É de estranhar muitíssimo a ocorrência de uma pane inédita no sistema de controle de vôos de Brasília neste momento. Ou está em curso uma conspiração cósmica contra os usuários do transporte aéreo no país, ou essa trama tem contornos bem mais mundanos.
Ressaltam, após o terceiro episódio de colapso aéreo em menos de dois meses, a incúria, a desarticulação e a incompetência das autoridades responsáveis pelo setor. Ministério da Defesa, Comando da Aeronáutica, Infraero, Agência Nacional de Aviação Civil; a resultante da ação de quatro instâncias da burocracia tem sido nula quando se trata de debelar a crise na raiz, dar satisfação em tempo real aos prejudicados e minimizar o desconforto dos passageiros.
Se o caos ameaça tornar-se rotina nos aeroportos, é preciso nomear os quatro cavaleiros do desgoverno. Cinco, refazendo a conta, pois a blandícia e a passividade do chefe do Executivo federal perante o escalar da crise alçam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com a indolência de sempre, ao topo da lista.
Compreende-se que os controladores de vôo tenham ficado aborrecidos e até traumatizados após o acidente que matou 154 pessoas em 29 de setembro. Daí não se justifica, no entanto, a liberdade com que foram brindados pelo governo para levar adiante um movimento de rebelião -contra a hierarquia militar- e sabotagem -contra o transporte aéreo nacional.
Ressaltam, após o terceiro episódio de colapso aéreo em menos de dois meses, a incúria, a desarticulação e a incompetência das autoridades responsáveis pelo setor. Ministério da Defesa, Comando da Aeronáutica, Infraero, Agência Nacional de Aviação Civil; a resultante da ação de quatro instâncias da burocracia tem sido nula quando se trata de debelar a crise na raiz, dar satisfação em tempo real aos prejudicados e minimizar o desconforto dos passageiros.
Se o caos ameaça tornar-se rotina nos aeroportos, é preciso nomear os quatro cavaleiros do desgoverno. Cinco, refazendo a conta, pois a blandícia e a passividade do chefe do Executivo federal perante o escalar da crise alçam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com a indolência de sempre, ao topo da lista.
Compreende-se que os controladores de vôo tenham ficado aborrecidos e até traumatizados após o acidente que matou 154 pessoas em 29 de setembro. Daí não se justifica, no entanto, a liberdade com que foram brindados pelo governo para levar adiante um movimento de rebelião -contra a hierarquia militar- e sabotagem -contra o transporte aéreo nacional.