O ministro de minas e energia Silas Rondeau e o presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, foram nesta quarta-feira (06) à Câmara dos Deputados explicar o contrato de exploração de gás na Bolívia. Os dois disseram que o acordo é equilibrado e rentável.
O ministro rebateu as críticas de que a Petrobras teria passado de sócia a prestadora de serviços. Gabrielli disse que a empresa ganha menos, mas o lucro ainda é atraente porque a taxa de retorno é de 15%. Ele disse também que depois do acordo já fechado, a Petrobras poderá voltar a estudar novos investimentos na Bolívia, estudando caso a caso.
Segundo Gabrielli, é possível que a estatal volte a investir na Bolívia. Segundo ele, essa possibilidade existe, porque o novo contrato de exploração e produção de gás com a Bolívia, fechado no fim de outubro, é equilibrado e garantiria uma taxa interna de retorno superior a 15% para a empresa brasileira.
http://g1.globo.com/Noticias/Economia/0,,AA1377578-5599,00.html
O ministro rebateu as críticas de que a Petrobras teria passado de sócia a prestadora de serviços. Gabrielli disse que a empresa ganha menos, mas o lucro ainda é atraente porque a taxa de retorno é de 15%. Ele disse também que depois do acordo já fechado, a Petrobras poderá voltar a estudar novos investimentos na Bolívia, estudando caso a caso.
Segundo Gabrielli, é possível que a estatal volte a investir na Bolívia. Segundo ele, essa possibilidade existe, porque o novo contrato de exploração e produção de gás com a Bolívia, fechado no fim de outubro, é equilibrado e garantiria uma taxa interna de retorno superior a 15% para a empresa brasileira.
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