mulher que ela idealiza ser. “A maioria se diz simpática, confiável,
sincera ou carinhosa, mas gostaria de ser informada, decidida,
criativa ou corajosa”, afirma. “Elas querem ser poderosas, criam
expectativas de todo tipo, mas ainda veem seu eu real ligado a
características historicamente femininas. Isso causa angústia.”
hiranclair#5
Não se trata, aparentemente, de uma crise objetiva, que demande
medidas concretas para sua reversão. Parece, antes, uma crise
existencial das mulheres. Depois de quatro décadas de mudanças
trepidantes, elas talvez precisem resolver que mundo desejam para si
mesmas e que papel gostariam de exercer nesse mundo. Enquanto isso não
se esclarece, testam, experimentam e, como mostram as pesquisas,
sofrem. “O feminismo funciona em ondas”, diz a psicanalista gaúcha
Diana Corso, estudiosa do universo feminino e autora do livro A fada
no divã. Diana diz que vivemos o “refluxo” da euforia das décadas de
70 e 80, quando as mulheres se libertaram sexualmente e ingressaram
com força no mercado de trabalho. “A mulher que emerge desse momento
almeja muita coisa: quer ser a melhor mãe, ter uma carreira
maravilhosa e um corpo belo e jovem que produza muitos orgasmos”,
afirma a psicanalista. “A mulher emancipada ainda é uma novidade
social. Como todo novato, exagera na cobrança das realizações. Não se
pode estar plenamente satisfeita em tudo.”

A terapeuta corporal paulistana Olga Torres é bom exemplo das
ambiguidades do mundo feminino. Aos 35 anos, ela admite que não
descobriu os caminhos que a farão feliz. Casou-se aos 20 anos e, por
uma década, preferiu cuidar apenas da casa. Com o tempo, sentiu que
precisava trabalhar. Arrumou um emprego e voltou a estudar. A mudança
na vida a dois acabou minando seu casamento. Agora vive a experiência
inversa: realizada no trabalho, sente falta de ter uma família. E
filhos. “Sei que eu não me contento com pouco. Não quero um homem
qualquer, mas alguém que seja companheiro e, desta vez, entenda que
minha carreira é fator de realização”, diz. Ela admite, também, que as
mulheres ainda não sabem o que fazer com tantas opções. “A liberdade
de escolha traz um peso enorme.”
hiranclair#6
Os homens sabem disso há muito tempo. A liberdade masculina, através
dos séculos, sempre teve como contrapartida uma carga elevada de
responsabilidade e angústia. Isso talvez explique por que os homens
brasileiros vivem, em média, sete anos a menos que as mulheres. Ser
dono de si, chefe da família, chefe no trabalho ou líder do país são
tarefas estressantes – às quais se somam angústias e insatisfações
íntimas, que têm de ser relegadas em nome do resto. Essas são
contradições e dificuldades que as mulheres começaram a vivenciar
apenas nas últimas décadas.

Será que os conservadores, que sempre atacaram o feminismo
como antinatural, teriam razão?

Tema de reportagem do New York Times no dia 20 do mês passado, o
paradoxo da infelicidade feminina ficou semanas entre as mais lidas e
comentadas da versão on-line do jornal americano. “Será que a
emancipação feminina beneficiou mais os homens que as mulheres?”,
escreveu a colunista Maureen Dowd, conhecida por suas posições
antifeministas. Indo mais longe, se poderia perguntar: será que os
conservadores, que sempre denegriram o feminismo como antinatural,
teriam razão? Será que as mulheres seriam mais felizes se retornassem
ao papel tradicional de mãe e esposa? O assunto dividiu opiniões no
blog de ÉPOCA Mulher 7x7. “Estou cansada? Culpada pela pouca atenção
aos filhos? Sim. Sempre querendo ser a melhor no trabalho e também
cuidar da beleza? Sim. Mas ainda assim prefiro a liberdade”, escreveu
a leitora Carolina. Outra leitora, Andréa, pensa diferente: “Ao mesmo
tempo que nossos direitos se multiplicaram, como acesso à educação,
voto, mercado de trabalho, nossas responsabilidades cresceram
exponencialmente. Temos de gerenciar casa, carreira, filhos, marido e
ainda ser magras, cultas e sexy. Isso é irreal”.
hiranclair#7
Outros estudos recentes mostram sob outro ângulo o “cansaço” feminino.
Na semana passada, o Centro de Estudos Políticos da Grã-Bretanha
apresentou uma pesquisa sobre mulheres e trabalho: apenas 12% das
4.600 entrevistadas disseram querer trabalhar o dia todo; 31%
declararam que não gostariam de trabalhar fora; 49% das mulheres com
filhos de menos de 5 anos disseram que, se o marido trabalha, elas
gostariam de ficar em casa. Essa é apenas mais uma de dezenas de
pesquisas que apontam para um desejo de “volta ao lar”. De acordo com
o censo americano, a participação de mulheres casadas, com filhos, na
força de trabalho do país caiu de 59% em 1998 para 55% em 2004, quando
vinha em linha crescente nos 22 anos anteriores. Cerca de 5,6 milhões
de mulheres ficaram em casa com seus filhos em 2005 – 1,2 milhão a
mais que em 1995.

No livro The feminine mistake (O erro feminino, no original uma alusão
a The feminine mystique, de Betty Friedan), a jornalista americana
Leslie Bennetts, editora da revista Vanity Fair, conclama as mulheres
a fugir do que considera um retrocesso histórico. Apresentando
argumentos e pesquisas, além de relatos, ela defende a importância do
desenvolvimento da mulher como indivíduo à parte da vida doméstica,
algo que só se consegue por meio do trabalho e da independência
financeira. “Se as novas gerações não acreditam que as mães que
trabalham são bons modelos, devem rever seu julgamento”, afirma. “Ter
uma família e trabalhar não dará um resultado perfeito, mas é o melhor
que se pode ter.” Equilibrar papéis sociais e expectativas parece ser
a chave para que as mulheres possam retornar ao caminho da felicidade.
Para isso, no entanto, é preciso aceitar a imperfeição. Da vida e da
condição humana
hiranclair#8
lahouse#9
Assim como toda ideologia de esquerda, o feminismo prometeu uma coisa e entregou outra:

Enxergar a mulher como oprimida pelos homens não era BEM verdade. Estava mais para superproteção (coisa, aliás, que a maioria das mulheres AMA).

Bem, qual é o preço da independência prometida pelo movimento?

Stress, redução da expectativa de vida, casamentos curtos (e consequente solidão, mais carcterístico da mulher divorciada do que do homem), dentre outras.

Eu estava pensando em fazer um trabalho acadêmico sobre esta característica presente em todas as ideologias de esquerda, que são extremamente atraentes para as pessoas, mas que se mostra uma armadilha no final, porque não passa disto: um sonho utópico.
so_orkut_2#10
e acrescento outro preço: queda brusca da taxa de natalidade
lrdezro#11
Acabei de ler, no site mesmo, essa matéria. Confesso: por pouco não me masturbei (risos). O futuro das mulheres será com elas tomando antidepressivos em casa, saindo com homens apenas quando contratarem um "Personal friend" ou um gogoboy e com a casa lotada de pequenos gatos.
hiranclair#12
Lembrou bem o colega que a queda da natalidade foi outra consequencia grave do feminismo. Parece-me que agora, depois de algumas décadas de feminismo, as consequencias finalmente se tornaram de tal modo visíveis que ficou difícil para as pessoas lúcidas e estudiosas negar esse fato. Mas agora já existe um certo enraizamento cultural do feminismo e não vai tudo mudar de repente. Por isso, nos próximos anos e décadas as mulheres ainda vão passar muitas tristezas, dificuldade nos relacionamentos, tudo que foi falado no artigo. E acho também, como o colega mencionou acima que vai aumentar o número de mulheres sozinhas morando com gatos, principalmente as coroas, e que vão procurar prostituição masculina...
ayrton#13
"As feministas querem reduzir a mulher a um macho mal-acabado."

(Nelson Rodrigues)
marcel#14
A pesquisa, se válida pra alguma coisa, usando os critérios nos quais se assenta, demonstra uma coisa: o feminismo, para os homens, foi um sucesso. 😉
edson_6#15
Eu já conhecia este excelente texto da Cíntia Fulador, inclusive o último comentário é meu.

O curioso é se você for contra feminismo, você considerado machista e está querendo o retorno da sociedade patriarcal.

Estamos a favor da verdadeira igualdade, levando em conta também as diferenças entre os sexos.
alves_2#16
imagem
http://lh5.ggpht.com/_YFZdMTOxLaA/TIUydvw5qjI/AAAAAA…lospelos.jpg


Se existe um assunto com o qual as mulheres se preocupam, e muito, é o excesso de pelos. Não há uma que, ao menos uma vez na vida, não tenha se questionado sobre o motivo de termos nascidos com tantos deles, ou não tenha sofrido ao menos um pouquinho na hora da depilação. Para as que sempre reclamam dessa prática comum de todas as mulheres vaidosas saibam que não estão sozinhas.

Com o slogan "Deixe os pelos do corpo crescerem e aparecerem, e ao inferno com o que os outros pensam", um novo movimento feminista vem adquirindo força na Inglaterra e já ganhou algumas adeptas no Brasil. "A intenção é mostrar para as mulheres que a mídia é a culpada por mostrarem sempre como normais as mulheres sem pelos nas pernas, nas axilas e no rosto", disse Jessica Olivas, uma das integrantes do movimento.

Para as meninas do "Hairy Awarey", ou no Brasil, peludas conscientes, se todo mundo adotar o look natural o padrão sem pelos deixará de predominar e as pessoas vão encarar com normalidade os eventuais bigodinhos. Para as menos vaidosas não recorrer à depilação pode até ser uma boa ideia, mas para as que valorizam uma boa aparência fugir das pinças e das ceras pode ser algo impensável.

Fonte: Terra

Quase volto o almoço depois que vi essa foto.
paty#17
concordo plenamente c/ o autor do tópico;
me enquadro no grupo das mulheres jovens que pensam "quem foi a idiota que colocou fogo no sutiã???"
acho que a única coisa positiva mesmo foi a liberdade financeira, mas aí a mulher tem que ter os pés no chão para ver o que realmente quer: ser independente e solitária ou ganhar um pouco menos e constituir uma família, manter o casamento e criar bem os filhos?
como alguém bem disse aí, eu como médica posso falar, as mulheres de todas as classes sociais estão por aí se entupindo de antidepressivos e remédios p/ insônia.
a taxa de natalidade caiu entre as mulheres de maior renda (aquelas que poderiam oferecer melhor educaão aos seus filhos), mas continua aalta nas de baixa renda. Ou seja, as de baixa renda continuam tendo muitos filhos, mas também trabalham o dia inteiro e foram abandonadas pelos seus companheiros. Resultado: familias desestruturadas, filhos pobremente educados, estes que serão o futuro da nossa sociedade.
é claro que há mulheres c/ vocação maior para a carreira, mas as mulheres em geral deveriam batalhar é por ter carga horária mais flexível, para que possam dar conta de tantos outros papéis que lhe são atribuídos. pode parecer bobagem, mas o futuro da sociedade depende disto. familia desestruturada para mim é o fator mais importante para a falta de progresso, para a violência, para doenças psiquiatricas e uso de drogas.
yuri_3#18
Mecanisminho marxista escroto mesmo.

Burguês - Proletário

Rico - Pobre

Branco - Negro

Homem - Mulher

Quando não é luta de classe é luta de gênero.

"A emancipação da mulher só se torna possível quando ela pode participar em grande escala, em escala social, da produção, e quando o trabalho doméstico lhe toma apenas um tempo insignificante. Esta condição só pode ser alcançada com a grande indústria moderna, que não apenas permite o trabalho da mulher em grande escala, mas até o exige, e tende cada vez mais a transformar o trabalho doméstico privado em uma indústria pública."

(Engels - Origem da Família, da propriedade privada e do Estado - pág. 58)
ariel#19
Os marxistas dizem que o feminismo nao teve cunho ideológico, dizem que foi só pedido do capitalismo por mão de obra. Vai entender.
yuri_3#20
Feminismo e mão de obra a principio não tem nada a ver, mas, vai entender né. Esse pessoal é todo louco e desonesto.
rodrigo_4#21
ayrton#22

http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-rev…minista.html


Escrito por Felipe Melo

| 14 Março 2012


Artigos -

Movimento Revolucionário



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Para alguém que considera que os homens formam, via de regra, uma espécie de máfia obscura – o tal Patriarcado – que envida todo e qualquer esforço para solapar os direitos das mulheres e dominá-las de todas as maneiras possíveis e imagináveis, talvez seja demais pedir que tenha o interesse e a honestidade intelectual de fazer algumas leituras básicas antes de sair por aí falando asneiras. Entretanto, para aqueles que tem um mínimo compromisso com a verdade, isso não deixa de fazer o sangue ferver.

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(...)"

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http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-rev…minista.html


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