Fórum Olavo de CarvalhoArquivo da comunidade do Orkut · 2004–2013

Fidel Castro nazista

Iniciado por inocncio em 09/12/2006 · 26 mensagens

inocncio#1
O ídolo mór das esquerdas sulamericanas, Fidel Castro, teve grandes influências do nazismo:

http://www.brookesnews.com/062310castro.htmlIn 1941, as a student at a Catholic school run by Spanish Jesuit priests who were sympathizers of fascism at that time, Castro was looking for his ideology. Displaying a fascination with power, war and domination since childhood, Castro discovered fascism and promenaded around campus with a copy of Adolf Hitler’s Mein Kampf in his armpit. according to many fellow students, “the crazy,” as he was nicknamed, mimicked the speeches of Hitler and Mussolini in front of a mirror, practicing their mannerisms hour after hour. When Castro entered the University of Havana in 1945, he soon joined a gangster-type group and carried a pistol, so he could impose his will.(...)This event became the inaugural cornerstone of Castro's personal technique for attaining his goals. But Castro does not get credit for creativity with this assault, since it mimicked Hitler’s Nov. 9, 1924, insane attack on the War Ministry in Munich, which made him a national figure in Germany. Castro's attack and the highly publicized trial that followed in the Cuban media were extremely successful in his own eyes since, like Hitler, it made him a national figure on the island. Castro’s self-defense and speech, ending with “history will absolve me,” were similar to Hitler’s Rathaus Putsch speech in 1924. And in 1953, Cuba’s leading magazine, Bohemia, selected Castro among 12 of the world’s most outstanding figures.
inocncio#2
Claro. Quem escreve a história?
inocncio#3
Isto está mais evidente do que nunca. A demonização do nazismo e a deificação do socialismo nada mais é do que um embuste histórico, uma farsa em igual na história da humanidade.
inocncio#4
Pois é. Mas para mim as discussões não tem um fundo emotivo. Eu não procuro alimentar meu ego com nada disso, mesmo porquê me considero um ignorante. Eu não procuro "ganhar" as discussões. Procuro tentar chegar à verdade. Acontece que 90% do tempo as pessoas não estão interessadas na verdade e sim em alimentar seus egos. É aquela história do "desejo de poder" que o Olavo menciona muito bem.
hector#5
Essa história de nazismo=comunismo? Que bobagem, todas as argumentações que vi até hoje foram em nível de discurso, pegam o programa do PNAZI e comparam com o PC, os discursos de Hitler e comparam com os de Fidel. Não é assim que se faz história.
História é análise de processos reais e concretos. Tá, existiu um discurso de Hitler que o aproximava dos comunistas, mas quando ele fez esse discurso? em que situação e contexto? Pra quem ele estava discursando?
Eu posso chegar aqui e tentar convence-los de que Lula é direitista, e olha que existem bons argumentos para isso, mas é tudo retórica, elementos descolados de seu contexto. Uma coisa eh vc ter um programa de partido, outra coisa é aplica-lo.
Aliás, as aproximações que o nazismo tinha do socialismo, no discurso, não fazem dos nazistas socialistas retóricos, muito menos a prática.
inocncio#6
Pois é. Essas informações só encontramos na internet pois nos chamados "veículos oficiais" existe gente chamando ditador de presidente.
hector#7
Então seu professor era um merda. Porque Facismo é diferente de Liberalismo que é diferente de Comunismo. Porém Facismo é uma superestrutura capitalista sim, portanto a Alemanha de Hitler era tão capitalista quanto os EUA, só não era Liberal como os EUA.
inocncio#8
O socialismo despreza tanto as diferenças raciais entre as pessoas que os judeus na Rússia eram tratados como gente comum, não foram colocados em campos de concentração e foram convidados por Stalin a ir à antiga URSS quando a segunda guerra acabou.
Aqui no Brasil mesmo o conceito de racismo inexiste. Somos um país que despreza esse conceito completamente. Chamar o PT de raça não gera reações tresloucadas, não temos o dia consciência negra, podemos exaltar a raça branca em igualdade de condições, etc.
Em Cuba os judeus possuem uma próspera e alegre comunidade, a segunda maior depois da comunidade judia americana.
jeov#9
Como estão falando do nazismo e do comunismo, vou transcrever o que eu escrevi na comunidade do Médici.

Vamos supor que Hitler não fosse socialista:

Hitler usou o discurso socialista aos montes. Falava em fim do capitalismo e no dia em que todos os alemães formariam uma única classe. Quem votou em Hitler o fez desejando o fim do capitalismo e a igualdade social, dois desejos socialistas.

O discurso socialista serviu para levar (mais) um genocida ao poder.

Pq considero Hitler socialista:

É importante frisar que Hitler não era marxista. Ele odiava o marxismo, que ele considerava uma desvirtuação do socialismo. Também é importante frisar que ele odiava o socialismo internacionalista de Trotsky. Ele acreditava no socialismo nacional, assim como Stálin.

A meu ver, o socialismo não-marxista de Hitler não acreditava que a propriedade privada era a origem das desigualdades. Hitler acreditava que, para todos se tornarem iguais, bastaria que o Estado regulasse tudo, a fim de que não houvesse exploração dos trabalhadores. (Isso tudo é meio que uma suposição minha)

Note que o objetivo é o mesmo: libertar os trabalhadores da exploração. (isso é fato)

Sobre a relação com os empresários, me parece que enquanto, na Rússia, os bolcheviques se tornaram burocratas e passaram a comandar as empresas, na Alemanha, os empresários tornaram-se burocratas para manter o domínio sobre suas empresas. Os que não haviam se aliado ao partido nazista tiveram suas empresas confiscadas ou sofreram forte ingerência.

As empresas teriam que estar submetidas, direta - através do comando de um nazista - ou indiretamente - através da ingerência dos nazistas -, ao partido nazista, assim como, na Rússia, estavam submetidas ao partido comunista.

Não se pode falar que havia incentivos aos empresários. Havia incentivos aos amigos do rei.
jeov#10
As semelhanças entre nazismo e socialismo são imensas, ao passo que as diferenças são mínimas. Jarbas Passarinho, em recente entrevista, falou sobre o movimento integralista (que ele não gostava). Disse que certa vez, um padre integralista disse-lhe o seguinte:

"Nosso objetivo não é apenas fazer do Brasil um país independente. É instaurar uma nova ordem, onde ninguém irá explorar seu semelhante."

Os integralistas, os fascistas, os socialistas e os nazistas acreditavam que a desigualdade social era causada pelo capitalismo, que, de acordo com todos eles, explorava os trabalhadores, subjulgando-os.

Para mudar esse quadro, os socialistas acredtivam no fim da propriedade privada, enquanto os outros acreditavam na extrema regulação da propriedade privada.

Os fins são os mesmos. Os meio são os mesmos. E o começo é o mesmo: coletivismo.

Importante:

Enquanto os socialistas acreditavam no socialismo como transição para o comunismo, os nazistas acreditavam no socialismo não-marxista, não como um período de transição, mas sim como a sociedade ideal.
inocncio#11
Nazistas são progressistas, materialistas, anti-cristãos, racistas, intervencionistas, anti-livre-mercado, anti-propriedade privada, totalitários e mentirosos ao extremo.
Socialistas são exatamente isso. Sem tirar, nem por.
jeov#12
Nazistas são anti-cristãos?

Não acho que nazistas sejam contra a propriedade privada. É contra a propriedade privada dos exploradores dos trabalhadores...
mateus_5#13
O mais engraçado é quando dizem que a Alemanha nazista era capitalista. O argumento é que existiam e se mantinham as empresas privadas. Mas as empresas privadas da Alemanha nazista produziam o que o partido mandasse, na quantidade mandada, como ordenado e quando. Privada de fachada.

É o velho negócio dos comunas: tentam pintar umas listras no cavalo pra fingir que é zebra. Mas é cavalo de qualquer jeito. Manter uma empresa totalmente comandada pelo estado, mas com placa "empresa privada" não faz do país capitalista.
jeov#14
"Mas as empresas privadas da Alemanha nazista produziam o que o partido mandasse, na quantidade mandada, como ordenado e quando. Privada de fachada."

Essa imposição só acontecia em empresas comandadas por adversários do regime. Quando os donos dessas empresas eram nazistas, elas tinham liberdade, pois produziam, de livre e espontânea vontade, tudo que o partido queria.

É como eu disse: Na Alemanha, muitos empresários tornaram-se burocratas para continuar comandando suas empresas.
hector#15
Caio 15/12/2006 15:42 Uma das principais semelhanças entre socialismo e nazismo, é que ambos são sistemas monopólicos, o que é uma consequência de ambos não admitirem livre concorrência entre os empresários.

O nazismo não poderia brotar do capitalismo, pois é a livre concorrência que permite o desenvolvimento e o progresso do mesmo.

Tanto é assim que o nazismo não surgiu de um país capitalista desenvolvido, e sim de um país que se encontrava em uma situação de miséria, assim como o socialismo surgiu de uma Rússia que também era um país pobre na época.

Se o nazismo fosse uma "superestrutura do capitalismo", deveria ter surgido dos países capitalistas mais desenvolvidos como EUA e Inglaterra por exemplo.

Vai estudar lógica rapaz.


Bom, o que torna um país capitalista? A livre concorrencia? O desenvolvimento a partir de uma economia mais ou menos estável? Se vc respondeu sim vc não sabe oq é o capitalismo.

Resumindo bem: 1)predominio da propriedade privada dos meios de produção 2) predominio das relações de trabalho assalariadas 3)predominio das relações de mercado como meio regulatório da economia

A livre concorrencia não é sinonimo de economia de mercado. Economia de mercado é a economia em que o Estado não controla a oferta e a procura. Exemplo: O Estado Imperial Português não dizia quantos escravos deveriam ser vendidos ao Brasil, isso ficava a cargo do empresário traficante, porém ele concedeu o monopolio de exploração desse comércio a algumas empresas de acordo com a época e a região explorada. Era economia de mercado mas não havia livre concorrencia.
Livre concorrencia foi um conceito desenvolvido por Liberais como Adam Smith em sua época para questionar os monopólios coloniais que prejudicavam os negócios Ingleses, principalmente.
Dessa forma o proprio monopólio não é avesso ao capilismo, tendo existido na propria economia capitalismo em sua fase mais mercantil e tendo sido os proprios monopolios a garantia necessária para que nessa fase o proprio
hector#16
capitalismo florecesse, ora, sem os subsidios do estado nenhuma empresa colonial teria sido rentável o suficiente para garantir lucros que justificassem o alto investimento.

Assim, não é a livre concorrencia que permite o aparecimento do capitalismo, na verdade foi o capitalismo que permitiu a existencia da livre concorrencia. Quando o Estado Nazista suprimiu a livre concorrencia, a intenção era gerar condições para que algumas empresas alemãs tivessem possibilidade maiores de sucesso, principalmente no cenário internacional quando se tratava de concorrer em solo nazista com empresas estrangeiras e até mesmo no exterior com subsidios à produção.
Como todas as superestruturas do capitalismo se erguem sobre essas infraestruturas enumeradas a cima (1,2 e 3), existem muitas possibilidades de superestruturas para o capitalismo, os EUA e a Inglaterra optaram por modelos diferentes do Alemão, até porque as condições estruturais da Alemnha eram bem diversas da Inglaterra e dos EUA: inflação, desemprego, miséria etc que abriram brechas para a aceitação de discursos mais radicalizados como os de Hitler.
hector#17
Sim, concordamos que a livre-concorrencia permitiu o desenvolvimento do Capitalismo, mas veja bem, ela não é condição para que o Capitalismo exista. Na verdade o capitalismo é que permite a existencia da livre-concorrencia.

Ou seja, uma sociedade capitalista pode, ou não, ter uma economia de mercado com livre-cocorrencia. No caso da Alemanha Nazista por exmplo, era uma sociedade capitalista de economia de mercado monopolista.

Como procurei demonstrar, a livre concorrencia só foi possivel a partir de um certo acumulo de capital pela iniciativa privada. Esse acumulo de capital, historicamente só foi possivel com a intervenção do estado garantindo o monopolio. Hitler fez algo semelhante ao que os estados modernos absolutistas faziam: utilizou seu aparato estatal para reerguer a industria e os negócios alemães. Fez isso tudo sem nunca ter posto em cheque o trabalho assalariado, a propriedade privada e a economia de mercado. Portanto ele não era comunista.

obs: Não gostaria de entrar no mérito da questão, mas também discordo de que exista uma "natureza humana" (definidora de comportamentos) e que a livre concorrencia faça parte dela.
hector#18
O acúmulo de capital ao qual Marx se refere é o acumulo existente em uma sociedade, não por um empresário. È o acumulo necessario para existir inversão de capital, que gerará por exemplo a figura do cientista profissional, que gerará por exemplo os subsidios necessários para desenvolver melhores maquinas e técnicas de produção.

Como no estado moderno absolutista, Hitler só monopolizou setores estratégicos, militar, energetico, de base etc. Mas monopolizar não significa coletivizar, e sim garantir que um capitalista explore o mercado sozinho.

O mercado é a interação economica de varios agentes humanos, pressupõe a divisão do trabalho, daí a necessidade da troca. O estado quando estabelece o monopólio da produção de um produto não desaparece com a divisão do trabalho, muito menos com a necessidade da troca, a diferença é que a troca não é livre, não há livre concorrencia entre fornecedores.

Como demonstrei a cima, a ideia de soberania do consumidor e de livre-concorrencia surge após o surgimento do capitalismo. Na verdade a livre concorrencia surge com Adam Smith para defender os interesses Ingleses em explorar os mercados coloniais, veja bem, eles queriam vender produtos aos americanos, o centro do raciocionio liberal dessa época era como conquistar mercados, não como tornar a vida do consumidor melhor.

Sobre a diferença entre um touro e um rato que vc fez menção, não há nada de natural nisso, essa escolha pelo touro não é tão óbvia. Os antigos cretenses adoradores da Divindade Bovina nunca comeriam esse touro, seria um sacrilégio. Se vc comeria esse touro é pq construimos uma concepção de touro que o torna uma fonte possivel de alimento, enquanto o rato (gordo), mesmo o de laboratório, não é uma figura muito simpática, apesar de servir como refeição para uma pessoa.
hector#19
Entendo, mas não existe um "Capital da sociedade" no mundo real. A sociedade não trabalha em bloco, não investe em bloco, ela opera de forma segmentada, com vários setores disputando entre em si pela preferência do consumidor. Por isso, a minha definição de "capital" se refere mais a realidade, enquanto que Marx mistificou o conceito.

O que existe é o acúmulo de Capital que uma sociedade atingiu. È inegável que no mundo real a sociedade estadunidense acumulou mais capital do que a sociedade brasileira. O PIB dos EUA demonstra isso claramente. Ora, Marx tinha ojeriza a tudo que fosse ideal e mistificado, não é atoa que ele é chamado de materialista, ou vc não considera sociedade algo real?

Sim, mas "coletivizar" apenas é uma linguagem retórica no jargão socialista. É como dizer por exemplo, que a "Petrobrás é nossa", que ela pertence a coletividade. Na verdade pertence ao Estado, pois se fosse nossa, a gasolina seria gratuita. Por isso prefiro o termo "estatizar", que é a mesma coisa que dizer que uma companhia pertencer ao Estado, ou estar sob sua órbita administrativa, que é a mesma coisa. Se um escravo não tem liberdade, ele pertence ao seu dono que o comanda.

Existem muitos tons de cinza entre o branco e o preto. Podemos dizer que existem formas de coletivização que são mais coletivisadoras do que outras. Uma cooperativa é mais coletiva do que uma estatal que é mais coletiva do que uma empresa de capital mesto que é mais coletiva do que uma empresa de capital social que é mais coletiva do que uma empresa familiar. O que mede isso é a capacidade de ingerencia de um coletivo proletario organizado sobre a direção economica e politica de uma empresa
hector#20
O conceito de troca implica que os dois lados se beneficiem mutuamente. Quando eu adquiro um sapato, o lucro que ele me proporciona é a satisfação da minha necessidade de tê-lo, que é trocado pelo lucro da venda do sapato pelo vendedor.

Concordo. Mas isso não significa que toda troca deve ser equitativa para existir mercado, na verdade essa hipotese é impossivel, um dos lados sempre sai perdendo
priscila#21
"Observador"?????
"Ensinador"?????

Os dois são bem mixuruquinhos, o que torna os títulos absolutamente patéticos, pra não dizer patetas.
Fran-ca-men-te...
priscila#22
Um é pai do outro, ou é o mesmo sujeito com dois nomes?
hlio#23
Concordo. Mas isso não significa que toda troca deve ser equitativa para existir mercado, na verdade essa hipotese é impossivel, um dos lados sempre sai perdendo

Não concordo. Isto é uma perversão daquele que analisa maliciosamente a troca. A militância pensa que economia é um jogo não-cooperativo de soma zero.

Quando alguém compra um computador pelo preço de mercado, ele não sai perdendo de jeito nenhum. Ele sai ganhando e o vendedor também. O comprador sai ganhando porque obtém um produto sofisticado que não pode manufaturar por si partindo do nada, nem que trabalhasse para o resto da vida. É claro que ele pode comprar numa loja que o vende acima do preço de mercado, mas neste caso, em termos absolutos, ele apenas está "ganhando menos". E por outro lado, o vendedor obtém seu rendimento com o qual pode continuar seu trabalho. Se ele viver numa sociedade que não foi regulamentada por causa de grupos que desconfiam sistematicamente do capitalismo, então ele estará trabalhando para uma empresa que mantém com ele outro sistema de troca. Esta troca é o seguinte: o trabalhador deixa de ter que investir seu patrimônio e portanto arriscar a perder tudo o que ganhou e já pode tirar vantagens do produto elaborado. Se a empresa falir, ele procura outra empresa. Por outro lado, a empresário precisa arriscar tudo o que acumulou durante a vida e se perder, perderá tudo sem compensação. Sua única opção, se não sobrar nada, é virar empregado para começar tudo de novo ou desestir de ser empregado.
hlio#24
Esta troca é pertubada quando o governo se mete na negociação e força o empregado a só empregar mediante tais e quais requisitos, onerando o emprego e obrigando o empresário a ser mais exigente. Então acontece do empregado obter mais benefícios a custa daquele que não conseguiu atingir o mínimo exigido pelo empresário, que busca compensar o custo adicional que o estado impõe à tarefa de empregar.

Um exemplo disso, é que nos EUA, nos setores que ainda não foram dominados pelo sindicato, uma pessoa pode arranjar um emprego sem experiência, currículo ou carteira de trabalho (que nem existe lá). O desemprego lá é 4%.
Aqui no Brasil, cheio de bebefícios, possui uma taxa de demprego de mais de 20%, exigindo experiência e certificado para as ocupações mais ridículas.
hlio#25
Mas todo este problema, toda esta intromissão realizada na troca entre os agentes, se fundamenta no mito da Teoria da Exploração. Então, para evitar a exploração, os grupos de pressão fazem o governo prejudicar toda a sociedade causando mais prejuízo do que a "exploração" em si, se esta fosse aplicada numa sociedade de regime ortodoxo que não liga para as paranóias marxistas.
hlio#26
Já que os militantes não estão dando conta, talvez seja o caso, para manter o nível dos debates, que alguém da direita conservadora assuma esta função, para mostrar o quanto este pessoal todo não sabe argumentar. Escolhamos alguém aqui para atacar o liberalismo, cristianismo ou idéias de Olavo de Carvalho para garantir uma discussão mais intelectualmente elevada, com a tarefa de fazer uma argumentação melhor que seus sucedâneos são capazes de fazer. Claro que tudo pró-forma, como se fosse "advogado-do-diabo", pois se ficarmos restringidos a mentalidade deste pessoal, nossa capacidade dialética não será devidamente desafiada. Que acham ? Alguém topa ?

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