A grande questão por detrás do aparente é que há uma política em prol da feminilização do homem e masculinização da mulher. A inversão total dos valores, dos papéis. Mulheres hoje bebem e fumam tanto ou mais que os homens – isso é normal –, assim como homens se depilam, falam frases no diminutivo, sentem orgulho em demonstrar que são pusilânimes, e que contratam mulheres por serem mulheres – e por falar em lei, por que não dizer que isso já não é uma lei?
Vamos parar de hipocrisia e redenção. Vocês que se querem mostrar benfazejos, façam questão de lutar contra todos os tipos de preconceitos, pois já está bem claro que vocês são oportunistas e só querem regalias. E vocês, projetos de homens, parem de se depilar porque querem ser aceitos no grupo e parem também de falar “ah, isso de pêlos é besteira” enquanto se depilam – vão estudar.
Pois bem, dêem direitos a todos os peludos de saírem de casa sem serem perseguidos pelo vulgo efeminado, pelas fêmeas-machos, que sequer sabem, aliás, o porquê de não gostarem de peludos, a verdade é que são lésbicas, mas tem cura, basta raciocinarem – tarefa difícil.
Tendo em vista o supracitado, não é mais que certo, agora, criarmos leis para defender e cotas para incluir peludos como já sugerido, nas passarelas e, ouso dizer, também nas universidades. Nós, peludos, sim fazemos parte de uma minoria – agora um paradoxo – que só tende a aumentar.
Fonte:
http://aiminhacoluna.blogspot.com/2009/09/um-olhar-aos-peludos.html