[img]/orkut/photos/OQAAAJRNJFgvSewRo0LDYe1z7Swv3W-Bgkk7lOlZqf3Q7b3Geddxn7AqfLvqD9-eRDoxv3qHN7WQf_6XzbdF4QsjkN0Am1T1UN5mg8LPyhxjyAUkQE1wnFC2Mjk7.jpg[/img]
[url]/orkut/photos/OQAAAJRNJFgvSewRo0LDYe1z7Swv3W-Bgkk7lOlZqf3Q7b3Geddxn7AqfLvqD9-eRDoxv3qHN7WQf_6XzbdF4QsjkN0Am1T1UN5mg8LPyhxjyAUkQE1wnFC2Mjk7.jpg[/url]
[url]/orkut/photos/OQAAAJRNJFgvSewRo0LDYe1z7Swv3W-Bgkk7lOlZqf3Q7b3Geddxn7AqfLvqD9-eRDoxv3qHN7WQf_6XzbdF4QsjkN0Am1T1UN5mg8LPyhxjyAUkQE1wnFC2Mjk7.jpg[/url]
Stephen Meyer já viu o seu livro Signature in The Cell ficar entre os primeiros, bestseller do Amazon nos livros de ciência, e considerado um dos melhores livros de 2009 pelo Times Literary Supplement, mas as últimas notícias vão muito além disso: Stephen Meyer foi nomeado "Daniel of the Year"para 2009 pela World Magazine:
Este Outono Meyer publicou um relato completo daquilo que a ciência aprendeu nas últimas décadas: Signature in the Cell: DNA and the Evidence for Intelligent Design (Harper One, 2009) mostra que a célula é incrivelmente complexa e o código que dirige as suas funções é maravilhosamente projectado. O seu argumento deita por terra a macroevolução, a teoria de que um tipo de animal ao longo do tempo evolui para um tipo muito diferente. Meyer regista o desprezo dos media nesta ano da grande celebração dos 200 anos do nascimento de Charles Darwin e 150 anos da publicação do "A Origem das Espécies".
A reportagem de capa é o que devia tornar-se o perfil essencial de Meyer, seguindo o que Marvin Olasky da World descreve como "o padrão de quatro fases, que é comum entre os intelectuais 'Daniel': Questionar, discernimento, coragem e perseverança".
Meyer diz, "Você pergunta como alguém arranja a audácia de se meter em algo como isto. Parte da resposta é que eu não conhecia nada melhor quando era mais jovem. Eu estava tão absorvido com esta ideia e com estas perguntas: "Seria possível desenvolver um argumento científico? Estávamos a olhar para evidências que pudessem reavivar e reanimar o argumento clássico do design, que tinha