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Mulheres estão menos felizes do que nos anos 70

Iniciado por klaicon em 23/10/2009 · 13 mensagens

klaicon#1
Martha Mendonça

Um estudo feito nos Estados Unidos, o General Social Survey, detectou que as mulheres estão mais tristes do que estavam há três décadas — e mais insatisfeitas com suas vidas do que os homens. Nos anos 70, quando começou a emancipação feminina, com entrada no mercado de trabalho, pílula anticoncepcional, liberdade sexual, elas se sentiram exultantes. Mas quanto mais conquistaram, mais responderam à pesquisa — que é feita desde 1972 — dizendo que estavam infelizes.

O assunto é o mais lido e comentado do site do New York Times, desde que a matéria Blue is the new Black foi publicada, na última sexta-feira. Leitores e leitoras não se cansam de enviar emails — alguns revoltados com a constatação. Outros reafirmando a ideia de que alguma coisa não vai bem no universo feminino. Os homens, ao contrário, de menos felizes há 30 anos, hoje se declaram mais satisfeitos com suas vidas do que as mulheres.

Quem analisou a pesquisa acredita que o resultado se deve a vários fatores: à complexidade biológica e hormonal das mulheres, somou-se as duplas e triplas jornadas a que elas se submetem e suas exigências de eficiência em todas as áreas. As mulheres têm mais demandas e cobram mais de si próprias. Se na década de 70 elas se cobravam em relação a beleza, filhos, jardins e jantares, agora elas se cobram em relação a beleza, filhos, jardins, jantares, trabalho, carreira, estudos, sexo, equilíbrio no casamento.

Pesquisador do Instituto Gallup e autor de livros sobre felicidade, Marcus Buckingham diz que as mulheres começam suas vidas mais seguras e satisfeitas do que os homens, mas, no que vão amadurecendo, vão ficando menos felizes. “As mulheres de hoje estão fazendo mais e sentindo menos”, afirma.
klaicon#2
A matéria ressalta também a valorização da beleza e da juventude do nosso tempo, que afetam mais as mulheres do que os homens. Enquanto elas aumentam seu nível de estresse com cosméticos e tratamentos estéticos e cirúrgicos, os homens muitas vezes ficam mais atraentes com a maturidade. De acordo com o estudo, aos 39 anos as mulheres começam a ser menos felizes do que os homens com seus casamentos, aos 41 com suas finanças, e aos 44 com seus bens. A emancipação feminina também tirou das costas dos homens o peso da responsabilidade pelo sustento da família. Não sendo mais os únicos provedores, sentem-se mais livres e felizes.

Em seu blog no Huffington Post, a jornalista Arianna Huffington também analisa os dados da pesquisa. “Quando vemos o que ocorreu nestas últimas décadas, com as mulheres tendo mais liberdade, mais escolhas, mais oportunidades e mais dinheiro, temos que perguntar: o que está acontecendo?”

O resultado do estudo me lembrou de um post que coloquei aqui no blog há não muito tempo, sobre como as mulheres americanas não gostam de seus empregos e gostariam de poder ficar apenas cuidando da casa.

Será que vai chegar o dia em que as mulheres vão amaldiçoar o feminismo?

Fonte: http://colunas.epoca.globo.com/mulher7por7/2009/09/2…nos-anos-70/
so_orkut_2#3
uma explicação disso é q elas abriram mão de duas coisas essenciais, de passar o dia inteiro com os filhos e da religiosidade, por outro lado uma "bolha" q elas criaram foi a obrigação de mostrar a beleza, elas além de debandarem para o ateísmo parecem q estão numa competição q mais parece escravidão, q não vai levar a nada, a não ser para um vazio sem fim.
maria#4
Perdemos algumas coisas sim com o feminismo, mas ganhamos muito tambem, acredito que o movimento foi um "mal" necessário.
Toda conquista é uma barganha, se perde para poder ganhar algo melhor, pelo menos para aquele momento.
Sinceramente, não me sinto mais infeliz que as mulheres da decada de 70, acho que pesquisas não falam pela maioria...não me vejo cuidando da casa 24 horas por dia, adoro trabalhar, ter minha independencia total, cuidar do meu filho e tbm da casa...
hiranclair#5
Não acho que antigamente era uma maravilha para as mulheres e não desejo que tudo volte a ser como no passado. Não sou como alguns críticos radicais que não vêem nada de bom no feminismo, mas acho que ele foi mais negativo que positivo. Acredito que a pesquisa está certa e as mulheres estão mais infelizes hoje do que antes.
Penso que o caminho para melhorar seria que as mulheres continuassem estudando e tendo sua profissão e independência, mas isso sem colocar a profissão em primeiro lugar e sim colocar a família em primeiro lugar, a não ser para aquelas que não casarem, aí sim elas podem colocar a profissão em primeiro lugar.
Precisava mudar a atitude em relação ao amor e a sexualidade também. Precisava que os jovens voltassem a pensar em namorar seriamente, sonhassem em casar com amor, valorizassem ter filhos e não continuassem como hoje pensando só em ficar na gandaia ou na carreira profissional até lá pelos 30 anos para só depois procurar um casamento, se procurar. E nesse caso a mulher leva a pior em relação ao homem, porque mesmo depois dos 30 pro homem ainda não é dificil casar, mas pra mulher é. Fora isso, com essa cultura de gandaia, promiscuidade sexual, fica cada vez mais difícil achar pessoas para compromisso sério. E isso gera sofrimento tanto para homens como para mulheres, mas está parecendo pelas pesquisas que é mais para mulheres...
so_orkut_2#6
Gera sofrimento pros dois sexos igualmente, é impressão minha ou ta voltando a ter mais casais compromissados q a uns 10 anos atrás?
antnioluiz#7
Concordo contigo, cara! E, em homenagem àqueles incríveis anos 70, aí vai uma das músicas mais bonitas da época:

Vídeo do YouTube
http://www.youtube.com/watch?v=yizg-qiem4A
andr_11#8
mauricio_3#9
Esse Silvio Koerich escreve de uma maneira bem violenta, é verdade. Discordo de uns 30% do que ele diz. Mas no resto ele tá certíssimo. O homem "emboiolou" e a mulher tornou-se um ser perturbado.

Aliás... vejam só tudo o que o Silvio critica reunido num blog só:

http://tudopalhaco.blogspot.com/

Trintonas solteiras e "pegadoras" de homens mais jovens e que não se envergonham disto!
priscila#10
...e vocês não conheceram os anos 50 e 60... 😄!

Bom, é até bom. AÍ é que não daria MESMO pra se conformar com a porcaria vigente.
priscila#11
Oh - bem, eu acho estapafúrdio que alguém escolha se casar - passar a sua vida - com alguém que considere burro. Naturalmente só alguém BURRO faz isso, de modo que aí a coisa naturalmente empata, não? Ou seja, a pessoa apenas "supõe", por ser burra, que está se unindo a alguém "mais burro" - e achando bom.

Mas como eu desconsidero esse negócio de confundir QI com inteligência, por dever de coerência desconsidero também qualquer estatística, trabalho ou dedução baseados nesta premissa que considero falsa - a de que duas coisas DIVERSAS são "a mesma".

Eu acho que o emburrecimento é geral - e causado pela abolição do "segundo elemento", como descrito pelo extraordinário Dr. Wolfgang ou pelo brilhante Dr. Penrose.

E no mundo dos andróides orangos, esta discussão é quase impossível, uma vez que pretende abordar algo que é inexistente para os ditos andróides. Querer debater o "segundo elemento" com quem não o possui é tão idiotamente inútil quanto seria querer debater a "razão" com um sapo.
ayrton#12
"11/04/2011

Mulheres querem homens com um boa conta bancária, diz pesquisa

A maioria das mulheres fala que está a procura de um homem com um bom censo de humor, honesto e fiel. Uma pesquisa divulgado neste domingo pelo Institute for the German Economy na Alemanha concluiu que o que ela procuram na verdade é um bom saldo na conta bancária do parceiro.

De acordo com a pesquisa, cada vez mais mulheres colocam o dinheiro como critério primordial na hora de escolher um parceiro. As mulheres que ocupam cargos altos em empresas querem um marido que "combine", alguem que ganhe mais que ela.

O estudo aponta que o número de domicílios em que uma pessoa ganha muito mais do que o outro tem diminuído nos últimos dez anos.

Segundo outra pesquisa da London School of Economics as mulheres preferem não se casar do que se unir a um parceiro que ganhe menos. Apesar da importância do dinheiro outras qualidades ainda são importantes.

(...)"

http://odia.terra.com.br/portal/cienciaesaude/html/2…_157207.html
ayrton#13
OFF (??):

"11/04/2011

El diez por ciento de las mujeres se ponen tristes después del sexo

Un estudio realizado en Australia halló que algunas mujeres se ponen tristes, ansiosas, irritables e inquietas después de las relaciones sexuales.

Se conoce como la tristeza post-coital y su origen es un misterio. Se calcula que un diez por ciento de las mujeres padece de esta condición.

En el estudio efectuado por científicos australianos, se analizaron los casos de 200 mujeres jóvenes, de las que un tercio reconoció experimentar sentimientos de tristeza después del sexo.

El autor de la investigación, del Instituto de Tecnología de Queensland, señaló que no hay una causa clara que ocasione estos sentimientos en las mujeres.

(...)

La primera, que la mujer haya sufrido algún tipo de abuso sexual en el pasado, lo que provocaría los sentimientos de culpa o vergüenza.

La segunda, depende de las características emocionales de cada persona, que la predisponen a estos sentimientos de tristeza.

El estudio no plantea el problema de la insatisfacción sexual como una variable importantísima para explicar la tristeza post-coital."

http://www.elheraldo.hn/Ademas%20Hoy/Ediciones/2011/…ues-del-sexo

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