O bombardeio de Guernica não ocorreu??
.
Em janeiro de 1973, com o título "The Great Guernica Fraud", o professor Jeffrey Hart publicou no National Review um estudo onde sustenta a tese de que o bombardeio de Guernica não ocorreu. O artigo foi reimpresso nos jornais "Die Welt" e "Il Tempo". No último teve o título: "Revelações sensacionais destroem um Mito"
.
Obs:
Picasso pintou o quadro "Guernica" para retratar o estado da cidade de Guernica após o bombardeio: "restos de pessoas espalhados por todos os lugares"
.
Dizem que durante uma exposição, um oficial nazista indagou a Picasso; Foi você quem fez isso? Ele respondeu: não, vocês fizeram isso, eu só pintei!
Picasso mentiu?
No dia 4 de outubro de 1944, menos de seis semanas após a liberação de Paris – onde havia se exilado – Pablo Picasso surpreendeu o mundo com o anúncio de que se unia ao Partido Comunista Francês. Seu “alistamento na causa” era um golpe incrível pró-Moscou, um movimento que dividiu os especialistas em arte e política para sempre. Alguns céticos duvidaram de suas convicções e alegaram que era apenas um mero expoente das visões de moda expostas nos círculos intelectuais de esquerda nos quais se movia. Outros supuseram que sua arte nunca recobraria sua velha glória, enquanto o homem se encontrava enredado na cada vez mais amarga batalha de propaganda da Guerra Fria.
.
.
Em janeiro de 1973, com o título "The Great Guernica Fraud", o professor Jeffrey Hart publicou no National Review um estudo onde sustenta a tese de que o bombardeio de Guernica não ocorreu. O artigo foi reimpresso nos jornais "Die Welt" e "Il Tempo". No último teve o título: "Revelações sensacionais destroem um Mito"
.
Obs:
Picasso pintou o quadro "Guernica" para retratar o estado da cidade de Guernica após o bombardeio: "restos de pessoas espalhados por todos os lugares"
.
Dizem que durante uma exposição, um oficial nazista indagou a Picasso; Foi você quem fez isso? Ele respondeu: não, vocês fizeram isso, eu só pintei!
Picasso mentiu?
No dia 4 de outubro de 1944, menos de seis semanas após a liberação de Paris – onde havia se exilado – Pablo Picasso surpreendeu o mundo com o anúncio de que se unia ao Partido Comunista Francês. Seu “alistamento na causa” era um golpe incrível pró-Moscou, um movimento que dividiu os especialistas em arte e política para sempre. Alguns céticos duvidaram de suas convicções e alegaram que era apenas um mero expoente das visões de moda expostas nos círculos intelectuais de esquerda nos quais se movia. Outros supuseram que sua arte nunca recobraria sua velha glória, enquanto o homem se encontrava enredado na cada vez mais amarga batalha de propaganda da Guerra Fria.
.