homossexualismo, são proibidos de entrar na Inglaterra
Um pai e uma filha norte-americanos pastores de uma igreja que prega contra o homossexualismo, foram proibidos de entrar na Inglaterra por conta da cruzada violenta que apregoam contra gays.
Fred Phelps e sua filha Shirley Phelps-Roper pertencem à Westboro Baptist Church (WBC) e estavam produzindo um ruidoso protesto contra a peça Laramie Project, que está em cartaz no Queen Mary´s College, em Bansingostoke, Inglaterra.
A peça é focada na história de um homem gay assassinado por sua condição sexual.
A filha do pastor, Shirley, criticou a decisão do governo inglês, acusando-o de "sujo" em pensar que tem o poder "para proibir a palavra de Deus de entrar em suas fronteiras".
A UK Border Agency, responsável por manter a família Phelps longe da Inglaterra, defendeu-se dizendo que se opõem a qualquer forma de extremismo.
Ambos os indivíduos se envolveram em comportamento inaceitável por incitação ao ódio contra um certo número de comunidades. Vamos continuar proibindo a entrada daqueles que querem espalhar extremismo, o ódio ea violência em nossas comunidades a partir de mensagens que vem ao nosso país.
A exclusão política é dirigida a todos aqueles que procuram atiçar tensão e provocar outros a violência, independentemente das suas origens e crenças", disse o porta-voz da UK Border Agency.
O Inri Cristo já foi proibido de entrar na Inglaterra kkkk
Uma senhora idosa de Norwich(nordeste da Inglaterra),mandou uma carta para a prefeitura reclamando da passeata gay e recebeu a visita da polícia em sua casa.está sendo acusada de incitação a violência.
http://juliosevero.blogspot.com/
Vovó de 67 anos é interrogada e ameaçada pela polícia por causa de queixa contra parada gay
NORWICH, Inglaterra, 27 de outubro de 2009 (Notícias Pró-Família) — A visita e ameaça de uma acusação de “crime de ódio” por parte da polícia dirigida a uma vovó pensionista e dedicada cristã inglesa provocou revolta em todas as partes da Inglaterra, e até foi criticada pelo líder da principal organização homossexual de pressão política da Inglaterra.
A Sra. Pauline Howe foi informada por dois agentes policiais que visitaram a casa dela que ela pode ter cometido um “incidente de ódio” simplesmente por ter escrito uma carta para a prefeitura local se queixando da parada gay local.
A Sra. Howe diz que está considerando a possibilidade de processar a polícia, depois de sofrer o que ela descreveu como um interrogatório “pavoroso e ameaçador”. Ela está buscando conselho legal do Instituto Cristão, uma importante organização inglesa de defesa dos cristãos.
Numa entrevista em vídeo, Howe disse que é “bem óbvio” que o assunto seja um ataque da polícia contra a liberdade de expressão religiosa e de crença. “Nossas liberdades como cristãos que crêem na Bíblia foram sufocadas agora e também a autoridade da Palavra de Deus. Não temos mais permissão de expressar nossas convicções evangélicas bíblicas sem sermos amedrontados”.
Ela enviou a carta depois de ter sido incomodada e sujeita a ataques verbais sexualmente explícitos quando participou de um grupo de outros cristãos que estava distribuindo folhetos no evento da parada gay de 25 de julho. Em sua carta, a Sra. Howe disse: “Eu e outros cristãos presentes não estamos tentando impedir que aqueles que estão envolvidos nessa conduta obscena façam isso na privacidade de suas casas”.
“É a exibição de tal indecência nas ruas de Norwich que é tão ofensiva para Deus e para muitos residentes de Norwich”, escreveu ela. “É vergonhoso que esse pequeno, mas vociferador grupo homossexual receba permissão de fazer tal exibição sem o número mínimo de homossexuais”.
A carta da Sra. Howe recebeu uma resposta de Bridget Buttinger, a vice-prefeita, que disse para ela que ela estaria enfrentando acusações de crime de ódio. A prefeitura encaminhou a carta à polícia de Norfolk, que julgou após o interrogatório que nenhum crime havia sido cometido.
A questão provocou uma súbita tempestade de atenção da imprensa depois que o noticiário Anglia News da ITV mostrou o caso na noite passada. ITV citou um organizador da parada gay apoiando a polícia, dizendo: “Há alguns pontos de vistas que têm tanto ódio que não devem ser ditos”.
Os ativistas homossexuais fizeram objeções ao fato de que a Sra. Howe fez uso do termo bíblico “sodomitas” e afirmou que as “práticas sexuais pervertidas” deles espalham doenças sexualmente transmissíveis. Mas Ben Summerskill, diretor do principal grupo militante homossexual da Inglaterra, o Stonewall, disse que a resposta da polícia foi “fora dos limites”. Andrew Pierce, comentarista do jornal Daily Telegraph e homossexual, disse: “Que tipo de sociedade nos tornamos quando a expressão pacífica de uma convicção religiosa pode trazer como consequência a polícia batendo na sua porta?”
A polícia de Norfolk divulgou uma declaração dizendo: “Investigaremos todos os incidentes alegados de ódio” e disse que a reação policial foi “dentro dos limites”. Um porta-voz da polícia disse: “Se um caso de crime chegou a nosso conhecimento e foi denunciado a nós, temos de investigar”.
Mike Judge do Instituto Cristão disse: “Quer as pessoas concordem ou discordem das opiniões da Sra. Howe, todos os que se importam com a liberdade têm de sentir-se apavorados com a ação da polícia”.
“Para que a democracia sobreviva, as pessoas têm de ser livres para expressar suas convicções, sim, até mesmo convicções impopulares, para os órgãos governamentais sem medo de sofrer uma batida da polícia na porta. Não é crime ser cristão, mas cada vez mais se sente como se fosse”.
Ed West, jornalista e comentarista do Daily Telegraph, escreveu que Judge acertou muito bem no que disse. West apontou para os muitos casos de pessoas, “todas cristãs (geralmente evangélicas)”, que foram “questionadas pela polícia por causa de objeções à homossexualidade”.
“É parte de uma tendência mais ampla de oposição às liberdades políticas, religiosas e individuais que vem ocorrendo em toda a Europa há uma década. Esse totalitarismo suave não vem com gulags ou campos de concentração, mas em vez disso com autoridades perseguindo indivíduos por coisas triviais”, acrescentou West.
fonte:
http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/10/vovo-…ogada-e.html
"Se fossem muçulmanos pregando contra o homossexuais será que também seriam proibidos de entrar? "
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isso me deu uma idéia. vou por em prática assim ke possível, vai ser divertido e vai lavar a alma de muita gente 😄
por ke não usamos os muçulmanos como armas? falar que é muçulmano, protestar e filmar estes grupos ameaçando-os? ái manda pra internet e os próprios muçulmanos iniciarão um efeito em cadeia.
Muitos muçulmanos são favoraveis ao homossexualismo, não entre eles claro, mas para muitos deles quanto mais o ocidente for destruido por esta imundicie melhor. O que eles querem é apenas poder ficar na deles, prosperando e educando a geração seguinte conforme os preceitos morais corânicos.
É um pensamento militarmente acertado. Acho que o mais indicado não é lutar para salvar a humanidade, mas apenas criar um grupo e isola-lo. A humanidade está condenada.
Aguarde com ansiedade a estreia dessa peça em Teerã.
"Muitos muçulmanos são favoraveis ao homossexualismo,"
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nossa, ta assim ja?
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"não entre eles claro, mas para muitos deles quanto mais o ocidente for destruido por esta imundicie melhor. "
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ixi, mas eles chegam a raciocinar asism? achei que a desvantagem de ser fanático era justamente não ser inteligente...>>>..<<<