Eu sei que o assunto já foi abordado aqui, mas não sob este enfoque.
Com o uso de armas anti-aéreas, as "ponto trinta", o tráfico carioca abateu um helicóptero da polícia.
Nove dessas .30 foram apreendidas pela polícia no começo do ano em diversos morros do Rio, e ninguém sabe quantas ainda existem e nem nas mãos de quem estão. São armas tchecas, e o que sei é que têm o selo do exército da Bolívia. O cumpanhêro Evo se limitou a responder, na época, que haviam sido "desviadas" de um depósito de armas do exército boliviano. Uma dessas "coisas que acontecem".
Uma notícia da época diz o seguinte: "Fuzis, metralhadoras e granadas estão em cenas de violência nas ruas do Rio de Janeiro. Há vários anos todos perguntam: de onde vêm as potentes armas usadas pelos criminosos? Pois a prisão de Antônio dos Santos, um dos maiores traficantes de armas do país revelou, em abril deste ano, pela primeira vez, a origem do armamento de guerra usado nas favelas da cidade.
Durante três meses, escutas telefônicas revelaram os negócios de Antônio com um fornecedor de armas da Bolívia.
Peças pequenas são pistolas. Grandes, são fuzis. Em junho, Antônio dos Santos vendeu 39 só em uma favela do Rio de Janeiro. Em 2008, a polícia estima que ele tenha sido o responsável por entregar mais de 500 armas nas mãos dos criminosos. Uma facilidade que surpreendeu os investigadores.
Uma das armas apreendidas com Antônio revelou a fonte de tantas armas. A metralhadora .30, usada pelos Exércitos para retardar o avanço da tropa inimiga, tinha o brasão da Bolívia. A arma foi roubada de um quartel do país vizinho. Está recolhida agora ao depósito de armas do Exército brasileiro.
Várias outras iguais, mas com os brasões e números de série raspados, foram encontradas com a quadrilha de Antônio e estão nos depósitos da Polícia Civil no Rio de Janeiro. A rota montada por Antônio o transformou durante pelo menos dois anos em uma espécie de "bandido invisível".
Com o uso de armas anti-aéreas, as "ponto trinta", o tráfico carioca abateu um helicóptero da polícia.
Nove dessas .30 foram apreendidas pela polícia no começo do ano em diversos morros do Rio, e ninguém sabe quantas ainda existem e nem nas mãos de quem estão. São armas tchecas, e o que sei é que têm o selo do exército da Bolívia. O cumpanhêro Evo se limitou a responder, na época, que haviam sido "desviadas" de um depósito de armas do exército boliviano. Uma dessas "coisas que acontecem".
Uma notícia da época diz o seguinte: "Fuzis, metralhadoras e granadas estão em cenas de violência nas ruas do Rio de Janeiro. Há vários anos todos perguntam: de onde vêm as potentes armas usadas pelos criminosos? Pois a prisão de Antônio dos Santos, um dos maiores traficantes de armas do país revelou, em abril deste ano, pela primeira vez, a origem do armamento de guerra usado nas favelas da cidade.
Durante três meses, escutas telefônicas revelaram os negócios de Antônio com um fornecedor de armas da Bolívia.
Peças pequenas são pistolas. Grandes, são fuzis. Em junho, Antônio dos Santos vendeu 39 só em uma favela do Rio de Janeiro. Em 2008, a polícia estima que ele tenha sido o responsável por entregar mais de 500 armas nas mãos dos criminosos. Uma facilidade que surpreendeu os investigadores.
Uma das armas apreendidas com Antônio revelou a fonte de tantas armas. A metralhadora .30, usada pelos Exércitos para retardar o avanço da tropa inimiga, tinha o brasão da Bolívia. A arma foi roubada de um quartel do país vizinho. Está recolhida agora ao depósito de armas do Exército brasileiro.
Várias outras iguais, mas com os brasões e números de série raspados, foram encontradas com a quadrilha de Antônio e estão nos depósitos da Polícia Civil no Rio de Janeiro. A rota montada por Antônio o transformou durante pelo menos dois anos em uma espécie de "bandido invisível".
