No 150º aniversário da "Origem das Espécies" de Darwin, em Novembro de 2009 será a ocasião para uma conferência única na Universidade de São Pio V de Roma que irá apresentar uma refutação científica da teoria da evolução. Segundo o russo especialista em sedimentalogia, Alexander Lalamov,
"Tudo o que está na Origem das Espécies de Darwin depende de as rochas se terem formado lentamente ao longo de enormes períodos de tempo. A conferência de Novembro demonstra com dados empíricos que tal tempo geológico não está disponível para a evolução".
Recentemente de regresso de uma conferência de geologia inovadora em Kazan, o especialista em sedimentalogia Guy Berthault apresentará os resultados de vários estudos sedimentológicos realizados e publicados na Rússia. Num deles, a idade da formação rochosa pesquisada foi determinada em 0,01% da idade que lhe foi atribuída pela escala de tempo geológica, em vez de uma idade de 10 milhões de anos, a idade real não passava de 10 mil anos. "Contrariamente ao que é convencional", Lalamov observou,
"estas rochas formaram-se rapidamente, e os fósseis que elas contêm devem ser relativamente jovens. Esta conclusão contradiz a interpretação evolutiva do registro fóssil. " http://www.sedimentology.fr/
De acordo com o Dr. Dean Kenyon, biofísico norte americano, "A macroevolução biológica colapsa sem os dois pilares da escala de tempo geológico e do registo fóssil". Poucos cientistas contestarão esta afirmação. É por isso que a próxima conferência se centra na geologia e na paleontologia. Pesquisas recentes nestas duas disciplinas fornecem um apoio poderoso para o já formidável argumento contra o ensino da macroevolução darwiniana como se fosse um facto provado".
Os cientistas participantes incluem:
"Tudo o que está na Origem das Espécies de Darwin depende de as rochas se terem formado lentamente ao longo de enormes períodos de tempo. A conferência de Novembro demonstra com dados empíricos que tal tempo geológico não está disponível para a evolução".
Recentemente de regresso de uma conferência de geologia inovadora em Kazan, o especialista em sedimentalogia Guy Berthault apresentará os resultados de vários estudos sedimentológicos realizados e publicados na Rússia. Num deles, a idade da formação rochosa pesquisada foi determinada em 0,01% da idade que lhe foi atribuída pela escala de tempo geológica, em vez de uma idade de 10 milhões de anos, a idade real não passava de 10 mil anos. "Contrariamente ao que é convencional", Lalamov observou,
"estas rochas formaram-se rapidamente, e os fósseis que elas contêm devem ser relativamente jovens. Esta conclusão contradiz a interpretação evolutiva do registro fóssil. " http://www.sedimentology.fr/
De acordo com o Dr. Dean Kenyon, biofísico norte americano, "A macroevolução biológica colapsa sem os dois pilares da escala de tempo geológico e do registo fóssil". Poucos cientistas contestarão esta afirmação. É por isso que a próxima conferência se centra na geologia e na paleontologia. Pesquisas recentes nestas duas disciplinas fornecem um apoio poderoso para o já formidável argumento contra o ensino da macroevolução darwiniana como se fosse um facto provado".
Os cientistas participantes incluem: