BRASÍLIA - A polícia do Mato Grosso acredita que os sete fuzis apreendidos terça-feira à noite, em Primavera do Leste, estariam a caminho dos morros do Rio. As armas – cinco de calibre 7.62, de poder idêntico ao usado para abater o helicóptero da Polícia Militar no Engenho Novo, no sábado, e duas carabinas .30, todos de uso restrito – podem ter saído das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).
– É a hipótese mais provável. É o armamento típico usado pelas guerrilhas – disse nesta quarta o delegado Rafael Siteel Fossari.
O delegado afirmou que os detalhes que chamam mais atenção são a quantidade de armas encontradas numa única vez – foi a maior apreensão já feita na região – a numeração e o brasão, raspados para apagar identificação e símbolo da corporação a que pertenciam e o resultado de uma pesquisa da própria polícia, que não encontrou nesta quarta nenhum registro de furto, roubo ou sumiço em nenhuma das corporações brasileiras que poderiam usá-las.
Os fuzis belgas 7.62 são usados regularmente pelas Forças Armadas ou por grupos revolucionários, por seu poder de fogo.
– Os fuzis estavam azeitados e bem cuidados. Quem faz isso conhece armas – afirmou o delegado. A suspeita é reforçada também, segundo ele, pela conhecida relação entre o traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, do Comando Vermelho, com integrantes das Farc.
As corporações de segurança só usam esse tipo de armamento em operações especiais.
– Toda a Polícia Civil do Mato Grosso tem apenas cinco fuzis – explicou Fossari.
Há dois meses, num assalto a banco na mesma região foi usado armamento parecido, mas a polícia não vê relação com a apreensão.
– É a hipótese mais provável. É o armamento típico usado pelas guerrilhas – disse nesta quarta o delegado Rafael Siteel Fossari.
O delegado afirmou que os detalhes que chamam mais atenção são a quantidade de armas encontradas numa única vez – foi a maior apreensão já feita na região – a numeração e o brasão, raspados para apagar identificação e símbolo da corporação a que pertenciam e o resultado de uma pesquisa da própria polícia, que não encontrou nesta quarta nenhum registro de furto, roubo ou sumiço em nenhuma das corporações brasileiras que poderiam usá-las.
Os fuzis belgas 7.62 são usados regularmente pelas Forças Armadas ou por grupos revolucionários, por seu poder de fogo.
– Os fuzis estavam azeitados e bem cuidados. Quem faz isso conhece armas – afirmou o delegado. A suspeita é reforçada também, segundo ele, pela conhecida relação entre o traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, do Comando Vermelho, com integrantes das Farc.
As corporações de segurança só usam esse tipo de armamento em operações especiais.
– Toda a Polícia Civil do Mato Grosso tem apenas cinco fuzis – explicou Fossari.
Há dois meses, num assalto a banco na mesma região foi usado armamento parecido, mas a polícia não vê relação com a apreensão.