A Rússia está construindo fábricas de armas na Venezuela para produzir cartuchos e rifles AK-103, além de finalizar contratos para o envio de 53 helicópteros militares para o governo de Hugo Chávez... Sabe-se, no entanto, que, nos últimos anos, Caracas adquiriu mais de US$ 4 bilhões em equipamentos militares russos, o que inclui 24 caças Sukhoi... Chávez disse que Moscou havia aceitado conceder à Venezuela um empréstimo de US$ 2,2 bilhões para a compra de 92 tanques e de um sistema de mísseis antiaéreos S-300... A Rússia está fornecendo uma “linha completa” de peças de reposição para equipamentos militares à Venezuela, além de transferir tecnologia e construir centros de manutenção técnica...
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Não foi assim, devagarzinho, que a Alemanha Nazista cresceu na Europa, transformando a nação numa máquina de produção bélica? Será que a história está se repetindo?
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Se Chavez resolve um dia invadir, por exemplo, a Colômbia, com quem hoje não possui uma diplomacia muito boa, terá o país defensor meios para defender-se de uma força poderosamente equipada, por anos, sem interferência, com o maquinário russo? Será que é por isso que os EUA instalaram bases na Colômbia? Uma medida de precaução caso o ditador resolva, um dia, “anexar territórios”?
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E se a opção for a Amazônia? Será que a compra dos jatos franceses pelo governo brasileiro possui influência de Chavez, por estar promovendo uma corrida armamentista no continente? Será que o Brasil conseguiria defender seu “ouro verde” caso o vizinho invadisse, numa espécie de “blitzkrieg bolivariana”?
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Quem se arma, embora diga que seja para proteção, sempre sentirá um “comichão”, lá no fundinho, em tomar a iniciativa, pois a arma causa sensação de poder, poder sobre a vida e a morte, e nos inclinados à violência, este desejo não poderá ser eternamente reprimido. Vejo isto em Chavez.
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Qual a opinião de vocês?
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Não foi assim, devagarzinho, que a Alemanha Nazista cresceu na Europa, transformando a nação numa máquina de produção bélica? Será que a história está se repetindo?
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Se Chavez resolve um dia invadir, por exemplo, a Colômbia, com quem hoje não possui uma diplomacia muito boa, terá o país defensor meios para defender-se de uma força poderosamente equipada, por anos, sem interferência, com o maquinário russo? Será que é por isso que os EUA instalaram bases na Colômbia? Uma medida de precaução caso o ditador resolva, um dia, “anexar territórios”?
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E se a opção for a Amazônia? Será que a compra dos jatos franceses pelo governo brasileiro possui influência de Chavez, por estar promovendo uma corrida armamentista no continente? Será que o Brasil conseguiria defender seu “ouro verde” caso o vizinho invadisse, numa espécie de “blitzkrieg bolivariana”?
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Quem se arma, embora diga que seja para proteção, sempre sentirá um “comichão”, lá no fundinho, em tomar a iniciativa, pois a arma causa sensação de poder, poder sobre a vida e a morte, e nos inclinados à violência, este desejo não poderá ser eternamente reprimido. Vejo isto em Chavez.
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Qual a opinião de vocês?