A face rejuvenescida do conservadorismo republicano
O Globo - 22/11/2009
Filhas de Cheney e McCain são novas estrelas do partido
Gilberto Scofield Jr, Correspondente
WASHINGTON. Num momento em que a única estratégia política do Partido Republicano no Congresso americano parece ser impedir a aprovação de qualquer projeto que venha da Casa Branca ou do Partido Democrata, três jovens mulheres louras do Grand Old Party (GOP, como também é conhecido o Partido Republicano) vêm emergindo como uma nova geração de líderes conservadoras graças a seus pedigrees famosos. São Meghan McCain, filha do senador John McCain, concorrente de Barack Obama à Presidência ano passado, e Liz e Mary Cheney, filhas do exvicepresidente Dick Cheney. Todas seguem o perfil de seus pais.
Meghan McCain, 25 anos, tem um séquito de fãs jovens por suas posições progressistas e conciliadoras e pelo blog no site The Daily Beast, muito popular. Liz Cheney, 43 anos, é uma conservadora típica que prega a candidatura do pai à Presidência em 2012, e figura frequente de talk-shows da rede de TV Fox e uma das maiores defensoras da tese de que Obama não é americano e nasceu no Quênia.
A mais discreta é Mary Cheney, 40 anos, mas nem por isso menos ativa.
Mary é uma lésbica assumida que a família sempre fez questão de manter nos bastidores para não afetar a imagem do pai, um conservador que aceita o casamento gay, mas não acha que o governo deva legislar sobre isso. Em outubro, ela largou a firma de consultoria política em que trabalhava há anos, Navigators Global, para abrir a sua própria. Raramente fala com a imprensa.
Mas, com a irmã Liz, Mary forma uma dupla firmemente dedicada a atacar toda e qualquer decisão do governo de Barack Obama, a buscar uma saída política para o estado de torpor em que se encontra o GOP e a defender a imagem do ex-vice Dick Cheney. Liz, inclusive, está ajudando pessoalmente Cheney a escrever o seu livro de memórias, que deverá ser publicado no início de 2010.
O Globo - 22/11/2009
Filhas de Cheney e McCain são novas estrelas do partido
Gilberto Scofield Jr, Correspondente
WASHINGTON. Num momento em que a única estratégia política do Partido Republicano no Congresso americano parece ser impedir a aprovação de qualquer projeto que venha da Casa Branca ou do Partido Democrata, três jovens mulheres louras do Grand Old Party (GOP, como também é conhecido o Partido Republicano) vêm emergindo como uma nova geração de líderes conservadoras graças a seus pedigrees famosos. São Meghan McCain, filha do senador John McCain, concorrente de Barack Obama à Presidência ano passado, e Liz e Mary Cheney, filhas do exvicepresidente Dick Cheney. Todas seguem o perfil de seus pais.
Meghan McCain, 25 anos, tem um séquito de fãs jovens por suas posições progressistas e conciliadoras e pelo blog no site The Daily Beast, muito popular. Liz Cheney, 43 anos, é uma conservadora típica que prega a candidatura do pai à Presidência em 2012, e figura frequente de talk-shows da rede de TV Fox e uma das maiores defensoras da tese de que Obama não é americano e nasceu no Quênia.
A mais discreta é Mary Cheney, 40 anos, mas nem por isso menos ativa.
Mary é uma lésbica assumida que a família sempre fez questão de manter nos bastidores para não afetar a imagem do pai, um conservador que aceita o casamento gay, mas não acha que o governo deva legislar sobre isso. Em outubro, ela largou a firma de consultoria política em que trabalhava há anos, Navigators Global, para abrir a sua própria. Raramente fala com a imprensa.
Mas, com a irmã Liz, Mary forma uma dupla firmemente dedicada a atacar toda e qualquer decisão do governo de Barack Obama, a buscar uma saída política para o estado de torpor em que se encontra o GOP e a defender a imagem do ex-vice Dick Cheney. Liz, inclusive, está ajudando pessoalmente Cheney a escrever o seu livro de memórias, que deverá ser publicado no início de 2010.
