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Os três vícios do raciocínio do comunista.

Iniciado por ari_orkut em 03/12/2009 · 6 mensagens

ari_orkut#1
Li isso por diversas vezes, entendi que não faziam parte de alguém que se presta a sinceridade intelectual, e os tornei fisiológicos.

Porém, não consigo fazer o processo reverso e relembrá-los/abstraí-los.

Relembro-me de certeza apenas do vício de acreditar possuir uma "legitimidade futura", que no futuro você será justificado/legitimado. Os demais me fogem.

Alguém me ajuda, por favor?
ari_orkut#2
?
priscila#3
Bom, Ari, na minha opinião tem muito mais do que três vícios no "raciocínio comunista" - aliás, eu sei lá o que é "raciocínio comunista", não creio que EXISTA tal coisa! 😄! Como diz o Olavo, o comunismo é uma psicopatologia humana, uma perversão da consciência, que se utiliza de estratégias vise torpes, para conseguir intentos torpes e vis.

Mas acho que a sua pergunta se refere à mentalidade revolucionária, que se manifesta de forma muito específica, e da qual o professor Olavo já falou inúmeras vezes, uma vez que ele CUNHOU este TERMO, ou seja, definiu o conceito.

Para entender O QUE É a mentalidade revolucionária, vá a este artigo que eu linco abaixo, e a outros que o professor escreveu sobre o mesmo tema: é só pesquisar mentalidade revolucionária na busca lá do site.

Aqui vai um trecho do artigo:

“Mentalidade revolucionária” é o estado de espírito, permanente ou transitório, no qual um indivíduo ou grupo se crê habilitado a remoldar o conjunto da sociedade – senão a natureza humana em geral – por meio da ação política; e acredita que, como agente ou portador de um futuro melhor, está acima de todo julgamento pela humanidade presente ou passada, só tendo satisfações a prestar ao “tribunal da História”. Mas o tribunal da História é, por definição, a própria sociedade futura que esse indivíduo ou grupo diz representar no presente; e, como essa sociedade não pode testemunhar ou julgar senão através desse seu mesmo representante, é claro que este se torna assim não apenas o único juiz soberano de seus próprios atos, mas o juiz de toda a humanidade, passada, presente ou futura. Habilitado a acusar e condenar todas as leis, instituições, crenças, valores, costumes, ações e obras de todas as épocas sem poder ser por sua vez julgado por nenhuma delas, ele está tão acima da humanidade histórica que não é inexato chamá-lo de Super-Homem.
priscila#4
ari_orkut#5
Muito obrigado, Priscila.

Ainda ontem comentei com um membro inativo da comunidade o quanto você é prestativa.

Muito obrigado.
priscila#6
Não tem de que, amigo. 🙂! Eu é que agradeço a gentileza do elogio!

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