Autoria de Rodrigo Veleda
Seja por contradições ou por mentira só tenho uma resposta a interessante pergunta de D'Ávila, E aí, Beleza?: Está tudo beleza, ainda mais quando posso, com meu salário, comprar produtos da Victoria's Secret e receber uma generosa doação de uma empresa que foi privatizada a contragosto do meu partido e do meu PresiMente.
O The Sunday Telegraph traz hoje uma interessante notícia sobre o mundo dos negócios. A CSN está oferecendo £4.26 bi (R$17,76 bi ou US$8.32 bi) para comprar a Corus, passando por cima de uma oferta já negociada de £4 bi (R$16,68 bi ou US$7.81 bi) da indiana Tata Steel. Para quem não está lembrado, a CSN foi privatizada em 2 de abril de 1993 (exatos 5000 dias atrás) por US$1.49 bi (£765 mi ou R$3,19 bi, na conversão de hoje). Interessante recordar que o pagamento de impostos feito pela CSN aumentou consideravelmente após a privatização. E por fim, para alegria dos ecoxiitas, a CSN, após ser privatizada, deixou de ser o "monstro do Paraíba", título conquistado na gestão estatal, quando esta empresa era vista como "estratégica".
Deixando de lado a CSN por uns instantes. O Rio Grande do Sul, terra dos 5.353.854 (86,83% dos votos válidos) que disserão não ao projeto nazista de desarmamento conhecido como "Referendo do Desarmamento" foi também a terra de 271.939 eleitores que tiveram a audácia de fazer Manuela D'Ávila (PCdoB) a deputada federal com o maior número de votos em 2006. Logicamente, se bem que lógica e esquerdismo não combinam, que a srta. D'Ávila é contra as privatizações e, sim, os pais de D'Ávila são dois funcionários públicos que certamente não sabem como é a vida no mundo normal, ou seja, a iniciativa privada.
Seja por contradições ou por mentira só tenho uma resposta a interessante pergunta de D'Ávila, E aí, Beleza?: Está tudo beleza, ainda mais quando posso, com meu salário, comprar produtos da Victoria's Secret e receber uma generosa doação de uma empresa que foi privatizada a contragosto do meu partido e do meu PresiMente.
O The Sunday Telegraph traz hoje uma interessante notícia sobre o mundo dos negócios. A CSN está oferecendo £4.26 bi (R$17,76 bi ou US$8.32 bi) para comprar a Corus, passando por cima de uma oferta já negociada de £4 bi (R$16,68 bi ou US$7.81 bi) da indiana Tata Steel. Para quem não está lembrado, a CSN foi privatizada em 2 de abril de 1993 (exatos 5000 dias atrás) por US$1.49 bi (£765 mi ou R$3,19 bi, na conversão de hoje). Interessante recordar que o pagamento de impostos feito pela CSN aumentou consideravelmente após a privatização. E por fim, para alegria dos ecoxiitas, a CSN, após ser privatizada, deixou de ser o "monstro do Paraíba", título conquistado na gestão estatal, quando esta empresa era vista como "estratégica".
Deixando de lado a CSN por uns instantes. O Rio Grande do Sul, terra dos 5.353.854 (86,83% dos votos válidos) que disserão não ao projeto nazista de desarmamento conhecido como "Referendo do Desarmamento" foi também a terra de 271.939 eleitores que tiveram a audácia de fazer Manuela D'Ávila (PCdoB) a deputada federal com o maior número de votos em 2006. Logicamente, se bem que lógica e esquerdismo não combinam, que a srta. D'Ávila é contra as privatizações e, sim, os pais de D'Ávila são dois funcionários públicos que certamente não sabem como é a vida no mundo normal, ou seja, a iniciativa privada.